narrador

. Um dia - ploft! - ele bate as botas. Nesse dia, o Tuta, chorando a morte do irmão, entra no hospital e pergunta: - “Ele morreu de quê, doutor?”. O médico sentencia: - “De Aparecida!”. Tuta se espanta: “De Aparecida?” O homem vestido de branco confirma: “É. A causa mor...

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Sua mãe é Tukano, seu pai é Dessana. Ele é Dessana, do sib Kenhiporã, cujo significado em português é algo como “Filhos dos Desenhos dos Sonhos”. Puxou a identidade do pai, mas fala as duas línguas: a paterna e a materna. Nasceu em 1937, às margens do rio Tiquiê, afluen...

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Era uma vez um diabo que não tinha fiofó... Eu já te contei, leitor (a), essa história do diabo que não tinha fiofó? Não? Ela circula nas aldeias indígenas do alto Rio Negro. A versão que conheço é a dos índios Tariana, também denominados de Taliaseri, e foi contada em ...

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Éramos três amazonenses solitários exilados no Peru nos anos 1970: o titiriteiro Euclides Souza, o antropólogo Felipe Lindoso e este locutor que vos fala. A gente juntava as panelas aos domingos para comer "paiche" (pirarucu) ou "palometa" (pacu), comprados na Casa Char...

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Aconteceu, faz tempo, no bairro de Aparecida, em Manaus... Não, não! Deixa pra lá! É melhor não contar. Quem é que vai perder tempo ouvindo a história do Raimundinho Vinte-e-um, filho da dona Jati, que morava na rua Bandeira Branca? Um dia, seu vizinho, o velho Espiridi...

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