CRÔNICAS

O COLECIONADOR DE JORNAIS

Em: 24 de Junho de 2012 Visualizações: 21171
O COLECIONADOR DE JORNAIS
Ninguém jamais saberá por que o velho Edmundo Busby colecionava jornais, nem exatamente quando essa mania começou. O certo é que, em vez de descartá-los depois de lidos, como todo mundo faz, ele os guardava, empilhados, nos cômodos de sua casa no Beco da Indústria, 135, bairro de Aparecida, Manaus. Fez isso diariamente, religiosamente, durante algumas décadas. Quando morreu, no final dos anos 50, na casa entulhada não havia espaço nem para o caixão. Uma vizinha caridosa, dona Fanchete, que morava em frente, organizou o velório e sugeriu que o defunto fosse deitado sobre pilhas de jornais. Um deles lhe serviu de mortalha: era um exemplar raro do The Porto Velho Times, de 1909, distribuído no acampamento dos gringos que deu origem à cidade de Porto Velho (Rondônia).
Este exemplar chegou às mãos de Edmundo Busby em Santo Antônio, no rio Madeira, onde ele vivia naquele 4 de julho de 1909, depois de deixar Barbados, sua terra natal, numa corrente migratória que envolveu milhares de operários. Todos eles foram recrutados, no início do século XX, para a construção da ferrovia Madeira-Mamoré. Eram os barbadianos - termo genérico que na Amazônia identificava os negros de qualquer uma das colônias inglesas do Caribe. Era entre eles que circulava o Times de Porto Velho, impresso no meio da floresta, totalmente escrito em inglês, com notícias sobre mortes, acidentes e a ação deletéria dos piuns e mosquitos.

O exemplar do Times caboco, além de noticiar a morte no Palácio do Catete do presidente da República, Afonso Pena, ocorrida no dia 14 de junho, trazia um erro tipográfico: a data impressa é 1609, com o primeiro 9 invertido transformado em 6. Talvez, por essa curiosidade, Edmundo o trouxe em sua bagagem quando, levado pela crise da borracha, migrou para Manaus acompanhado de seu irmão Henry. O coração de colecionador já pulsava, então, no peito do velho Ed, que não teve coragem ou vontade de descartá-lo. Foi aí que os irmãos Busby se instalaram com mala e cuia naquela casa humilde de madeira, coberta de zinco, com chão de terra batida, que lhes teria sido cedida, em 1917, pelo então governador Jônatas Pedrosa. Ela abrigou o primeiro exemplar da coleção de jornais. 
Era uma casa escura, permanentemente fechada, tinha a cara e a cor da pele dos seus donos. Com o tempo, o uso diário do fogareiro de carvão deixou o teto enegrecido e a parede tisnada pela fuligem, o que não incomodava ninguém, porque a casa não acolhia visitas de amigos ou parentes. Os ferrolhos das duas janelas nunca se abriram para deixar entrar um raio de sol ou para arejar seus cômodos, nenhuma saia jamais cruzou a soleira da porta, nenhuma fêmea despiu seu sutiã no quarto daqueles dois celibatários. O único gemido de prazer que soou naquele ambiente foi um estalo onomatopeico produzido pelo contra-regra da Rádio Baré, simulando um beijo apaixonado entre os atores Jerusa Mustafa e Jaime Rebelo, transmitido por uma radionovela local criada por Alfredo Fernandes. A vida, ali, só entrava através dos jornais e do rádio.
O Coffee e o Milk
Discretos e misteriosos, os dois irmãos viviam isolados do mundo, sem a alegria de uma mulher, de uma criança ou de um amigo, mergulhados em extrema solidão, com raros contatos até mesmo com os vizinhos com quem compartilhavam a mesma parede no Beco da Bosta. Eles moravam duas casas depois da dos Três Leões, entre a casa 133, onde residia seu Arlindo e dona Luzia com suas duas filhas, Cleide e Cléa e, no outro lado, no n° 137, morava minha família. As brechas das tábuas de madeira tinham sido cobertas por jornais, mas às vezes podíamos ver através delas, com certa dificuldade, as sombras dos dois irmãos arrastando os pés, de manhã cedo, até o quintal para ir dar milho às galinhas.
O que víamos era pouco, mas ouvíamos tudo que se fazia na casa vizinha: os pigarros, as tosses, os flatos, os banhos de cuia com água do camburão, as sonoras mijadas na madrugada, a dispneia ofegante e até o silêncio. Acompanhávamos a Rádio Baré, sintonizada o dia inteiro pelos irmãos Busby, com música, informação, avisos para os cabocos do interior, pedidos e encomendas. Lembro de um jingle com a musiquinha: "Martini, Martini, Martiiiiini! Vermute sensá-cional! Rá, rá! Martini, Martini, Martiiiiini, a marca mundial!". Toda vez que tocava, o velho Edmundo rompia o silêncio e gritava, ele também, o "rá-rá" , acompanhando o riso depois da paradinha do "sensá-cional". Esta foi, talvez, a única manifestação de alegria em sua atribulada existência.
Sensacionais eram os apelidos. A dupla de irmãos ficou conhecida como Cófi e Milque por causa da cor da pele de cada um. Ambos eram negros, mas a pele do Coffee permanecera negra, de um negro tão retinto que azulava. Já o seu irmão, por contraste, passou a ser o Milk depois que, em contato com a hidroquinona da borracha, no rio Abunã, contraiu o vitiligo, que embranqueceu sua pele, despigmentando-a por falta de melanina, deixando-a coberta de manchas brancas, de diferentes tamanhos que se espalharam por todo o corpo: braços, pernas, cotovelos, joelhos. Era um Michael Jackson avant la lettre. Os moleques do bairro, que acompanharam o processo de desbotamento, preferiam chamá-lo de "Descascado".
Edmundo, o Cófi e Henry, o Milque ou "Descascado" andavam sempre vestidos com a mesma roupa: uma jaqueta de brim azul, com golinha arredondada tipo Mao-Tse-Tung. Parecia até farda. A forma como eles sobreviviam continuava a ser um mistério, ora diziam que tinham uma minguada aposentadoria, ora que recebiam pequena pensão enviada mensalmente de Barbados. Eram, efetivamente, sobreviventes de uma guerra na selva que matou mais de 7 mil barbadianos, vítimas de doenças tropicais, malária, febre amarela e hepatite e se mais não matou foi graças ao sanitarista Oswaldo Cruz, que saneou os canteiros de obras.
Diariamente, Edmundo Busby, o Cófi, passava pela Santa Casa de Misericórdia, e recolhia exemplares dos jornais do dia anterior: O Jornal e o vespertino Diário da Tarde da família Archer Pinto, o Jornal do Commércio fundado por Rocha dos Santos e A Crítica de Umberto Calderaro. Foi assim que ele montou sua coleção. Sem dinheiro para comprá-los, lia os jornais sempre com um dia de atraso e depois empilhava-os sobre estrados improvisados de madeira, de forma organizada e metódica, sem misturar os títulos, classificando-os por ordem cronológica. Assim, parecia querer aprisionar entre as quatro paredes de sua casa acontecimentos de Manaus, do Amazonas, do Brasil, do mundo.     
Meu brotinho
A única vez que entrei naquele castelo de papel foi quando o Coffee ficou sem o Milk, que morreu deixando o irmão mais velho afogado num poço de tristeza. Eu era um moleque de 7 ou 8 anos, talvez 9, por aí, estava jogando bola na rua. Fazia uma semana da morte do "Descascado". O velho Edmundo, tristonho, me chamou da porta de sua casa, se queixou que estava muito doente, não podia sair, e me pediu o favor de ir até a taberna do Seu Thomaz buscar - assim mesmo - o "remedinho" dele. Deixaria a porta aberta, para que eu entrasse com o remédio.
Fiz o que pediu. Levei uma caneca de alumínio e dei o recado à dona Maria do Seu Thomaz. Ela já sabia do que se tratava. Derramou dentro da caneca o líquido de uma garrafa - a memória é traiçoeira - não sei se era Martini, vermute sensá-cional, rá-rá, ou o concorrente Cinzano, cujo jingle tocado pela Rádio Baré recomendava: "Sim, sim, Cinzano, Cinzano sempre faz bem, muito bem, Cinzano agrada ao paladar, em se tratando de vermute eu não me engano, em quero Cinzano, eu bebo Cinzano".
Entrei na casa sombria, com um certo medo. O velho Edmundo, que morreria meses depois, estava prostrado em uma rede de tucum. Era lá que ele passava o dia, ouvindo a Rádio Baré e folheando os jornais. Bebeu o martini - ou foi cinzano? - de uma talagada só. Deu uma cusparada com pontaria certeira, que caiu dentro do penico debaixo da rede. Foi aí que meus olhos, estupefatos, contemplaram a maior hemeroteca que o Amazonas já teve. O velho colecionador estava literalmente sitiado por uma muralha de papel, eram pilhas e pilhas de jornais, que subiam do chão até o teto, tomando conta da casa, da sala, do quarto, da cozinha e até do pequeno banheiro.
Há quem considere que acumular e guardar objetos descartáveis é uma doença, uma incapacidade de se desfazer das coisas velhas e inúteis. Tem gente que guarda escova de dente usada, prego e parafuso velho, lâmpada queimada, guarda-chuva quebrado, caneta sem tinta, garrafa vazia, rolha de garrafa. Confesso que eu mesmo não consigo jogar fora aquele aramezinho de pão de forma. Meu ex-professor Ruggiero Romano não conseguia se desfazer de papéis usados, mania adquirida durante a Segunda Guerra, na Itália, que ocasionou a escassez de papel. Dizem os entendidos que qualquer coleção tem o poder de representar o indivíduo, ligando-o ao mundo que o cerca. Desta forma, no ato de colecionar coisas, colecionamos a nós mesmos.
No caso da hemeroteca do velho Edmundo, o que ela queria dizer sobre ele? Qual a sua   funcionalidade? Com que regularidade ele a consultava? O que é que ele buscava nos jornais antigos? As perguntas são pertinentes porque parece até que ele queria guardar o infinito entre as quatro paredes da casa escura, aprisionando o tempo escondido naqueles velhos papéis que testemunharam parte da História do século XX.
De qualquer forma, colecionando jornais, ele preenchia uma lacuna que devia ser obrigação do Estado, através da Biblioteca Pública. Aqueles velhos jornais teriam desaparecido sem deixar vestígios, se tivessem embrulhado peixe na feira. Seu destino final seria a lata de lixo. Mas estavam ali, lutando contra o mofo, o bolor e outros fungos, resistindo à morte, como o velho Edmundo Busby que deixou uma enorme responsabilidade sobre meus ombros: se eu não escrever sobre ele e sua coleção, ninguém jamais saberá que ele passou pelo planeta terra.
A memória às vezes nos engana, mas acho que a minha visita à hemeroteca do velho Edmundo aconteceu num carnaval, no final da década de 1950. Lembro que na hora em que eu saía do castelo de papel, a Rádio Baré tocava uma marchinha do Luiz Gonzaga que fez sucesso na época. Mais de meio século depois, continuo ainda ouvindo a voz do cantor Francisco Carlos:
-"Ai, ai, Brotinho / Não cresça meu brotinho / E nem murche como a flor / ai, ai brotinho / Eu sou um galho velho / mas eu quero o teu amor / Meu brotinho / por favor, não cresça (bis)  / já é grande o cipoal / Veja só que galharia seca / tá pegando fogo no meu carnaval".
A coleção do velho Edmundo murchou como uma flor. Quando ele morreu, tocaram fogo em parte dos jornais; outra parte teria sido incorporada à hemeroteca do Instituto Geográfico e Histórico do Amazonas (IGHA).  Lá se foi ele, embrulhado em sua mortalha, lá se foi o Times amazônico brigando contra o tempo, retrocedendo três séculos com sua data invertida. O resto é silêncio.
P.S. - Agradecimentos: 1) À  Regina Nakamura, que me ajudou a lembrar o velho Edmundo; 2) À minha colega, doutora Leila Beatriz Ribeiro, do Programa de Pós-Graduação em Memória Social, da UNIRIO, que me fez refletir sobre o ato de colecionar, a partir de seu trabalho sobre os objetos de coleção na trajetória de Urbano, o Aposentado; 3) Aos historiadores Geraldo Sá Peixoto Pinheiro, Vânia Tadros, Luiz Bitton, Francisco Jorge dos Santos e Patrícia Sampaio, com quem organizei o livro "Cem Anos de Imprensa no Amazonas (1851-1950) - Catálogo de Jornais" publicado em Manaus, em 1987 (1a. Edição - Editora Ana Cassia) e em 1990 (2a. edição Editora Umberto Calderaro); 4) Aos historiadores Luís Balkar Pinheiro e Maria Luiza Ugarte Pinheiro do Laboratório de História da Imprensa no Amazonas (LHIA - UFAM), que seguraram a peteca;  5) Aos meus alunos de Jornalismo Comparado da UFAM, que em 1978 fizeram o primeiro levantamento na hemeroteca do IGHA e a quem faço questão de aqui nominar: Izane Torres, Wandler Cunha, Inácio Oliveira, Regina Helena Magnoni, Eliana Ribeiro, Flávio Cohen, Maria do Socorro Oliveira, Maria de Fátima Sampaio, Conceição Derzi, Otoni Mesquita, Ângela Abreu, Maísa Vilhena, Antonio Braga, Roberta Silva, Adeice Torre, Eduardo Monteiro de Paula, Orlene Marques, Jorge Marques, Maria de Jesus Martins, Circe Alves, Ana Maria Pina, Izabel Melo, Etra Lúcia Batista, Roselane Galvão, Alice Valle da Costa, Josely Moreira Ribeiro, Idalina Lasmar, Maria José Azevedo.  

 

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48 Comentário(s)

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Eder Martins Franco comentou:
23/06/2017
Emocionante, mestre! Vidas como esta não podem ser esquecidas. E foi muito legal que tenha conseguido a página do jornal lá em cima para ilustrar a crônica! Já compartilhando com os amigos nas redes sociais. Abraço!
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Enzo Mercurio comentou:
26/06/2016
São micro mundos , vale um filme dessa historia
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Andreia Prado comentou:
14/05/2013
Bom Dia !! eu tenho um jornal antigo do anos dos 1880 e 1890 . ele te enteressa ???
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nereu matheus comentou:
16/04/2013
tenho o exemplar da primeira edição da cazeta do povo do paraná data de fevereiro de 1919 e gostaria de saber o valor para venda e quem se enteresa em comprar meu telefone é 041 88780240 operadora claro Contato de nereu matheus
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Amaro comentou:
12/03/2013
Teste de Comentários
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Jefferson comentou:
05/12/2012
Boa Noite !! eu tenhu um jornal antigo do ano de 1953 . ele te enteressa ??? Contato de Jefferson
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Carlota Rosa comentou:
04/11/2012
Gostei do seu texto, muito divertido. Mas essa síndrome é esquisita: só ataca quem tem poder durante algum tempo (acho que isso livraria Patrice Lumumba, mas não Chaves). Esse Lord Owen só podia estar brincando, ou tentando explicar seus feitos. Se isso é doença, temos de considerar todo o estrago que poderia derivar do poder concentrado nas mãos de um ditador como inimputável: resultante de doença mental, mesmo que temporária. Por outro lado, mesmo que eleito, mesmo que até conseguindo bons resultados, qualquer ocupante de um cargo poderia ser interditado, com a alegação dessa síndrome. O fato de presidentes americanos terem tido problemas com bebida (Bush e Nixon) , depressão (W. Wilson) e isso derivar da HS ... fala sério!!! Eu me lembrei de O Alienista. Maria Carlota Rosa
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Viriato Moura comentou:
04/11/2012
Parabéns pelo texto, Ribamar. Daria um romance muito interessante. A imagem do The Porto Velho Times é uma raridade. Será possível conseguir uma mais nítida desse histórico jornal? Caso seja, ficarei muito agradecido se envia-la para o meu e-mail. Desde logo, agradeço. VM
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Lema Gonzalo (Diario do Amazonas) comentou:
24/07/2012
Que curioso! Eu conheci uma historia muito parecida ocorrida num vilarejo do Departamento de Antioquia, chamado Titiribí, na Colombia.O mais curioso desse caso foi que quem colecionava os jornais era um caipira iletrado,com o sobrenome de “Champaña” porque ele vendia refrigerantes nas ruas do povoado e vassourava a sua praça .Ele morava num porão que ficava debaixo de um dos monumentos do parque, que a prefeitura lhe emprestava em troco pelo seu trabalho. Ainda, ele não comprava os jornais, mas os recolhia do lixo que os empregados estrangeiros das minas de ouro por lá jogavam Quando ele ficou doente foi levado a uma casa para idosos onde ele morreu. Ao abrir o seu abrigo, se achou uma enorme pilha de jornais e revistas não só em espanhol, mas em inglês, francês e outros idiomas, datados desde as décadas do 20 e 30 do passado século. O material foi levado para um porão da sede de uma entidade oficial. Lá ficou durante muito tempo até que um funcionário oficial da instituição decidiu queimá-lo para limpar o local. Afortunadamente, um arquiteto ligado à Universidade de Antioquia que fazia um trabalho de restauração no povoado,tomou conta do material e o fez deslocar até a biblioteca da universidade. Para a sua locomoção até lá, foi necessário empregar uma carreta que fico completamente cheia com o material. Na universidade foi classificado, resenhado e arquivado tecnicamente. Hoje constitui um arquivo histórico muito valioso, que registra o desenvolvimento da imprensa na Colômbia, com exemplares desconhecidos de jornais e revistas, muitos já sumidos. A partir desse acontecimento, uma homenagem pública foi feita a “Champaña”, pelo seu aporte à cultura e à história. MUITO INTERESSANTE NÉ?
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LEONEL NEIDE FERREIRA (Diario do Amazonas) comentou:
24/07/2012
Hoje, com a globalização, há jornais pela internet,televisão e outros meios.Infelizmente,as notícias são quase as mesmas.O jornalista pouco vai aos locais dos fatos.Fica na sala pesquisando na Internet.ALGUNS REPETEM NÃO SEI QUANTAS VEZES A MESMA NOTÍCIA QUE DÁ AUDIÊNCIA.E o público gosta.
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FATIMA MONTEIRO comentou:
17/07/2012
TÁ BOM DEMAIS. REELEMBREI MINHA INFANCIA E ME REMETEU HÁ VÁRIAS SITUAÇÕES VIVIDAS. QUQE DELICIA!
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Jandir Ipiranga Jr comentou:
06/07/2012
Professor, sua crônica é envolvente. No decorrer da leitura saímos deste mundo e entramos naquele universo descrito, como mais uma personagem, justamente pelo resgate de tempos idos e graças a sua prodigiosa memória. O Sr. Paulo Bezerra afirmou "Só você consegue nos levar a essa viagem ao passado de sons, cheiros e de personagens maravilhosas e quase esquecidas ..." E eu afirmo que, nem a pena de Cervantes e nem a tinta do Bruxo do Cosme Velho nos lança com tanto amor a essas linhas de doces lembranças. Contato de Jandir Ipiranga Jr
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Ana Rondon comentou:
05/07/2012
Olá Bessa, bela crônica sobre colecionadores...eu jogo quase tudo fora...e minha "neurose" focou as bonecas Karajá. Mudando de assunto e aproveitando este espaço, Rondonia cruzou o meu caminho 3 vezes hoje.Uma jornalista de Belém me escreveu um e-mail pedindo informações e imagens de Rondon. Abri a página que meu pai já falecido (bisneto de Rondon e filho de Benjamin) marcou numa biografia de Rondon escrita por Esther de Viveiros sobre as minas de Urucumacuã. O q sabe sobre isso? Fiquei curiosa pq meu pai comprou umas terras por lá. (Rondonia) E as perdeu em sua falência. E um tio meu me contou ano passado que meu pai havia comprado as terras q Rondon citou como as possíveis minas de Urucumacuã. É a unica página da biografia marcada em pilot amarelo. Fiquei curiosa....!!!! Contato de Ana Rondon
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Sirlene comentou:
27/06/2012
Caro Professor Bessa, Suas crônicas, no meio de tantas notícias ruins, são sempre um alento. abraços,
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Thelma Chase comentou:
27/06/2012
Fabulosa. Sou amazonense, neta de Barbadianos. Belo resgate. Parabéns. Contato de Thelma Chase
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26/06/2012
Maravilhosa, de uma sensibilidade histórica sem tamanho, me senti obrigada a fazer a leitura em voz alta, pois não caberia fazê-la em silêncio. Contato de Fernanda dos Santos
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Elisangela de Jesus Queiroz comentou:
26/06/2012
História maravilhosa, emocionante, e nos faz refletir quantos Cófis e Milques/Descascados temos neste nosso Brasil, e q não tiveram, ou não teram a oportunidade de terem as suas existências registradas, relatadas...Dentro de cada um de nós existe um desses personagens, com todos os seus mistérios, tristezas, sensibilidades, angústias, frustrações, anseios, alegrias, enfim histórias de vida. Um grande Abraço.
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Daniele Lopes comentou:
26/06/2012
Passado é passado, mas os acontecimentos que marcaram a tragetória do nosso país não devem ser esquecidos.
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Acrísio Júnior (portalrogerioferreira.ning.com) comentou:
26/06/2012
Como a leitura nos leva a imaginar que estamos vendo tudo o que está sendo descrito (a casa, os jornais, a cidade, etc.). Ler faz um bem danado.....até nos ajuda a reativar os sonhos...
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Jorge Luiz de Souza Guimarães comentou:
26/06/2012
A beleza da narrativa, está na forma como é construído os detalhes que vai nos envolvendo, permitindo-nos um mergulho no universo das personagens que emociona com suas características regional.
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Andre Luis Arregui Zilio (Blog Amazonia) comentou:
25/06/2012
Realmente bonita esta história. Somos um pouco disso, nas coisas que guardamos e nas histórias que ouvimos e trazemos conosco. Pena que para algo de história e cultura se leia e se comente tão pouco, ao contrário da quantidade de superficialidade que vemos por aqui, com dezenas de pessoas comentando, o nada sobre nada. Abraços.
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José Benedicto Rodrigues Júnior (Blog Amazonia) comentou:
25/06/2012
Se foi a origem, não sei, mas certamente foi o celibato, mais, a vida de quase eremita que alimentou a coleção.
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Roberto Zwetsch comentou:
25/06/2012
Bessa, amigo, que belo texto este sobre o velho colecionador de jornais. Li Mad Maria., do Marcio Souza, e outro livro sobre a Madeira-Mamoré, mas jamais podia imaginar que um barbadiano daqueles iria deixar uma história dessas vinculada à guarda de jornais e da história. Colecionar é algo antigo na humanidade e cabe, sim, refletir sobre este fato. Lévi-Strauss e Pablo Neruda que o digam desde seus repousos.Também tenho minhas coleções em casa que me dão muito trabalho e que, na verdade, fazemos não só pensando em nós mesmos, mas naqueles que virão, não é verdade. É algo que tem uma dimensão de futuro embutida, ainda que ninguém veja. Abraço. Roberto Zwetsch
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Dôra Paiva (portalrogerioferreira.ning.com) comentou:
25/06/2012
Muito interessante a forma que vai nos envolvendo na leitura. Parabéns Bessa Freire. Dôra Paiva
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FATIMA MONTEIRO comentou:
25/06/2012
BABÁ, VOCÊ TEM A CAPACIDADE DE REMEMORAR BONS TEMPOS DE MANAUS. LENDO ALGUNS COMENTÁRIOS, REVIVI O ZÉ DE LAU, CUJO PERSONAGEM EU SEMPRE FALO, MAS NÃO ME LEMBRO MAIS QUEM FOI ELE. DÁ PARA VOCÊ RESPONDER PARA MIM. FICO-LHE GRATA. EU LEMBRO DADS MENÇÕES FEITAS PELAS PESSOAS E TAMBÉM QUE EU FAÇO ISSO COM MEUS SOBRINHOS, SOBRINHOS NETOS, SOBRINHOS BISNETOS, NUMA FORMA CARINHOSA DE LEMBRAR O PASSADO DA MANAUS QUE NÃO VOLTA MAIS. ASSIM REFIRO-ME A CARMEM DOIDA (QUE SORRISO ELA TINHA E ME CHAMAVA DE BORBOLETA), JESEBEL (NEM SEI COMO ESCREVE PORQUE NUNCA VI ESCRITO O NOME DELE) MAS LEMBRO-ME QUANDO ELE PASSAVA EM FRENTE DA NOSSA CASA NA JONATAS PEDROSA MUITO DOIDO (EMBRIAGADO) JÁ SÓ COM A GRAVATA NO PESCOÇO E AS VEZES ATÉ DE CUECA, SHORT OU CALÇA. I LOVE YOU BESSA! Contato de FATIMA MONTEIRO
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Paulo Roberto comentou:
25/06/2012
Meu caro Ribamar Fiquei impressionado com a sua capacidade de reter na memória algo como a gravação de 1949 da marchinha "Meu Brotinho", de Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga, com Francisco Carlos e orquestra. Só depois de uma pesquisa vim a conhecer essa canção.
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Ribamar Bessa comentou:
25/06/2012
Oi Paulo, Minha memória é oral/auditiva. Posso passar várias horas cantando jingles de rádio, propaganda de remédio, de bebida, de guaraná, de eletrodomésticos, de propaganda politica, etc. de meio século atrás. Isso não é mérito algum, porque nao faço qualquer esforço, é algo que nem depende de mim. Na minha infância em Manaus, ouvia muito rádio, aí acabou ficando retido na memória. Se fosse um computador, eu poderia até selecionar o que vou arquivar e o que vou deletar, mas não consigo, ficou tudo, basta "um acontecimento qualquer para acionar "um botão" que reaviva a memória. Se minha infancia fosse no Rio, eu seria um arquivo ambulante da Rádio JB, onde voce atuou tanto tempo. Estou escrevendo ouvindo a gravaçao que voce enviou. Obrigado. grande abraço. R. Bessa
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May Waddington comentou:
25/06/2012
Leio sempre com prazer e apreço suas crônicas. Só posso agradecer a você e aos seus colaboradores pelo esforço dessa lembrança e da busca por um significado neste personagem - autor e ator de uma história, que tentou cristalizar em sua coleção.
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25/06/2012
Gostei muitíssimo professor. Pra consolidar ainda mais a ideia de que há e de que cabe um colecionador em todo canto, em qualquer época, desejoso de guardar algo e de não perder-se no tempo, a identificar valor e significado em todo e qualquer objeto. Imagino que minha mestra Leila também tenha gostado muito. Um abraço. Contato de Márcia Elisa Rendeiro
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Andre Luis Arregui Zilio (Blog Amazonia) comentou:
25/06/2012
Realmente bonita esta história. Somos um pouco disso, nas coisas que guardamos e nas histórias que ouvimos e trazemos conosco. Pena que para algo de história e cultura se leie e se comente tão pouco, ao contrário da quantidade de superficialidade que vemos por aqui, com dezenas de pessoas comentando, o nada sobre nada. Abraços.
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Cesar Totti (Blog Amazonia) comentou:
25/06/2012
Gostei muito desta matéria. Parabens. Muita história.
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Alexandre Gomes comentou:
24/06/2012
Boa, Bessa! vai pros alunos de museologia...abs!
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Ana Stanislaw comentou:
24/06/2012
Muito linda!!! Só mesmo você para nos enriquecer com essas lindas histórias!! É bom saber que parte da coleção do velho Edmundo está no IGHA. Obrigada!!
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Franklyn Mangerot (Blog da Amazonia) comentou:
24/06/2012
Cada um tem um pouco do Edmundo,.uma história verdadeira,do povo...gostei.
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Vicky Li (Blog da Amazonia) comentou:
24/06/2012
Que estoria bonita. Sempre acho a estoria do homem comum muito mais interessante e emocionante que qualquer outra. Obrigada por compartilhar essa memoria!
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Lúcio Flávio comentou:
24/06/2012
Hosana! O Dr. Bessa de volta! E que volta triunfal! Belíssima crônica, caro amigo. Também guardador de papeis, lambi os beiços da cobiça com o relato sobre a hemeroteca dessa estranha dupla. Por que não escreve mais a respeito? É história magnífica, você bem o sabe. Lembra-me de hiustória de Vargas Llosa sobre um nobre decadente peruano que circulava por livraria de Paris como mestre de cerimônia informal da casa. Conhecia os livros da casa mais do que o dono e os vendedores. Grande abraço, Lúcio
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Javier comentou:
24/06/2012
Oi Bessa Que boa historia bem daria para um filme
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Marco comentou:
24/06/2012
Bessa amigo. Como catador de jornais e papéis velhos (sem a largueza dos irmãos de Barbados), sua crônica me lembrou a Cajuína de Caetano Veloso, "existirmos, a que será que se destina?...". Edmundo e Henry sabiam. A grandeza de seu texto tem a ver também com os tempos descartáveis em que vivemos!
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Erika Fátima Dantas comentou:
24/06/2012
Lendo esta crônica, lembrei de uma pessoa muito especial que colecionava histórias. Era meu avô Austregésilo Bessa Dantas, mais conhecido como "Bessa" pelos amigos e meu grande companheiro de aventuras. Meu vô era uma pessoa reservada, que gostava de ficar no quarto mascando seu fumo de rolo, (mania que ele trouxe de sua terra Manaus), ouvindo o rádio de pilha e brincando com seu baralho. Como toda criança eu era muito curiosa e vivia perguntando pra ele sobre tudo, queria mesmo puxar papo com aquela figura tão quieta que ficava ali no seu canto. Ele as vezes perdia a paciência e dizia " que menina curiosa, quer saber de tudo." e eu saia meu cabisbaixa e ia brincar de outra coisa. Só que um dia, quando eu entrei no quarto eu falei pro meu vô que tinha uma pesquisa da escola para fazer sobre João Pessoa e José Dantas, perguntei se este Dantas tambem fazia parte da família e foi ai que o colecionador de histórias surgiu. Ele me contou uma história que não estava nos livros, que só ele sabia e que agora eu tambem sabia. Nossa! Aquilo foi mágico, um segredo meu e do meu vô um grande colecionador de histórias. A partir deste dia, todos os dias ele tinha uma história nova pra me contar, era sobre sua infância, seus tios de Manaus, sua família, como ele teve de trazer, fazendo escolta, o corpo de João Pessoa para o Rio de Janeiro, sobre a Ditadura Militar, sobre suas andanças pelo Exercito e muito mais. Foram estes fatos que fizeram parte da minha vida e que decidiram minha escolha pela História, sempre digo que sou historiadora por influência da minha vó e do meu vô que faziam da História um prazer em minha vida. Agradeço à Deus todos os dias por este colecionador de histórias que fez, faz e sempre fará parte da minha vida! Viva aos colecionadores!
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Ismael Farias comentou:
24/06/2012
Grande Bessa, sempre me emocionando com a sua maravilhosa narrativa, por mais que eu não tenha conhecido o protagonista. Obrigado, Mano, por mais essa enriquecedora narrativa. Ficou em mim, a curiosidade de conhecer, e a vontade de obter o texto da radionovela. Acaso tens pista de onde eu possa iniciar essa procura? Um abraço amazônico Contato de Ismael Farias
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ribamar bessa comentou:
24/06/2012
Ismael Essa é uma boa pergunta: não sei como estáo os arquivos das rádios em manaus, se eles conservam essas gravações, de qualquer forma é um periodo rico esse da dramaturgia baré. É uma boa ocasiao para a gente saber o que ficou guardado nos arquivos, e o que se perdeu.Tenho a impressão que talvez o arquivo da Rádio Rio Mar pudesse estar melhor organizado.
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Marcelo Lemos (FB) comentou:
23/06/2012
Oi Bessa vi que vai lançar o livro em Manaus, falta marcar aqui no Rio!! As suas crônicas são pautadas em personagens de Manaus mas tratam de muitos temas nacionais e seus leitores do blog são de todos os cantos do Brasil!!
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Regina Nakamura comentou:
23/06/2012
Babá, amei a cronica que me fez voltar no tempo. Acho que é uma característica da velhice, sonhar com o passado. O velho Edmundo, como o Ze de Lau e o Chico arruda, me dava muito medo e despertava uma curiosidade danada.
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Maria Luiza Ugarte Pinheiro comentou:
23/06/2012
Bessa, foi graças a sensibilidade de pessoas como Edmundo Busby e João Batista de Faria e Souza que eu e tantos outros pesquisadores pudemos levar a termo nossas pesquisas de mestrado e doutorado.
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VANIA NOVOA TADROS comentou:
23/06/2012
BESSA,EU E O ROBERTO VIMOS GRARDANDO JORNAIS ANTIGOS DESDE QUE CASAMOS, PORTNTO,HÁ MAIS DE QUARENTA ANOS, HÁ TRES ANOS CONTRATAMOS UMA BIBLIOTECÁRIA PARA ORGANIZAR NOSSA BIBLIOTECA E TAMBÉM A HEMEROTECA. ESTÁ TUDO CATALOGADO NO COMPUTADOR, O MEU MAIOR TEMOR É QUE DÊEM FIM NELES COM A NOSSA MORTE. OS MEUS FILHOS PROMETERAM QUE NUNCA FARÃO ISSO. TENHO UM NETO, O EDUARDO, QUE AMA TUDO QUE É ANTIGO E HISTÓRIA. ADORA LER OS JORNAIS DO TEMPO DO COLLOR, PARA ELE, COM 8 ANOS DE IDADE, MUITO ANTIGO.
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23/06/2012
o corriqueiro toma brilho inédito nas letras de Bessa...aqui a história singular de Milk e Coffee,colecionadores de jornais e histórias da cidade...fizeram-lhe(Bessa) relembrar a marcha do rei do baião:"Ai, ai, Brotinho / Não cresça meu brotinho / E nem murche como a flor / ai, ai brotinho / Eu sou um galho velho / mas eu quero o teu amor / Meu brotinho / por favor, não cresça (bis) / já é grande o cipoal / Veja só que galharia seca / tá pegando fogo no meu carnaval". Contato de João Bosco Seabra da Silva
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Eder Martins Franco comentou:
23/06/2012
Emocionante, mestre! Vidas como esta não podem ser esquecidas. E foi muito legal que tenha conseguido a página do jornal lá em cima para ilustrar a crônica! Já compartilhando com os amigos nas redes sociais. Abraço!
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