CRÔNICAS

Ai de ti, Haiti, sangrado coração

Em: 29 de Janeiro de 2012 Visualizações: 361532
Ai de ti, Haiti, sangrado coração
Se o mundo é um vale de lágrimas, o Haiti é,certamente,
 o cantinho mais irrigado desse vale (René Depestre).
 
 
Eles fizeram uma longa fila e foram embarcando, um a um, no navio chamado “Sagrado Coração de Jesus”, que zarpou de Tabatinga (AM) para Manaus neste sábado, 21 de janeiro. Os passageiros, na realidade, não sabiam direito de quem era aquele coração: de Jesus ou de Maria? Desconfiavam que era de Maria. Com todo o respeito ao calvário do filho, só um coração sangrado de mãe - onde sempre cabe mais um - pode abrigar mais de 400 haitianos com tantos sonhos, sofrimentos, dor, medo.
O medo dentro do barco-coração que descia o rio Solimões era “o medo da fatalidade que sempre acompanhou o Haiti”. Quem diz isso é um amigo chileno, Fred Spinoza, professor de espanhol em Tabatinga, que testemunhou a passagem dramática dos haitianos pelo Alto Solimões, ameaçados de se tornarem um boat people – refugiados que ninguém quer receber e que, sem chão onde pisar, transformam o barco em sua nova pátria e ficam, à deriva, vivendo na terceira margem do rio.
Fred, poeta como qualquer chileno - todo chileno verseja – me enviou trechos do Navio Negreiro de Castro Alves para ilustrar o cenário daqueles haitianos amontoados em redes armadas umas sobre as outras. No domingo passado, ele me cantou o roteiro do motor da linha: “O Sagrado Coração, que saiu ontem daqui, deve passar hoje por Fonte Boa, amanhã por Coari e chegar no Roadway, em Manaus, na terça, dia 24”. Manifestou preocupação quanto à recepção aos hermanos haitianos em Manaus.
Sangrado Coração
Manaus, nascida de um parto sangrento, é filha de um crime e de um roubo, cometidos em 1669 por militares portugueses. Tropas armadas invadiram e saquearam a aldeia dos Manaú, mataram muitos índios, escravizaram outros e usurparam suas terras. Seu comandante, Francisco da Mota Falcão, construiu ali, bem em cima do cemitério indígena, o Forte de São José do Rio Negro, usando a mão de obra de índios escravizados e, como matéria prima, o barro das urnas funerárias quebradas e violadas. Portanto, foi a pilhagem colonial que pariu Manaus.
Por isso, talvez, Manaus sabe ser impiedosa, cruel. Mas sabe também ser generosa, como mostra o outro lado de sua história. Muitas vítimas do terremoto de Lisboa, de 1755, foram acolhidas pela cidade já mestiça, que lhes deu teto, trabalho, comida. Na época da borracha, entre 1877 e 1914, mais de 500 mil nordestinos, fugindo da seca, migraram para a Amazônia, muitos deles armaram suas redes aqui. Com eles chegaram sírios, libaneses, espanhóis, judeus, árabes, palestinos, japoneses, espanhóis e nova leva pacífica de portugueses. Recentemente, a Zona Franca trouxe os sulistas.
Dessa forma, a cidade foi se construindo sobre os alicerces da diversidade, com trabalho, sangue e suor dos estrangeiros que souberam muito bem se integrar à sociedade de base índia. Era tudo gente de paz. Como o portuga José Ventura - o Comandante Ventura - que em 1961 morreu para nos salvar. Manaus não tinha como combater incêndios. Ele criou em 1952 o Corpo de Bombeiros Voluntários. Faleceu quando combatia um incêndio que consumia vorazmente a periferia da cidade, como nos lembra pesquisa histórica realizada por Roberto Mendonça.
Outro portuga que ama a cidade e ajudou a construí-la é o dono do bar da Bica, o Armando, o mais caboco de todos os portugas, que está nesse momento, aos 75 anos, numa UTI de um hospital manauara com uma infecção pulmonar. Armando e o comandante Ventura fizeram mais por Manaus do que o belicoso Francisco da Mota Falcão, Pedro Teixeira e todo o exército colonial. Jornais lusos editados nessa época no Amazonas, estudados pelo historiador Geraldo Sá Peixoto Pinheiro, estão nos revelando muito sobre essa migração.
Água no feijão
Os haitianos que chegaram agora vieram também em missão de paz, de trabalho, mas foram recebidos à bala com um grito de “nós não queremos vocês aqui”. O governador do Amazonas, Omar Aziz (PSD), filho de um imigrante palestino que se mudou para Manaus em 1968, debochou, sugerindo que o governo federal os abrigasse em Brasília, “em apartamentos de deputados federais”, conforme matéria publicada pela Folha de São Paulo assinada pela correspondente Kátia Brasil.
Pra puxar o saco do governador, a colunista social Mazé Mourão atacou os haitianos, chamando-os de “abusados”. Num texto boçal, reclamou que eles estão tomando conta dos empregos nas fábricas do Distrito Industrial e “como não sabem falar a nossa língua, trabalham caladinhos e até passam da hora sem cobrar nada”. Preocupada exclusivamente com o quintal de sua casa, sugere: “Por que os haitianos não ficam em Tabatinga ou vão povoar outros municípios do Amazonas?”. Conclui: “Sorry, sorry e sorry, o Haiti definitivamente não é aqui”.
Que me perdoem os ouvidos pudibundos, mas esse é o lado escroto de Manaus, o lado “farinha pouca meu pirão primeiro”. A colunista social alega que “se nós não conseguimos resolver os nossos problemas, que dirá de quem chega e toma de assalto esta Manaus de Mil Contrastes”. É como se ela dissesse, em 1919, ao Comandante Ventura e às centenas de portugas que com ele vieram: “Não podemos receber vocês, porque temos muitos problemas, não temos sequer um Corpo de Bombeiros Municipais” ...E olha que nesse momento naufragava a economia da borracha, com centenas de mendigos espalhados pelas ruas da capital.
Felizmente, o outro lado, generoso e solidário, o lado “água no feijão que chegou mais um” se manifestou imediatamente. Dezenas de leitores ocuparam as redes sociais apoiando artigos que se solidarizaram com os haitianos e lhes deram as boas-vindas. Três deles merecem destaque.
Allan Gomes, com base no processo histórico da Amazônia, sustentou que “a imigração haitiana não deve ser vista como um problema, mas como parte da solução”. Da mesma forma que Manaus não podia apagar um incêndio porque carecia de bombeiros e foi salva pela migração lusa, assim também os haitianos podem contribuir para melhorar a cidade, se formos capazes de organizar e planejar a estadia deles aqui.
Alberto Jorge, coordenador geral da CARMA – Coordenação Amazônica da Religião de Matriz Africana e Ameríndia – confessa que teve ânsias de vomitar quando leu o texto de Mazé “que destila ódio e desprezo,é preconceituoso, asqueroso em todos os sentidos”. E Ismael Benigno considerou que a reação dela mais parece “um chilique da socialite Narcisa Tamborindeguy contra os pobres do que uma tentativa de entender o problema que ainda vamos ter”.
De qualquer forma, se o artigo tem algum mérito é o de desencadear um debate, permitindo revelar a xenofobia e a intolerância que trazemos dentro de todos nós, mas também a solidariedade com os refugiados. Quem sofreu o exílio, por razões políticas, econômicas ou sociais, sabe a importância dessa acolhida. É evidente que a questão é complexa, é claro que precisamos organizar uma intervenção de forma mais planejada, mas sem preconceitos, como o de um leitor de Mazé Mourão, que se referiu depreciativamente à religião dos haitianos e à magia negra.
Se a colunista social não pedir desculpas, publicamente, nós, os que ficamos chocados com seu texto - sorry, sorry, sorry - acamparemos com os haitianos no quintal da casa dela. Faremos um trabalho de magia negra para transformá-la em um ser inteligente, sensível e solidário. Se bem que suspeito não existir magia capaz de dar jeito nisso. Mas a gente tenta.
P.S.1 - O poeta haitiano René Depestre escreveu, entre outros, um belo livro – “Aleluia para uma Mulher-Jardim”, editado em português em 1988. Não tive acesso à edição brasileira, mas à edição francesa, de 1981, de onde traduzi a frase, diz: “Si le monde est une vallée de larmes, Haiti est le coin le mieux arrosé de la vallée” (pg. 40)  
P.S. 2 - Meu amigo Fernando mantém um blog http://assazatroz.blogspot.com/, que reproduz o taquiprati. Aproveita o AIPC - Atrocious International Piracy of Cartoons para fazer umas ilustrações porretas. O leitor que nos acompanha já o conhece. Inspirado na que ele criou para esse artigo, incorporamos a que vai acima
P.S.3 - A Universidade Federal do Amazonas resolveu mobilizar seus professores e alunos para, entre outras atividades, ensinar português aos haitianos, conforme pode ser lido nos comentários abaixo da ELISA que tiveram de ser desdobrados em 9 blocos, devido à restrição de número de caracteres. Agora, acabamos de receber um excelente artigo de um professor da UFAM, Benedito Carvalho. Para não picotá-lo, incluímos aqui no corpo da matéria,conforme já fizemos anteriormente com texto do poeta Thiago de Mello.
 
OS ESTABELECIDOS E OS HAITIANOS EM MANAUS
                                                                             
                         Benedito Carvalho Filho, Sociólogo, professor da UFAM
Um acontecimento recente vem sendo objeto de comentários na sociedade amazonense, como tem noticiado a imprensa local: a chegada dos haitianos para o Amazonas, que vieram em missão de paz, fugindo da miséria e da violência.
 A reação não tardou. O governador do Amazonas, Omar Aziz (PSD), filho de um imigrante palestino que se mudou para Manaus em 1968, sugeriu que o governo federal os abrigasse em Brasília, “em apartamentos de deputados federais”, conforme matéria publicada pela Folha de São Paulo assinada pela correspondente Kátia Brasil.
Uma colunista social do local foi mais longe e atacou os haitianos, chamando-os de “abusados”.  Como observou o jornalista Ribamar Bessa Freire na coluna que escreve para um jornal local, o texto da jornalista foi boçal e preconceituoso. Ela reclama que eles estão tomando conta dos empregos nas fábricas do Distrito Industrial e “como não sabem falar a nossa língua, trabalham caladinhos e até passam da hora sem cobrar nada”. Preocupada exclusivamente com o quintal de sua casa, sugere: “Por que os haitianos não ficam em Tabatinga ou vão povoar outros municípios do Amazonas?
No domingo, dia 29 de janeiro, o texto do jornalista amazonense, que reside no Rio de Janeiro, deu o que falar na cidade. Diversos comentários apareceram na rede virtual, alguns tecendo críticas à vinda dos haitianos, outros apoiando o direito desse novo imigrante se estabelecer na cidade. A polêmica continua.
Como sociólogo, os ossos do ofício me fez desconfiar de certas ideias que apareceram nos comentários, quer na internet, quer nas conversas informais que tenho ouvido em vários cantos, inclusive naqueles onde circulam pessoas mais informadas. Vejamos algumas:
 No imaginário de muita gente é possível perceber algumas ambigüidades muito interessantes de observar. Para alguns a cidade de Manaus aparece como uma ilha de prosperidade, onde o povo está empregado, morando bem, com todos os serviços disponíveis pelo Estado. A modernidade, o progresso está associado à chegada da Zona Franca, alimentada por uma propaganda maciça feita pelos governantes e assimilada pelos amazonenses e os forasteiros que por aqui chegam.
Ela é tão forte que os empresários gostariam de perenizar o enclave, como se o capitalismo trabalhasse conforme os seus desejos; como se tivessem poder para determinar a lógica do capital cada vez mais financeirizado e volúvel. 
 Assim, os haitianos teriam vindo para Manaus abalar esse sossego nessa ilha de prosperidade. Ah, não só esse povo caribenho que lutou bravamente pela sua independência (o Haiti foi o primeiro estado latino-americano independente), mas os intrusos paraenses que hoje constituem uma parcela significativa da população de Manaus e são objeto de gracejos preconceituosos, principalmente os mais pobres.
A cidade, portanto, tem os seus estabelecidos e os outsiders, conforme a denominação usada pelo sociólogo Norberto Elias no livro chamado “Os Estabelecidos e os outsides”, onde ele nos mostra como os da “comunidade” (os estabelecidos), lançando mão daquilo que Alfred Schutz chamou de fundo de conhecimento à mão (a sabedoria do senso comum), encaram os que vêm de fora (os estrangeiros, sempre vistos como os que vêm sujar o pedaço.
 Não era assim que os nazistas olhavam os judeus? Não foi em nome dos do pedaço que mataram milhões os não estabelecidos? Não é assim que vem sendo tratadas as populações pobres na periferia das grandes cidades brasileiras, conforme podemos perceber nos últimos acontecimentos, como a expulsão de moradores pobres de São José dos Campos, em São Paulo? O que tem sido os chamados processos de gentrificação, “revitalização do centro” senão a expulsão dos indesejados, os sujos do pedaço, os farrapos humanos, enfim os sem nada?
 Quem são esses negros intrusos que estão tomando conta dos empregos nas fábricas do Distrito Industrial, que não sabem falar a nossa língua, trabalham caladinhos e até passam da hora sem cobrar nada, como esbraveja a raivosa colunista local incomodada com a chegada dos novos estranhos?
Como se os estabelecidos, os proletários que se matam trabalhando nas fábricas da Zona Franca fossem trabalhadores conscientes de seus direitos, reivindicando melhores salários e se organizando sindicalmente.
Se a colunista social lesse o livro da psicóloga Rosangela Dutra de Moraes, da Universidade Federal do Amazonas, chamado Prazer e Sofrimento com automação, onde os trabalhadores e trabalhadoras expõem as suas condições de trabalho no Distrito Industrial de Manaus, veria que não somente os haitianos passam hora trabalhando sem cobrar nada, nem são os únicos caladinhos. Se a mesma colunista procurasse ser mais jornalista e se sujeitasse menos ao fundo de conhecimento à mão, certamente não emitira um comentário tão preconceituoso como esse, onde acaba jogando trabalhador contra trabalhador.
Sua sábia sugestão está condensada nessa pergunta: “Por que os haitianos não ficam em Tabatinga ou vão povoar outros municípios do Amazonas? Ou seja, sem ouvi-los, sem compreender o que está ocorrendo, a solução é enxotar os haitianos, que além de pobres, são negros, dois ingredientes que não cola bem na imagem que essa senhora faz do pedaço (ou do pedaço que ela imagina).
O governador tem a mesma solução, indignado certamente com a permissão do governo federal em permitir a entrada dos haitianos no Brasil: que o governo federal os abrigasse em Brasília, “em apartamentos de deputados federais”, conforme matéria publicada pela Folha de São Paulo, assinada pela correspondente Kátia Brasil.
Esse que, no passado, foi um outsiders, filho de um imigrante palestino, pelo menos não fez como o prefeito, esse estabelecido, que diante de uma moradora desesperada com a possível perda de sua moradia falou um pérola que ganhou destaque nacional e internacional: que morra, morra!Alguma semelhança com a chamada solução final nazista? A nossa classe dominante local, na sua boçalidade, surpreende. Às vezes parece surreal!
A questão dos haitianos está encoberta por um problema maior, além da xenofobia manifesta. Talvez o que não se quer discutir é a nossa realidade, ou seja, as várias Manaus que os detentores do poder, político, mediático local querem esconder. Os caribenhos que estão vindo para Manaus vão fazer parte (se o estabelecidos deixarem) da cultura local.
Uma cidade que possuíum dos piores IDH (Indice de Desenvolvimento Humano) do Brasil, e uma imensa população excluída dos benefícios da modernidade não tem o direito de se ufanar afastando os pobres, sejam eles nacionais ou internacionais. Aqui temos vários Haitis não resolvidos, o que nos faz recordar a pequena frase da música de Caetano: o Haiti é aqui. Só que queremos esconder esse mundo haitiano que temos dentro de nós. Foi com essa carga de preconceitos e em nome da pureza branca, de cristão civilizado, que foram dizimadas as populações indígenas, até hoje marcadas pelo preconceito por aqueles que se acham donos do pedaço. Quem ler os clássicos que estudaram a sociedade brasileira vão descobrir quais foram as populações mais exploradas de nossa história.
Temos nesse país uma classe dominante escravagista. A manifestação de seus preconceitos de vez em quando emerge não só naquilo que Freud chamava de atos falhos, mas diretamente através de gestos, comportamentos e falas, como da colunista social como do governador. A mentalidade escravagista não morreu, o conflito permanece, pois esse homem e mulher que parecem tão cordiais, no fundo, escondem um grande ódio do estranho, seja dos haitianos que estão chegando seja dos antigos estabelecidos, os índios, apeados de suas terras ao longo da história.
Bem vindos povo do Haiti e obrigado por terem iniciado a luta pela descolonização nessa imensa América Latina.

 

 

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292 Comentário(s)

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Míriam Carla Silveira de Almeida Romão comentou:
05/09/2019
Estou me achando muito sortuda por ter encontrado 0 TAQUIPRATI. Compulsivamente, larguei todas as minhas leituras para ficar só no "TAQUIPRAMIM", buscando compensar o tempo perdido. Parabéns ao Bessa pela qualidade do trabalho.
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Isa Fonseca (via FB) comentou:
06/07/2018
Veja trechos do artigo de Valdimir Safatle publicado na FSP (06/07/2018) Nesse horizonte, o estrangeiro é sempre um corpo estranho, principalmente quando ele faz ressoar todos os preconceitos ligados a passados coloniais que nunca passam. Mas, na dinâmica atual, esse dado de estrutura ganha novo contorno. Os imigrantes podem aparecer como a nova classe proletária, desprovida de tudo, a não ser de sua força de trabalho. Quanto mais precários os imigrantes, mais submetidos à paranoia social, mais fácil criar uma mão de obra sem direitos, facilmente descartável e pauperizada. Essa mão de obra enfraquece a possibilidade de pressão da classe trabalhadora por menos espoliação. Por isso, nunca foi uma questão de acabar com a imigração, mas apenas de submeter os imigrantes a um sistema de choque contínuo que permite a desvalorização extensiva do valor do trabalho. Ou seja, como os recentes estudos da OCDE demonstraram, os imigrantes não "roubam" empregos. Na verdade, eles permitem que o mercado de trabalho funcione em alto regime de espoliação, garantindo a sobrevida do capitalismo.
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Gonzalo Lema Trujillo comentou:
21/02/2012
Fiquei muito impressionado com a crônica na defesa dos haitianos imigrantes. Nao posso entender como no século XXI, quando tanto fala-se da globalizacao e dos direitos humanos, ainda tem pessoas que se referem àqueles (caso dos haitianos) em termos tao desprezíveis como os da colunista Mazé e o Prefeito de Manaus. Eu acho que, se todos os seres humanos desaparecerem do planeta terra, e só ficassem dois deles, na certa, um deles seria o dono da terra toda e o outro o seu escravo. Assim é a amb
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Ciro Dantas (1) comentou:
14/02/2012
Quem ganha com os haitianos abandonados em Manaus? Esses indivíduos trazidos pelo exército brasileiro, abrigados pela igreja católica e explorados de todas as formas por empresários inescrupulosos, recebendo salários de no máximo 300 reais, proporcionam um lucro fácil que tem como contrapartida o aumento do caos social: mortes por doenças preexistentes, violência...
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Ciro Dantas (2) comentou:
14/02/2012
Cabe perguntar:o que o estado brasileiro fez no Haiti todos esses anos? Ajudou a pacificar, certamente. Mas sera que nao seria melhor transferir capital intelectual para o haiti, fortalecendo esse pais, do que transferir sua populaçao para ca para servir de mão-de-obra barata e super-explorada? Será que o estado e alguns importante$ cidadãos brasileiros querem realmente ver o Haiti livre e forte?
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CIRO DANTAS comentou:
14/02/2012
QUEM GANHA COM OS HAITIANOS ABANDONADOS EM MANAUS? ESSES INDIVÍDUOS TRAZIDOS PELO EXÉRCITO BRASILEIRO, ABRIGADOS PELA IGREJA CATÓLICA E EXPLORADOS DE TODAS AS FORMAS POR EMPRESÁRIOS INESCRUPULOSOS, RECEBENDO SALÁRIOS DE NO MÁXIMO 300 REAIS, PROPORCIONAM UM LUCRO FÁCIL QUE TEM COMO CONTRAPARTIDA O AUMENTO DO CAOS SOCIAL: MORTES POR DOENÇAS PREEXISTENTES, VIOLÊNCIA... CABE PERGUNTAR:O QUE O ESTADO BRASILEIRO FEZ NO HAITI TODOS ESSES ANOS? AJUDOU A PACIFICAR, CERTAMENTE. MAS SERA QUE NAO SERIA MELH
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Bené comentou:
05/02/2012
Pode ser que eu esteja enganado, Bessa. Mas estou sentindo que um grande movimento racista, xenofofobo vai acontecer aqui em Manaus. Sinto que aumenta a intolerância e o que eu tenho ouvido nas conversas informais é de arrepiar. Espero que eu esteja errado. Confira com seus amigos.
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Renato Sismondi (2) comentou:
04/02/2012
Todo mundo aparece aqui defendendo suas posições, mostrando sua cara e sua identidade. Quer dizer, quase todo mundo, porque esse Mameluco prefere ficar no anonimato para defender suas ideias conservadoras. Suponho que o moderador saiba qual é essa identidade e podia muito bem revelá-la para a gente saber com quem está discutindo.
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Mameluco comentou:
04/02/2012
À parte as excitações e os passionalismos escrotais, o fato merece profunda reflexão. Os haitianos, movidos talvez por algum élan vital bergsoniano, estão chegando. A indagação primeira que nos ocorre é como eles estão chegando. O estado de direito democrático fixa regras para a imigração. Elas estão sendo observadas? Quem, efetivamente, os está acolhendo? A UFAM? O Prof. Bené? Ou o Prof. Babá? A interlocutora Vânia traz uma informação da mais alta relevância: é a milenar Igreja Católica quem o
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Paulo Bezerra (2) comentou:
03/02/2012
Parabéns Babá.A crônica com seus 2.212 acessos,figura entre as 3 mais lidas atrás apenas da A “Anta que virou elefante"com 3084 acessos e"Alô, Alô, Realengo"com 4.963 acessos.No entanto, já é a + comentada com 250 comentários,à frente do"Tacacá do Bolsonaro" com 244 e do “Alô, Alô, Realengo"com 217. Significa que quando se defende tese mais progressista a "gentalha" preconceituosa tasca a teclar alucinadamente,destilando todo o seu veneno.Cuidado,qualquer dia vão querer comer o teu fígado.Rsrsrs
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Paulo Bezerra (2) comentou:
03/02/2012
Parabéns Babá. Esta crônica "Ai de ti Haiti", com seus 2.212 acessos, já figura entre as três mais lidas. Atrás apenas da "A Anta que virou elefante num domingo espetacular" com 3084 acessos e, "Alô, Alô, Realengo" com 4.963 acessos. No entanto, já é a mais comentada com 250 comentários, a frente do "Tacacá do Bolsonaro" com 244 e do "Alô, Alô, Realengo" com 217. Isso significa que quando a crônica defende uma tese mais progressista a "gentalha" preconceituosa se tasca a teclar alucinadamente, d
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Renato Sismondi comentou:
03/02/2012
Não percamos o foco. O foco é sobre a migração haitiana em Manaus, sobre a tolerância, sobre a solidariedade (ou falta dela). O importante é que, lendo os comentários, tomo conhecimento de que se está organizando uma ajuda efetiva e não meramente assistencialista aos haitianos. Isso aqui acabou virando um forum interessante de discussão e informação.
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VANIA NOVOA TADROS comentou:
03/02/2012
A blogueira cubana Yoani Sánchez saberá hoje se poderá ao Brasil para a exibição do documentário "Conexão Cuba-Honduras". Embora já tenha visto emetido pelo Brasil para entrar aqui o governo ditatorial cubano já lhe negou cinco vezes a autorização de sair de lá.Tentou, sem êxito, falar com a presidente Dilma quando ela esteve em Cuba.
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Márcio Lira comentou:
03/02/2012
A Vania Trados apoia a Maze e toda corja dizendo que o problema não deveria existir aqui e cobra uma postura da Dilma para resolver o problema em Cuba. CALA A BOCA, VANIA!!!!
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Vera (do Acre) comentou:
02/02/2012
Suas crônicas,como a "Ai de ti, Haiti!",são especiais,conseguem fazer pessoas refletirem e, consequentemente a partir dessa reflexão,transformam a sociedade.Parabéns! O Acre também recebeu centenas de haitianos e ao que parece, eles estão recebendo apoio do governo do estado e do município onde estão concentrados.Entretanto, pessoas entrevistadas nas ruas de Brasileia também demonstraram posicionamento preconceituoso e egoísta de que eles jovens tomarão empregos dos acreanos (é lamentável!).
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Heleno Pasuch comentou:
02/02/2012
Sou do RS e estou pensando em ir a Manaus e contratar alguns haitianos para trabalhar comigo. Temos um grupo de empresas que fabrica valvulas para petroleo. Voce pode me dar algumas informacoes de aonde eu devo ir em Manaus para falar com esse pessoal? Aguardo contato
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Daniel Canosa comentou:
02/02/2012
Me pareció muy interesante esta crónica, acabo de difundirla en un par de listas de bibliotecología, seguramente lo habrás leído, pero me hizo acordar a un texto de Eduardo Galeano sobre Haití cuyo libro compré hace un tiempo, te dejo dos accesos: http://www.cubasi.cu/index.php?option=com_k2&view=item&id=1042:hait%C3%AD-pa%C3%ADs-ocupado-un-art%C3%ADculo-de-eduardo-galeano http://www.ongd-clm.org/component/content/article/1-latest-news/1460-la-historia-silenciada-haiti-eduardo-galeano
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Artixx (Assaz Atroz) comentou:
01/02/2012
Beleza Bessa, curti muito o texto, bonito, incisivo e contundente como são os manauaras de nosso tempo. Parabéns caboclo.
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Samuel(Blog samuelambrosio) comentou:
01/02/2012
Parabéns ao conhecido e renomado José Ribamar Bessa Freire que publicou no Diário do Amazonas, por meio de seu blog "Taqui pra ti", um artigo desconstruindo as visões distorcidas da Mazé Mourão, ilustríssima membro da falida Academia Amazonense de Letras.
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Maresa (Blog paraensedeminas) comentou:
01/02/2012
Sábias palavras.Kd a civilização?Quem concorda com as palavras da jornalista não tem noção como MAIS um ato de preconceito e racismo de Manaus repercute mundo a fora.É péssimo pra economia,pro turismo,minha mãe que mora em MG vinha passar carnaval comigo e conhecer Manaus (deixar dinheiro).Com mais essa Não vem mais.Imagem na Copa 2014. Brasil é um país democrático,graças a essa politica democrática do país que Manaus tem a ZFM, que tirou milhões de amazonense da miséria e da fome. Não esqueçam…
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Elisângela comentou:
01/02/2012
AMA HAITI, AMA HAITIANOS. Tem um projeto chamado “Ama Haiti” que ajuda os haitianos em Manaus, tem muita gente jovem que está participando de forma solidária. A sede é no Parque Dez, na rua F, 202, Conjunto Shangri-lá I. O grupo já arrecadou muitos donativos que foram distribuídos entre os haitianos. Conseguiram também organizar um curso de português. Manaus solidária reage desconsiderando as palavras do governador e do colunismo social.
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Maria Carlota Rosa (1) comentou:
01/02/2012
Parabens pelo artigo! Essa história é aterradora.Temos tropas lá para a paz - Cité Soleil é um nome ironico agora.E não podemos organizar essa chegada,integrar essas pessoas? Eu só consigo me lembrar da situação do final do XIX quando nossas autoridades se preocupavam com a febre amarela, porque ela impedia o branqueamento da população,mas não com a cólera (“a doença do passado”), que matava preferencialmente os negros. Se tiver paciencia, veja Ghosts of Cité Soleil.Mando link da primeira parte.
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Maria Carlota Rosa (2) comentou:
01/02/2012
http://www.youtube.com/watch?v=H2M4DFO_Dj4 Se gostar,as demais partes aparecem ao lado no Youtube. Fala sobre dois lideres Chimeres. Lembra muito uma realidade bem perto de nos. Em paralelo com nossa casa, com nossas periferias, Cite Soleil está a apenas duas horas de Miami. É como ir do Jacarezinho à Gávea!Wyclef Jean, que assina a trilha musical (assinou também a de Hotel Rwanda) é um rapper haitiano, que foi impedido de concorrer às últimas eleições do Haiti.
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VANIA NOVOA TADROS comentou:
01/02/2012
UMA VERGONHA DILMA EM CUBA. EMBORA O BRASIL ESTEJA FINANCIANDO A COSTRUÇÃO DE PORTOS EM CUBA,NÃO TEVE CORAGEM DE LUTAR PELOS PRESOS POLÍTICOS DA ILHA QUE ESTÃO MORRENDO SEM ASSISTÊCIA MÉDICA
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Nise Lobo comentou:
01/02/2012
GENTE. Ao invés de vocês ficarem crucificando a Mazé, por quê voces não começam uma campanha de arrecadação de alimentos, casas, terrenos, etc..Falar é facil. MÃOS A OBRA.
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Betina (Blog Lima Coelho) comentou:
01/02/2012
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Ivette Gomes Moreira (Blog Lima Coelho) comentou:
01/02/2012
Os haitianos merecem todo o nossos apoio. Nenhum ser humano merece viver uma vida como a que eles tem vivido, antes e depois do terremoto. Dona Mazé é uma coitada que pensa que, por ser colunista social é uma grande coisa. O que é uma colunista social? Não serve para nada no jornal então vai ser colunista social, destilando besteirol e preconceitos. Mais uma vez, parabéns prof. Bessa.
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João Antonio (Blog Lima Coelho) comentou:
01/02/2012
De fato, a saga dos haitianos é de bravura, mas muito triste
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Núbia Figueiredo (Blog Lima Coelho) comentou:
01/02/2012
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Mabel ((Blog Lima Coelho) comentou:
01/02/2012
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Janice Lobato (Blog Lima Coelho) comentou:
01/02/2012
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Graciete Lobão (Blog Lima Coelho) comentou:
01/02/2012
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Paula Moreira (Blog Lima Coelho) comentou:
01/02/2012
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William Porto (Blog Lima Coelho) comentou:
01/02/2012
É muito reconfortante ler este texto de solidariedade aos haitianos. Esse governador, essa colunista e o setor do governo que expulsou os haitianos não expressam o sentimento de humanidade dos brasileiros. Foi um ato vergonhoso a expulsão. E priu. Valeu, Mestre Bessa, você é um justo. ________________________________________
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Leila Jalul (Blog Lima Coelho) comentou:
01/02/2012
Professor Bessa, seu texto é mais que uma lição. Achei interessante artigo publicado no Blog do Altino Machado que, tanto quanto o seu, enseja reflexões. O título é HAITIANOS HOJE, NÓS AMANHÃ? Há muito mais brasileiros em países vizinhos do que haitianos aqui. O autor é Foster Brown. geoquímico, pesquisador do Woods Hole, professor da Universidade Federal do Acre, cientista do Experimento de Grande Escala Biosfera Atmosfera na Amazonia (LBA) e membro da Iniciativa MAP de Direitos Humanos.
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Gina Couto comentou:
01/02/2012
Obrigada camarada, este seu artigo esclarecedor e baseado em fatos irrefutáveis; posso reproduzir-lo para o MST/SC e Consulta Popular?
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Leonardo (Blog da Amazonia) comentou:
01/02/2012
São todos seres humanos. A maioria parece querer esquecer disso. Se é pra ajudar, ajudaremos a todos: brancos, negros, amarelos… Quando os ricos vão à falência, os governos ajudam as suas empresas com milhões/bilhões. PAREM DE SER HIPÓCRITAS. O texto é muito bom, prabéns.
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Anita Rocha ( Blog da Amazonia) comentou:
01/02/2012
Manaus é mistura de nacionalidades.Quem rejeitar os haitianos?São aqueles que tem os seus antepassados também fugindo do seu país para no final se instalar aqui? É, porque são raros os que viviam muito bem em seus países e mesmo assim resolveram mudar e viver morar aqui. Portanto, aqueles que não querem os haitianos também devem ir embora, vocês não são daqui. Não esqueça o ditado popular: Não faça com os outros aquilo que não quer que faça com você ou seu antepassado.
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Maria José de Andrade 1(Blog Amazonia) comentou:
01/02/2012
O problema aqui não é hospitalidade e solidariedade, é demagogia,hipocrisia.Os refugiados foram para o AM, mas os recursos para os haitianos saem de todas as regiões do Brasil. Piedade não é privilégio de Manaus, se for assim SP é a cidade com o maior número de imigrantes do Brasil.A questão aqui é já ter brasileiro de sobra passando fome,sem teto,sem trabalho.Tem mais de 1 milhão de desempregados brasileiros!Por outro lado, os haitianos vão se tornar mão de obra barata, o que empresário
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Mario José de Andrade 2(Blog Amazonia) comentou:
01/02/2012
Brasil precisa resolver problema do brasileiro pra depois fazer política da boa vizinhança.A situação terrível do Haiti,gostaria de ajudar,mas preciso 1º. sustentar meus filhos trabalhando 12 horas por dia(custo de vida no Brasil é alto), pagando impostos exorbitantes,não sou xenofoba,meus avós eram imigrantes,mas vieram em época em que não havia mão de obra aqui, trabalharam na lavoura, sofreram muito, mas se organizaram, criaram sindicatos e não participaram da escravização dos nossos negros.
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Mayanna Velame (Blog da Amazonia) comentou:
01/02/2012
Interessante como imigrante sofre em qualquer lugar do mundo. É fácil dizer que o governo não tem condições de acolher os Haitianos.Se Manaus não os suporta, temos o restante do Estado do AM que é imenso, cheio de terras e de regiões com números pequenos em termos de demografia. O que vejo, são traços de XENOFOBIA contra esse povo, que apenas deseja recomeçar a vida…Pensar um pouco no nosso próximo, não custa nada. Um pouco de compaixão é sempre válida!
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Marco comentou:
01/02/2012
O Haiti tem uma história gloriosa. Foi a única vez na história da humanidade em que uma insurreição de escravos derrotou as potências coloniais, aboliu a escravidão e tomou o poder, proclamando a Independência (a segunda das Américas) em 1804. Nesta época, as autoridades brasileiras vigiavam e perseguiam qualquer haitiano que ousasse vir para cá.
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VANIA NOVOA TADROS comentou:
31/01/2012
TORQUEMADA, IMPLACÁVEL INQUISIDOR ESPANHOL DO SÉCULO XV, PERDE PARA MUITA GENTE QUE ESTÁ POSTANDO AQUI NO SITE. JÁ ATÉ AMEAÇARAM A MAZÉ COM O FOGO DO INFERNO. ALIÁS, ALGUNS SERMÕES DAQUI TEM UM CUNHO DO CRISTIANISMO MEDIEVAL SOBRE PIEDADE, HOSPITALIDADE,ASSISTENCIALIMO.OS "INTECTUAIS", SEM BONS ARGUMENTOS APELAM PARA O ANTERIORMENTE CRITICADO.
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Aparecida Souza comentou:
31/01/2012
Os amazonenses podem ajudar haitianos residentes em Manaus com doações. A Pastoral do Migrante da Igreja Católica recebe alimentos perecíveis e não perecíveis, roupas, sapatos, materiais de higiene pessoal e outros itens, móveis e eletrodomésticos,geladeira, ventiladores, cama, colchão e fogão. As doações são feitas na Igreja do São Geraldo (Av.Constantino Nery) e Igreja dos Remédios (Centro) onde funciona o Serviço de Pastoral do Migrante. Mais informações pelo telefone (092) 3232-7257.
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Rosângela Campos (Diario do Amazonas) comentou:
31/01/2012
Uma aula de História, Geografia, Antropologia, Sociologia, Ética. Isso, sim, é um texto digno de aplausos. Demonstra que em Manaus, há, sim, jornalistas na acepção da palavra. E que, felizmente, é a maioria, a despeito da existência de Mazé Mourão. Parabéns Prof. Bessa: UMA TACADA DE MESTRE!
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maria justina lebre (Diario do Amazonas) comentou:
31/01/2012
Professor tive a honra de ter sido uma das suas alunas no curso de Comunicação. A admiração de ontem permanece hoje.Suas cronicas são um apelo constante á dignidade do ser humano e as criticas realmente nos alertam para os que usam o preconceito como forma de tentar manipular o próximo contra o seu semelhante. Parabens, sou sua constante leitora. um abr
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Juju (Diario do Amazonas) comentou:
31/01/2012
Bom texto,Bessa.Gostei bastante do que escreveu ALICECHELLY,foi esclarecedor.Tb achei infeliz a Mazé em relação aos haitianos, mas me recuso jogar pedra como protesto.De um jeito negativo ela me fez refletir sobre o que EU já fiz em relação a situação dos haitianos,em que contribui?Antes de mudar a Mazé… tenho que mudar meu comodismo e começar a agir… e começarei a fazer isso dentro da minha escola… Aconselho vcs que façam o mesmo de onde estiverem… retratação não muda a situação dos haitianos….
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Luciane (Diario do Amazonas) comentou:
31/01/2012
Após aquele artigo infeliz, achei que o mundo estava perdido qdo vi um professor de Direito (conhecido meu) apoiar o referido artigo, e ainda dizer que a autora foi mal interpretada…Graças a Deus, nem tudo está perdido…e o bom senso prevaleceu! Liiiiiiindo artigo professor Bessa, e vamos apelar para a magia para ajudar nossa irmã ariana, a Mazé!
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Teophilo (Diario do Amazonas) comentou:
31/01/2012
Mazé, em seu texto, apenas expõe a face de uma elite boçal. Nesta terra somos imigrantes, a não ser aqueles que ficaram pendurados nas árvores do vale do Rift na Africa. Mas serve também para mostrar que “cultura”, “inteligência” e “títulos” não trazem necessariamente amor ao coração das pessoas. Imagine se ela aceitaria alguém tratar assim o seu filho – um imigrante de sucesso nas terras do Tio Sam -, mas ainda assim um imigrante. Pimenta nos dos outros é sempre refresco!
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Teophilo (Diario do Amazonas) comentou:
31/01/2012
TÔ SENTINDO FALTA DOS COMENTÁRIOS DA VÂNIA TADROS, UMA DESCENDENTE DE HONRADOS IMIGRANTES, DA MESMA CEPA DO COMANDANTE VENTURA E DO QUERIDO ARMANDO. (A CAIXA ALTA É UM HOMENAGEM AO SEU ESTILO DE ESCREVER)
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Glauco (Diario do Amazonas) comentou:
31/01/2012
Burgueses que não enxergam no horizonte a grande força de trabalho a produzir riquezas no estado do AMAZONAS E em todo o Brasil, e por isso que nossos jornais da capital do AMAZONAS são pobres de conteúdo de conhecimento em geral, pois possuem com exceções “jornalistas” que escrevem notas (artigos) anti-humanitários, egotistas ferindo assim nossa hospitalidade e cordialidade amazonense por puro preconceito de cor, raça e etnia, não nós representam como população somente a seus interesses.
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Laurianne Franco (Diario do Amazonas) comentou:
31/01/2012
Obrigada pelo texto. Tão bom ainda ver que não se está só no pensamento de que “outro mundo é possível”. Indico http://www.naosenhor.com.br/2012/01/manaus-nunca-sera-nem-liverpool-nem.html
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Pry (Diario do Amazonas) comentou:
31/01/2012
Como é prazeroso ler um artigo com conteúdo, amo pessoas inteligentes que sabem usar um espaço visto por muitos para sensibilizar as população e fazer com que reflitam principalmente sobre a solidariedade com os haitianos, um povo tão sofrido que vieram em busca de uma vida melhor. Parabéns
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Marco Antonio (Diario do Amazonas) comentou:
31/01/2012
Seu brilhante texto lavou a alma dos homens de bem desta cidade, é bem visível que a jornalista em questão não conhece a historia de seu estado !obs : sem falar que o filho dela mora nos estados unidos ou seja ele e imigrante baré na terra do Tio Sam!
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Patrícia 1 (Diario do Amazonas) comentou:
31/01/2012
Obrigada Bessa, endosso cada uma de suas palavras!Espero que Mazé Mourao se retrate, mas digo mesmo por caminho tortuoso o texto dela abriu um debate importante que ate entao estava quieto. Como diz a bíblia:de tudo devemos reter o que é bom!Li comentario de funcionaria da ONU e o que ela falou é algo que desde antes do terromoto penso: O Brasil, pra conseguir posto de membro do comite permanete de segurança da ONU, pra ficar bem na foto se meteu na linha de frente na ajuda humanitaria ao Haiti
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Patrícia 2 (Diario do Amazonas) comentou:
31/01/2012
Na minha opiniao foi atitude descabida (ate pq se fosse pra deslocar militares a trabalho, mandassem pras fronteiras da Amazonia que esta descoberta, onde o narcotrafico impera livre e solto,só isso ja era suficiente como tarefa de casa por decadas ),mas enfim o Governo Federal do Brasil assumiu o controle da ajuda militar.Por vontade da natureza em 2010 teve a tragedia e o que era ruim ficou pessimo,ai o Brasil que ja estava na frente ficou mais a frente ainda na questao da ajuda humanitária.
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Patrícia 3 (Diario do Amazonas) comentou:
31/01/2012
A situaçao no Haiti é degradante,pessoas morrendo de colera,brigando e ate se matando por alimentos,vendendo o pouco que tem pra fugir da fome,violencia, morte.A alternativa desesperada é migrar, e agora o mesmo governo federal tem que assumir a situaçao dos refugiados como um todo e nao pela metade.Nao sei como funciona, mas o trabalho da esfera federal nao deve se limitar a emissao de visto,tem que oferecer estrutura pra que os refugiados sejam abrigados, ajuda finaceira as entidades de apoio
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Patrícia 4 (Diario do Amazonas) comentou:
31/01/2012
(eles tem que comer,sabonete,transporte,gás,colchão,roupa,remédios etc) ajuda pra pagar pessoal,mobilizar voluntarios e isso nao cai do ceu.Entendo desabafo do Governador, esta sendo cobrado por coisa que nao é responsabilidade exclusiva do Amazonas.Cada um de acordo com a sensibilidade, possibilidade, convicçao religiosa, moral faça sua parte pra contribuir positivamente (no debate ou ajuda mais pratica),mas acho que é hora do governo federal mostrar a cara, assumir o gerenciamento da situaçao
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Helisam 1 (Diario do Amazonas) comentou:
31/01/2012
Reluto em falar novamente, mas o pessoal que não aceita imigrantes, tem medo ou não quer crescer, haitiano é um povo esforçado, todo dia vejo aos montes de madrugada, eles saindo de casa pra procurar emprego como todo amazônida(minoria), teve um caso de um empresário que para fazer o gosto de uma amiga contratou 3 haitianos, hoje ele tem mais de 70, pq o povo trabalha direitinho, amazonense é acomodado(Me perdoem se ofendi alguém, como jaraqui e farinha),
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helisam 2 (Diario do Amazonas) comentou:
31/01/2012
mas é a pura verdade, queremos escolher emprego e eles não, um salário minímo é quase o triplo que eles ganhariam lá e temos fartura de empregos, apenas faltam pessoas qualificadas, diga-se de passagem no item anterior sobre a preguiça, mas eu aceito a vinda deles de forma ordenada, eles estão ajudando o Brasil! Creio que eles assumiram essa terra como segunda terra natal, pois não pensam em voltar! Eles ajudarão gente! Pausa para o café xD
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Karl Marximian (Diario do Amazonas) comentou:
31/01/2012
Não acho o texto de Mazé intelectual, muito pelo contrário, não falar nada que não possa ser observado por um olhar preconceituoso e superficial.
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Pat Diniz (Diario do Amazonas) comentou:
31/01/2012
Professor Bessa… texto maravilhoso e idéias brilhantes!!!
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Gigi (Diario do Amazonas) comentou:
31/01/2012
PARABÉNS!!!! EXCELENTE TEXTO! Que o senhor continue nos encantando com seus textos históricos e cheios de vida! Como é bom fazer uma leitura dessas, um histórico da nossa Manaus!!! BRAVO!!! BRAVO!!!
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Leonardo (Diario do Amazonas) comentou:
31/01/2012
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Felipe Negrão (Diario do Amazonas) comentou:
31/01/2012
Como sempre o Mestre Freire arrasando nas palavras! PALMAAAAAS! Adoreeei
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Fanny Barbosa (Diario do Amazonas) comentou:
31/01/2012
Creio em Deus,parto da premissa aqui se faz aqui se paga, o inferno é aqui e a senhora que escreveu esse texto ridículo,infeliz, pode até ter um teto pra viver, uma bolsa da Vitor Hugo, um Sapato da Datelli,mas no fim dou mais valor a Um Haitiano, do que a ela que não vale sequer o prato de comida que come! “Quem nunca passou fome,não sabe a dor de que faz no estomago”,eu já falei Manaus é grande e eles estão aqui pra recomeçar, viver e buscar algo além da tristeza e miséria.Parabéns pelo Texto
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Shirley (Diario do Amazonas) comentou:
31/01/2012
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Mychell Landersonn (Diario do Amazonas) comentou:
31/01/2012
Obrigado Sr. Ribamar Bessa Freire un magnifico trabalho–… felicidades!!!!!
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João (Diario do Amazonas) comentou:
31/01/2012
Salve Ribamar Bessa, você sabe como ninguém acalentar nossos pensamentos, com textos sóbrios e dignos de reflexão!O Haiti não pode ser aqui, mas há espaço pra todos! O sol nasce pra todos,mas quem quer ficar na sombra que fique! Texto infeliz da nova ariana Mas Zé!
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Rachel Lyra (Diario do Amazonas) comentou:
31/01/2012
Finalmente, é isso! Sensacional! Parabéns ao autor
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Juarez Silva (Diario do Amazonas) comentou:
31/01/2012
Excelente Bessa !, já estou dando link a partir da postagem correlata que estou concluindo em meu blog.
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helisam (Diario do Amazonas) comentou:
31/01/2012
Matéria digna, como antes já vista… Merece meus parabéns pelo absoluto texto e contexto… Os haitianos são bem vindos, só assim os amazônidas acordaram pra realidade!
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simone says: (Diario do Amazonas) comentou:
31/01/2012
Desconsiderando o que aquela senhora teve a infelicidade de publicar, parabens pela materia, acredito que independente na nacionalidade, raca, religiao, ninguem eh melhor que ninguem e todos merecem oportunidades.
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Silva (Diario do Amazonas) comentou:
31/01/2012
Só pra lembrar que um filho da Mazé que é imigrante nos EUA, seu amado dançarino. Pergunto se ela desejou em algum momento que recebessem seu filho como ela tá recebendo os haitianos?
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Hiran (Diario do Amazonas) comentou:
31/01/2012
Otimo post! A ajuda dos politicos tem que acontecer pra organizar eles aqui fazer uma inclusao digna na sociedade…Com certeza eles vieram atras disso e nao atras de mais crimes
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Lorena (Diario do Amazonas) comentou:
31/01/2012
Achei arrogante o termo “fugindo da seca”. Pq sempre acham que Nordeste só eh seca? Quem foi pra o Norte foi em busca de novas oportunidade e nao em fuga desesperada.
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Glauco (Diario do Amazonas) comentou:
31/01/2012
VEJA A ROTA DE FUGA ANTES DE ESCREVER ASNEIRAS……zzzzzzz http://www.mundosustentavel.com.br/2012/01/brasil-haitianos-e-os-desafios-da-lei-de-migracoes/
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Anne Pauline Medeiros (Diario do Amazonas) comentou:
31/01/2012
Belas palavras Prof. Bessa! Repudio totalmente aquele artigo de Mazé Mourão, com sentimentos de preconceito. Esta terra (amada terra) se fez de imigrantes desde sua fundação, com mão de obra de escravos indígenas. Sim, o Brasil é um país ainda desorganizado que não dá conta nem de seus habitantes, mas daí negar ajuda aos haitianos com essa desculpa. Realmente é muito preconceito.!!!!
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Thiago Carvalho (Diario do Amazonas) comentou:
31/01/2012
Fico muito feliz em ler coisas construtivas iguais as suas… Gostaria de saber como faço pra acompanhar o seu trabalho.. Desde já declaro a VERGONHA de ter o sr.Omar Aziz como governador do meu amado Estado…
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Jackson Leite 1 (Diario do Amazonas) comentou:
31/01/2012
Enfim um texto louvável sobre haitianos em Manaus. Postei ontem sobre matéria da morte de um haitiano na zona leste: pessoas reclamam tanto dos haitianos, colocam culpa neles por tudo e com vontade de expulsá-los, não merecem se vangloriar e dizer aos 7 ventos que vivem em cidade sub-sede da Copa de 2014. Talvez essas pessoas não mereçam nem o solo fértil que pisam. Como pode uma pessoa sentir orgulho de viver em uma cidade que será sub-sede se é, de forma tão intensa, hostil a estes imigrantes?
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Jackson Leite 2 (Diario do Amazonas) comentou:
31/01/2012
Como pode uma sub-sede da Copa receber inúmeros turistas, se grande parte de sua população não aceita e nem recebe bem estas poucas centenas de haitianos que querem apenas trabalhar e ajudar suas famílias!? Fico exorbitantemente chocado e triste quando vejo comentários maldosos e preconceituosos em relação aos haitianos. Parece até que todo mundo leu ‘Mein Kampf’ neste final de semana. Isso é lastimável. Vendo essa manifestação de boa parte da população, fico triste, muito triste mesmo,
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Jackson Leite 3 (Diario do Amazonas) comentou:
31/01/2012
pois os haitianos não tem nada a roubar do povo manauara, mas sim colaborar para o crescimento da economia local e aumento da mão de obra que é pouca, já que a grande parte dos amazonenses esperam seu emprego cair no seu colo, enquanto estão sentados no seu sofá. E o mais irônico é que as pessoas que mais criticam os haitianos, são justamente essas que esperam o seu emprego cair no colo, dos ceus. Parabéns pelo texto!
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fred demasi (Diario do Amazonas) comentou:
31/01/2012
não demora muito, vai ter HIATIANO escrevendo melhor que o Michael Vieira
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Márcio Pinto (Diario do Amazonas) comentou:
31/01/2012
O texto da colunista social Mazé é preconceituoso e infame. Esse Ribamar parece que é da mesma linha de pensamento que a Mazé, no final do texto faz ameaça a própria. Muito triste assistir pessoas com grande conhecimento e instrução falarem tanta besteira,verdade os Haitianos merecem oportunidade de vida e acolhida de Manaus, agora peço favor, se mobilizem com desempregados oriundos de Manaus, com pais e famílias que nao têm nem um pedaço de pão pra tomar café, ou seja, nao têm o que comer.
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Márcio Pinto (Diario do Amazonas) comentou:
31/01/2012
ainda quer transformá-la em pessoa inteligente com magia negra. Tá usando bem sua inteligência, hein Ribamar Bessa!
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Junior (Diario do Amazonas) comentou:
31/01/2012
Acredito que você, Michael Vieira, precisa de mais “qualificação” pra poder comentar sobre algo. Um curso de Gramática ajudaria.
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Lucinaia Nogueira (Diario do Amazonas) comentou:
31/01/2012
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Rallf Silva (Diario do Amazonas) comentou:
31/01/2012
Chupaaa Maze Mourao! se retrate ou vaza daqui de manaus, pois ja nao és bem vinda!
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artur mamede (Diario do Amazonas) comentou:
31/01/2012
Logo espalharão boatos de que eles trazem doenças, roubam crianças, comem carne humana em rituais e outras asneiras.Infelizmente,muitos vão acreditar.Isso acontece em cada leva de imigrantes chegados no Brasil, e qdo esses imigrantes se estabilizam e formam famílias brasileiras, os detratores vão até eles pedir emprego. o medo é de ver alguém de fora se dar bem na vida. mas quando é com italiano e portugues,vira até novela de tv, são heróis bondosos e tal. por que haitianos não podem ser heróis
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