indígena

Tem uma história deliciosa ocorrida com os Kadiweu. Lembra deles? Os Kadiweu, conhecidos como ‘índios cavaleiros’, são aqueles índios que aprenderam a montar cavalo que nem índios de filme americano, pendurados de lado, no dorso do animal. Hoje, eles são 1.500 indivíduo...

Detalhes

Os índios Satere-Mawé guardam, com carinho, uma borduna feita de pau-ferro, denominada Porantim. Ela tem a forma de um remo, onde estão desenhadas figuras, que contam as narrativas e os mitos de origem. É, portanto, uma espécie de ‘livro’. “É a nossa Bíblia. No Porantim...

Detalhes

No sertão pernambucano, às margens do rio São Francisco, fica Petrolina. Foi lá que nasceu, em janeiro de 1931, o então inocente Ottomar de Souza Pinto. Seu único lazer foi, durante muitos anos, a festa da padroeira da cidade,Nossa Senhora Rainha dos Anjos, realizada no...

Detalhes

Quando eu a conheci, no final dos anos 70, em Manaus, ela já era uma militante das causas impossíveis e das sonhadas utopias. Foi num evento organizado pelo Conselho Indigenista Missionário (CIMI), na Casa Jordão. Estava cercada de índios de diversas etnias, com quem as...

Detalhes

Na cerimônia de formatura nesta quinta-feira, 23 de fevereiro, de alunos da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), havia seis índios, cuja permanência no ensino superior foi apoiada pelo projeto Rede de Saberes, o que me fez lembrar um certo pajé indígena q...

Detalhes

Meninos, eu vi o Jornal da Noite da Band. Boris Casoy - aquele jornalista que tratou os garis com desprezo - falou merda outra vez.Anunciou que basta qualquer um se autodeclarar índio para que tenha terra concedida por laudos antropológicos feitos com critérios duvidoso...

Detalhes

Pedro Américo. Do sobrenome eu não lembro, mas o nome era Pedro Américo, mais conhecido como Pelicão. Por onde andará o Pelicão? Faz mais de 55 anos que dele não tenho notícias. Seu pai, rico fazendeiro de Roraima, queria porque queria um filho padre e o internou no sem...

Detalhes

Nenhum livro mexeu tanto conosco, na Amazônia, como "A Expressão Amazonense do Colonialismo ao Neocolonialismo", escrito por Márcio Souza. O livro publicado em 1977, quando a ditadura militar ainda mantinha seus dentes bem arreganhados, abriu clarões, iluminou as salas ...

Detalhes