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CRÔNICAS RECENTES

A macaca que chorou a morte da cria

O macaco-aranha orelhudo, com barriga de bispo, saltitava agilmente de galho em galho, usando cauda, pernas e braços alongados. Era um coatá de cara preta. Parecia feliz e exibia sua alegria sapeca se...

Um dentista entre os índios de Roraima

Cirurgião dentista: Bruno Miranda da Rocha. Esta placa deveria estar na porta do consultório, em Aracaju, de um jovem diplomado pela Universidade Federal de Sergipe, em 2003. Mas eis que, de repente, ...

Contando histórias nos rios da Amazônia: o peso das palavras

“Vedi Napoli e poi muori” (Adágio italiano) Quantos quilos tem uma palavra? Palavrão pesa mais do que palavrinha? Por acaso palavras têm peso? Os participantes do “Amazônia das Palavras” conferiram i...

Vozes da Amazônia na terra da Flatolândia

A pergunta foi feita ao microfone por um menino de 11 anos, no final da aula-espetáculo ministrada para cerca de 400 pessoas de todas as idades que lotavam a quadra da Escola Estadual Lothar Sussmann,...

Só letrando nas águas do rio Madeira

Soletrando palavras nas águas do rio Madeira Numa expedição literária pelos rios da Amazônia, o piloto da embarcação tinha que ter nome de escritor, não tinha não?

Amazônia das palavras: um canto na escuridão

Thiago de Mello, aos 92 anos, não verá nesta segunda (5/11), o crepúsculo deslumbrante no bairro de Educandos, em Manaus, que ele tanto apreciava em sua infância. Aquela cor amarelo-dourada de ventre ...

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