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Brilhos na floresta: apaga a luz para ver

“Ao poeta, faz bem desexplicar - tanto quanto escurecer acende os vaga-lumes”. Manoel de Barros. O Guardador de Águas. 1989 Te faço um convite, leitor (a). Mas antes, por favor, apaga a luz para qu...

A festa das línguas em Belém: entre falantes e ficantes

Dizem que as línguas, como os gatos, têm várias vidas. Será que os brasileiros estão interessados em conhecer as vidas das línguas faladas dentro do território nacional? Os conhecimentos que nelas cir...

Que se danem a cultura e a civilização!

Sete ex-ministros da Cultura se reuniram na segunda (11), no Galpão das Artes, zona portuária do Rio, diante de 200 convidados – artistas, intelectuais, políticos, gestores e produtores culturais – pa...

Duas escritoras indígenas: a batalha da poesia

“Si me permiten hablar”(Domitila Chungara- 1978) “In vain I tried to tell you” (Dell Hymes, 1981) Os filiados ao Partido Sem Literatura (PSL vixe vixe) se perguntam: Poesia se come com farinha? Afina...

Literatura indígena: entre pássaros, leões e hienas

Narrar é resistir” (Guimarães Rosa). Eram dois mundos diferentes. No planalto, o leão disputava a carniça do poder com a hiena, que nele votara para o posto de rei da floresta e, agora, arrependida e...

Manaus: cadê a mamãe?

“Just this old sweet song / keeps Georgia on my mind” (Ray Charles, Georgia, 1960) Na semana, muita água rolou debaixo da ponte. Fabrício Queiroz, o corrupto de estimação da família Bolsonaro, contin...

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