biodiversidade

Quando o cantor Georges Brassens morreu, em 1981, os franceses colocaram luto e prantearam sua morte. A televisão mostrou à saciedade imagens daquele bigodudo, com o seu inseparável cachimbo, cercado da ternura de seus gatos. Reproduziu cenas em que ele aparece, ainda j...

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O estrondo da pororoca é sempre espantoso, mas nós não arregamos. Éramos apenas três amazonenses para enfrentá-la na mesa redonda "Os desafios da Amazônia no século XXI": o poeta Aldísio Filgueiras, a ex-reitora da Universidade Estadual do Amazonas, Marilene Corrêa e o ...

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