CRÔNICAS

Curumim: o Anjo da História

Em: 21 de Fevereiro de 2021 Visualizações: 1396
Curumim: o Anjo da História

- Professor, eu posso fazer a prova só com charges?

A pergunta inusitada me deixou engasgado. Estávamos numa sala de aula do velho ICHL em 1978. Era a avaliação final na disciplina História da Cultura e dos Meios de Comunicação. A questão formulada pedia que alunos do Curso de Jornalismo da Universidade Federal do Amazonas desenvolvessem o tema sobre a indústria cultural e seus efeitos sobre a cultura popular regional, tendo duas referências: os teóricos da Escola de Frankfurt e, para a realidade local, “O Complexo da Amazônia” de Djalma Batista, autor que os alunos haviam entrevistado.

Como dar conta, em charges, de algo tão complexo e abstrato como as “Teses sobre a Filosofia da História” de Walter Benjamin, que havíamos trabalhado em sala de aula numa tradução datilografada feita pelo teólogo alemão Paulo Suess, na época residindo em Manaus?  Ou o pensamento crítico de Theodor Adorno?

Surpreendido, hesitei em responder. Afinal, esperava de cada aluno um texto expositivo dentro das normas acadêmicas, como é praxe, e não imagens ilustradas de um cartum. Decidi, no entanto, aceitar o desafio porque, pensando bem, a charge cabia no comentário de um texto que representa a História com uma imagem: a de um anjo. No quadro Angelus Novus desenhado a nanquim, giz pastel e aquarela por Paul Klee, mencionado no artigo de Benjamin, o anjo da História está de costas para o futuro, fitando o passado em ruínas com os olhos esbugalhados, a boca dilatada e as asas abertas diante de um monte de escombros, frente a uma catástrofe que não deixa lugar à esperança. Imagem de atroz atualidade. Dei o sinal verde:

- Vamos tentar. Se você acha que pode comentar o tema com charge, vai fundo. 

O Quino Baré

Foi mesmo. As suas charges mostravam que havia compreendido tudo. O essencial estava lá, condensado em imagens que dialogavam com a Mafalda de Quino, cujas historinhas circulavam em jornais do mundo todo, em mais de 30 idiomas, abordando a manipulação da mídia, a lavagem cerebral, a propaganda massiva da TV, a derrota do pensamento.

Alguns chargistas são bons de argumento, mas ruins de traços, o próprio Jaguar com um exagerado senso de autocrítica se coloca nesse grupo. Outros são bons de traço, mas pecam no conteúdo. Mário Adolfo Aryce de Castro – esse é o nome do aluno chargista - reúne as duas qualidades.  Fiquei deslumbrado. Nota Dez para o Quino Baré, que com alguns riscos elaborava um discurso potente carregado de ironia, satírico, capaz de explodir preconceitos, de ridicularizar o poder e de nos fazer rir de nós mesmos.

A partir desse dia, Mário Adolfo passou a fazer circular suas charges em sala de aula, abordando temas que questionavam a autoridade na relação professor-aluno, a hierarquia na universidade, mas também a vida, a militância política, sempre com um olhar questionador e sacana. Por trás do traço leve, o riso. Por trás do riso, a crítica.

Chargista até quando escreve, ele desenha imagens com o verbo. Narrou com palavras um fato ocorrido em sala de aula, em junho de 1978, em pleno verão amazônico. O clima abafado, sonolento, o ventilador que range na sala de aula e solta um vento morno, já é quase meio-dia, hora em que macaco assobia, panela no fogo e barriga vazia. Os alunos cansados, com fome, desinteressados. Quem lê, vê as imagens:  

- O professor Bessa, entre um cigarro e outro, perdido no emaranhado do viçoso bigode e tirando a cada momento as madeixas de cabelos lisos que cobriam as lentes dos óculos fundo de garrafa, esforça-se pra explicar a teoria de como o poder econômico coopta os meios de comunicação de massa, explora os trabalhadores, bajula a ditadura e deixa o povo na merda. Mas faz uma pausa ao perceber o estado de marasmo e de indiferença dos alunos do 3º período do curso de Comunicação da UFAM. A maioria sonolenta e sem muita vontade de ouvir a eloquência do Babá, que parecia estar pregando no deserto.

- Pessoal, não gostaria de ter que falar isso - advertiu o professor - Eu não acho honesto ganhar meu salário e vocês ganharem os créditos sem que se efetive o processo de ensino-aprendizagem.

Foi aí que Mário interrompeu sua narrativa com palavras-charge que acabaram com a aula:

-  Então, ficamos combinados. Passa a grana pra gente e pode ficar com os créditos!

Porantim

Esse era o Mário Adolfo. O episódio rendeu charge. Duas colegas criaram a Editora Artesanal MEG/CLE para editar ainda em 1978 “É a tua cara”, o primeiro livro do nosso artista prefaciado por este professor aqui encantado com a arte do aluno brilhante. Não posso deixar de reproduzir minha última frase:

- Mário Adolfo, chargista de sensibilidade aguda e admirável intuição, nos ensina a olhar o mundo que nos cerca. Pode figurar em qualquer publicação nacional tipo “O Pasquim”. Tenho o prazer de anunciar que fui o primeiro a descobrir isso. Profetizei: “Guardem esse nome: Mário Adolfo. Ele vai longe”.

Foi longe mesmo. Fazia parte de uma geração talentosa da área de comunicação e literatura com quem tive a sorte de conviver em sala de aula, entre eles Otoni Mesquita, Carlos Rubens, Natasha Fink, Torrinho, Wandler, Ivânia Vieira, Sérgio Bartholo, Verenilde Pereira, Bernadete Andrade e tantos outros que se destacaram no mundo das artes e do jornalismo.

Dois anos depois, em 1980, ele se formou. O convite de formatura, criação sua, era um livreto que trazia uma história em quadrinhos com enredo, personagens e diversos recursos gráficos. Na capa, a porta da universidade se abre dando um pontapé na bunda de um inconformado, anunciando autoritariamente: “Teje formado”. As páginas interiores trazem sua visão crítica sobre a universidade. Pronto. Os 24 alunos da turma estavam todos formatados.

Ainda como estudante, o chargista aceitou o convite do Porantim, um jornal mensal em defesa da causa indígena editado pelo CIMI – Conselho Indigenista Missionário, do qual o redator chefe era eu. Os primeiros números mimeografados e depois os impressos em offset contaram com o trabalho voluntário de Mário Adolfo, cujas charges criticavam a política indigenista da ditadura militar, seu famigerado projeto de “Emancipação”, os conflitos em terras indígenas, a discriminação. Teve até um número internacional redigido em inglês.

A distribuição nacional incluía as aldeias indígenas, mas devido às críticas aos internatos, a FAB e os salesianos não deixavam o jornal entrar no Rio Negro. Mário Adolfo, duas colegas e eu transportamos, então, em nossa bagagem, cem exemplares de um dos números para São Gabriel da Cachoeira, que de lá subiram os rios Vaupés, Tiquié e Içana levados quase clandestinamente por mãos indígenas. 

Várias charges ganharam a capa do jornal, como a que apresenta um confronto entre o brigadeiro Protásio e um líder Tukano (nº 17, abril 1980) e o número sobre a visita do Papa João Paulo II a Manaus (nº 21, agosto 1980).  Seu autor já estava visceralmente comprometido com a luta indígena. Mais tarde conquistaria muitos prêmios, comendas e medalhas, entre eles o Esso de Jornalismo (1984 e 1997).

Amor de Bica

Sua produção no Porantim merece um capítulo à parte, assim como seus vários livros de charges, de quadrinhos, de causos, de crônicas, de reportagens, entre eles: “O dia da abertura”, “O que dá pra rir dá pra chorar”, “A.E.I. Ópera”, “Conversa pra Boi dormir”, “Amor de Bica onde bate fica” e finalmente “O Curumim, o Último Herói da Amazônia”, personagem de quadrinhos que foi tombado como patrimônio cultural e imaterial do Amazonas em 2018.

Mario Adolfo reconhece que o Porantim foi a semente que germinou o Curumim, nascido dentro do jornal A Crítica, como suplemento infantil lançado no dia 1º de maio de 1983, atendendo ao desafio de Umberto Calderaro. Outros personagens foram surgindo: Sarah Patel - a tartaruga militante e ativista, o Jacaré Thinga - que morre de medo de virar sapato ou carteira, Murupi -  a namoradinha do Curumim, Lourival - o comunicador da floresta, Jara – o jaraqui e last but not least Mr.Okey - o gringo invasor biopirata. Todos eles protagonistas do livro que vai ser publicado brevemente com 300 tiras que alegrarão as nossas netas e filhas, mas seguramente também a nós mesmos.

Nesses tempos apocalípticos de pandemia, de truculência, de negacionismo, de terraplanismo, em que diariamente aumenta o número de amigos mortos, parentes, colegas e pessoas queridas, o Curumim – esse anjo da História -  é uma ilha de vida e de esperança.

Quando convidado para fazer este prefácio, me deu vontade de provocar:

 - Posso fazer só com charges?

Mas se a resposta fosse afirmativa, eu estaria perdido. Mário Adolfo há um só.

P.S. Muitas lembranças, entre outras a da primeira comunhão que fizemos juntos na igreja do D. Bosco, em Manaus. Nas festas natalinas, era ela vestida de Papai Noel, quem distribuía os presentes, festejada pelas crianças animadas por seu riso cristalino e sua alegria. Num verão no início dos anos 1970, quando fazia especialização em direito na Itália, veio me visitar em Paris acompanhada de uma amiga. Sempre recordamos nossa visita ao Louvre. Ficou hospedada no meu quartinho de exilado, na torre da igreja do Espírito Santo, onde mal cabiam três pessoas. A amiga dormia debaixo da pia. Para fazer o café da manhã no mini camping gaz, duas pessoas tinham que ir pro corredor.  Lúcia Maria Bessa Respeita nos deu seu último adeus nesta quinta-feira (18) em Niterói na hora em que no céu se abria um imponente arco-íris. Nos últimos dois meses nos divertíamos com os programas diários da Emissora de Rádio Terapia inventada para amenizar uma doença compartilhada. Pranteamos a perda com Orlando (esposo), Renata, André e Flávia (filhos), Dodora, Elisa e Marta (irmãs), familiares, genros e netos.  

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29 Comentário(s)

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Paula Marcondes comentou:
24/02/2021
Sempre me impressiono com o poder de síntese dos chargistas.
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Loyuá comentou:
23/02/2021
Professor, como é bom conhecer essas histórias, outrora contadas no pro-indio! Mesmo que em um "plano virtual", compartilhamos as lutas, transpondo o modo "robotizado" e "fake". Esse texto me fez refletir sobre a importância de pessoas que acreditam e sonham junto! E como compreender a partida e os laços que jamais se desfazem. Emoção transborda, irrigando a união da família e não nos permitindo endurecer.
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Valter Xeu comentou:
22/02/2021
Publicado no blog PATRIA LATINA https://patrialatina.com.br/curumim-o-anjo-da-historia/
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Ana Lúcia Pardo comentou:
22/02/2021
Que lindo, muito bom o seu texto Bessa, as charges do Mário Adolfo e o histórico Paquim, uma narrativa que nos faz refletir sobre as potências criadoras dentro e fora do espaço universitário. Parabéns querido!!!
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Andrea Mattos comentou:
22/02/2021
Parabéns pelas Passagens, como diria Benjamin, colocadas para nós
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Alba Pessoa comentou:
22/02/2021
Essa leitura é um bálsamo para nossos corações nesse momento de muita tristeza e revolta. Meus pêsames por sua prima..
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Rhodita Ibanez comentou:
22/02/2021
Jose: Mi más sentido Pésame por la Partida de vuestra Prima. Entiendo, que en este momento de Dolor no hay palabras que reconforten la pérdida de un Familiar, pero por lo menos ella ya no sufrirá, es el consuelo que nos queda. Un fuerte abrazo y que Descanse en Paz en la Gloria de Dios.
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Serafim Correa comentou:
22/02/2021
Publicado no Blog do Sarafa https://www.blogdosarafa.com.br/curumim-o-anjo-da-historia/
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Combate - Racismo Ambiental comentou:
22/02/2021
Publicado no blog Combate- Racismo Ambiental - https://racismoambiental.net.br/2021/02/21/curumim-o-anjo-da-historia-por-jose-ribamar-bessa-freire/
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Felipe Kopanakis: comentou:
21/02/2021
Lembrei de meu orientador do doutorado, professor Paulo Miguez, da UFBA, exsecretario de políticas culturais do Gil, de Salvador: "Me entregue a tese em texto, cordel, poema, desenho, crie e transforme".
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Joaquim Barbosa comentou:
21/02/2021
Como sempre, um belíssimo texto com aquele toque de humor finíssimo.
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Fernando Soares Campos comentou:
21/02/2021
Li a cronica de hoje e aproveitei para reler esse meu comentário no Taquiprati, crônica intitulada "Bolsonaro vivo ou na canoa da morte?", de 12 de Julho de 2020. Na ocasião falei: "Cheguei a sentir certa perturbação mental, seguida de ligeira tontura e sentimento de impotência, quando li isso "Realmente, a cavalaria brasileira foi muito incompetente. Competente, sim, foi a cavalaria norte-americana, que dizimou seus índios no passado e, hoje em dia, não tem esse problema em seu país" e me lembrei que o elemento que disse tal bestialidade é hoje presidente da República...
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Magela Ranciaro (via FB) comentou:
21/02/2021
Puxa, muito feliz com essa notícia sobre o CURUMIM. Já ansiosamente no aguardo!
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Silvia comentou:
21/02/2021
Parabéns, Bessa, pela crônica que nos deixa pensando em tantas coisas da educação, do país, da comunicação e do talento humano. Avisa, por favor, quando sair esse livro de quadrinhos para crianças, serei a primeira a comprar! para as minhas netas!
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Roberta Duarte comentou:
21/02/2021
Que saudade dos nossos encontros na sala de aula da querida UERJ. Lendo o texto, consigo ouvir vc fazendo a narrativa. Narrativa essa que nos envolvia e prendia completamente a atenção de todos e todas! Meus sentimentos por sua perda.
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Ligia Aquino (via FB) comentou:
21/02/2021
Roberta Duarte, não fui aluna, mas adorava a prosa pelos corredores, que de fato funcionavam como nossos pontos de encontros - marcados ou fortuitos, mas esses sempre ansiados e que acabavam se esticando e suspendendo a vida cronometrada, planificada, objetivada e objetificada. Ganhávamos mais humanidade, atravessando o concreto cinza e ganhando cores e formas sinuosas....
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Arlete Schubert (via FB) comentou:
21/02/2021
Que beleza de crônica! , Se eu nascer de novo, se acontecer um dia, eu vou fazer um único pedido: escrever crônicas como o prof. Bessa. Ele vai fundo e de braçada. Égua, mano, respeita. E quem fez essa ilustração do anjo da crônica? que percepção e sensibilidade pra fazer esses diálogos, belíssimo! Grata por compartilhar, professor?
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José Carlos Sardinha comentou:
20/02/2021
Babá:nesta foto de 1979,embora pouco nítida está a delegação de estudantes no Congresso de Refundação da UNE.Maio de 1979.Eu,Pefê,João Pedro,Guto,Rui Brito e outros.Nossa delegação,bem à frente da plenária não estava muito confortável,pois fomos recebidos com uma quase vaia(existe isso?),pois o João Pedro,lépido e faceiro,sem combinar com ninguém adentrou à nossa frente desfraldando a bandeira do Amazonas.Que foi confundida pela plebe ignara com a dos EUA.Fomos salvos de um linchamento pelo Mário Adolfo,que fez uma charge sobre nossas nádegas no frio concreto do Centro de Convençôes de Salvador,Com os dizeres:"Se nossas bundas aguentarem,a ditadura cai".Que circulou rapidamente .É salvou-nos da desconfiança coletiva.Abs.
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Isaac Melo comentou:
20/02/2021
Li, mestre, e já compartilhei. E aproveitei para comprar dois livros do Mário Adolfo, que eu não conhecia. Muito obrigado.
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Ana Margareth MEG comentou:
20/02/2021
Essa viagem só aconteceu pq depois da sua aula eu disse: vamos em São Gabriel. Fui no departamento, fiz uma carta para o chefe da aeronáutica pedindo a passagem para fazer um trabalho da faculdade. O Flávio Farias que era o chefe do departamento assinou tbm. Levei lá no aeroporto ponta pelada. Uma semana depois eles confirmaram as vagas no búfalo e lá fomos nós
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Ana Silva comentou:
20/02/2021
Que delícia de texto! Esse teu gênero de tantos outros é o meu favorito! Eu também quero o livro do Mário Adolfo. A-Do-rei!
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Vicente Cretton comentou:
20/02/2021
Tb achei daqueles dos melhores dos seus José Bessa !
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Lene Bessa (via FB) comentou:
20/02/2021
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Ligia Aquino (via FB) comentou:
20/02/2021
Esse texto foi mais um daqueles melhores dos seus já muito bons. Quanto a nota ao final, meus sentimentos
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LUIZ PUCÚ comentou:
20/02/2021
Só você consegue costurar com a linha da emoção as histórias e estórias dessa vida manauara-mundo...A liberdade é a tua inspiração . Guardei umas pupunhas para esperar tua visita. AXÉ BABÁ!!
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Vera Nilce Cordeiro Correa (via FB) comentou:
20/02/2021
Que legal a ousadia do aluno e sua tb de aceitar o desafio.
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Adeice Torreias comentou:
20/02/2021
Continua ativo no nosso grupo de jornalistas, no zap. Todos os dias. Militante in formado, in conformado, sagaz, um dos que mais posta no grupão, tira sarro da cara das coleguinhas, tem sempre uma notícia quente na mão, enfim não perde viagem. Ativo, e proativo rsrs. Salve o Curumim Mário Adolfo!
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Marta Maria Martinha comentou:
20/02/2021
Estou ainda sem palavras, está crônica ainda faz tour pela minha cabeça, procurando um cantinho para ser seu e que um dia no futuro eu possa fazer uma visita
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Estêvão Martins Palitot comentou:
20/02/2021
Compartilha essa tradução do Paulo Suess.
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