CRÔNICAS

MORTE E VIDA AMARILDA

Em: 18 de Agosto de 2013
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Guardem essa data, que ela é quente: 14 de julho de 2013. Na França, o povo comemora nas ruas mais de dois séculos da queda da Bastilha. Em Brasília, no Estádio Mané Garrincha, às 20h15, termina o jogo Flamengo x Vasco. Nessa hora, no Rio, na Rocinha, vários policiais militares, entre eles o soldado Douglas Roberto Vital, o "Cara de Macaco", prendem o ajudante de pedreiro, Amarildo Dias de Souza, diante de uma birosca perto de sua casa. Ele é levado à Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) local "para prestar esclarecimentos". Nunca mais foi visto. Até hoje.
Amarildo ainda ouviu os flamenguistas comemorarem o gol no final do primeiro tempo, mas não chegou a comer o peixe que ele havia pescado naquele dia e que sua mulher acabara de fritar. Nascido e criado na Rocinha, o ajudante de pedreiro, 43 anos, carteira assinada com salário mensal de R$300, vivia com a mulher Elisabete e seis filhos num barraco de um só cômodo, sem banheiro, com esgoto a céu aberto, numa área com muitos casos de tuberculose, verminose, hepatite, diarreia e disenteria.
As condições de vida de Amarildo, por si só, já constituem um crime daqueles que bradam aos céus e clamam a Deus vingança. Naquela parte do morro, não entra ambulância, não chega nem mototáxi. Seus vizinhos lhe deram o apelido de Boi, porque era ele quem transportava solidariamente os doentes nos braços ou nos ombros, como ocorreu com Carlos Marques, 21 anos que, agradecido, tem participado dos inúmeros protestos exigindo esclarecimentos sobre o paradeiro do amigo.
Cadê o Amarildo?
Os protestos começam no dia seguinte, quando Amarildo não volta para casa, nem comparece à obra onde estava trabalhando, em Copacabana. Cada dia que passa, os protestos aumentam. Moradores da Rocinha, depois de organizarem buscas para localizar o corpo, sem sucesso, fizeram já várias passeatas pelo túnel Zuzu Angel rumo à Zona Sul, fechando as duas vias da Autoestrada Lagoa-Barra. Eles se juntaram ao grupo acampado perto do edifício onde mora o governador Sérgio Cabral, na av. Delfim Moreira, na Praia do Leblon.
- Somos todos Amarildos - dizem outros manifestantes que há nove dias acamparam desta vez dentro da Câmara Municipal do Rio. Eles se recusam a fornecer os nomes, declaram que se chamam Lúcia Amarildo, Pedro Amarildo, todos Amarildos. Os professores grevistas do Rio também realizaram várias manifestações em frente ao Palácio Guanabara e, entre outras reivindicações específicas da categoria, gritam palavras de ordem, perguntando pelo paradeiro de Amarildo, que já se tornou um símbolo dos desaparecidos no Rio de Janeiro.
Os dados são estarrecedores. De 1991 até maio deste ano, o Estado do Rio registrou oficialmente um pouco mais de 92 mil desaparecimentos. Não é chute, não é estimativa, são dados concretos com listas nominais divulgadas pelo Instituto de Segurança Pública (ISP), órgão responsável pelas estatísticas da Secretaria de Segurança. Só nos primeiros seis meses de 2013, sumiram 2.655 pessoas, uma média de 15 casos por dia.
Para o coronel Paulo Teixeira, diretor do ISP, parte dos sumiços é temporária e voluntária, embora não haja registro das pessoas que reaparecem. No entanto, a polícia tem responsabilidade em muitos casos.
- A estatística oficial de homicídios dolosos está aquém da realidade. O Rio está coberto de cemitérios clandestinos. A Baía de Guanabara está repleta de corpos ocultados. Há um número incontável de desaparecidos - declarou ao Globo o coordenador do Rio de Paz, Antônio Carlos Costa
Os Amarildos
Quem andou pesquisando o assunto para sua tese de doutorado foi o sociólogo Fábio Araújo, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio. Ele desconfiou da redução dos índices de homicídios dolosos (intencionais) e de mortos em conflitos com a polícia e estabeleceu uma relação disso com o aumento do número de desaparecidos: "Fica claro que, com o aumento de desaparecidos e a queda de homicídios, muitas mortes foram ocultadas" - disse ele à Folha de São Paulo.
O sociólogo aponta a existência de milícias e de grupos de extermínio formados principalmente por policiais militares corrompidos, além dos traficantes,que seriam responsáveis pela maior parte dos desaparecimentos, na realidade, assassinatos.
A população carioca, fluminense e de todo o Brasil também desconfia. Na terça-feira, atores e integrantes da ONG Rio de Paz, pintados de vermelho, simbolizando o sangue das pessoas mortas, fizeram um ato na escadaria da Assembleia Legislativa do Rio.
No Rio, num dia sim e no outro também, pipocam manifestações, exigindo  das autoridades o esclarecimento do caso, que ganhou repercussão internacional com a campanha de mobilização "Onde está Amarildo?", lançada pela Anistia Internacional, que não descarta a possibilidade de levar o caso à OEA e à ONU.  
Os deslocamentos do governador Sérgio Cabral são monitorados pelos manifestantes, que o perseguem, como a alma de Nicole, na novela "Amor à Vida", atormenta Thales, o trambiqueiro. Os hackers não deixaram em paz nem sequer o site do PMDB, onde postaram a frase: "Sérgio Cabral, cadê o Amarildo?". Enquanto esse desaparecimento não for desvendado, tudo o que for feito para infernizar a vida de Sérgio Cabral é ainda muito pouco. Como autoridade máxima do Estado, o governador tem responsabilidade no encaminhamento do caso.
Um dos policiais que deteve Amarildo, Douglas Roberto Vital, foi acusado de haver agredido antes pelo menos dois moradores da favela, Luiz Gustavo de Souza e um adolescente de 16 anos, primo de Amarildo, contra quem teria forjado provas.
- A toda hora, esse Vital dizia que ia me matar - falou ao Globo o primo de Amarildo. - Eles me levaram para o DPO da UPP.Eles me deram choque, colocaram um saco plástico na minha cabeça e enfiaram minha cabeça na privada e deram descarga. Mas meus pais não saíram da cola deles. Acho que como não conseguiram nada comigo, acabaram pegando meu primo Amarildo e o mataram.
O Secretário Estadual de Segurança, José Mariano Beltrame - até prova em contrário um sujeito decente - afirmou que vai acompanhar de perto o inquérito e não descartou a possibilidade de um envolvimento de policiais ou de traficantes no sumiço. Ver para crer. Se esse caso não for desvendado, além de Cabral, Beltrame vai ficar com a ficha suja.  
A sociedade não pode permitir que essas práticas continuem matando sonhos. Elizabete contou aos jornais que seu marido, o ajudante de pedreiro que ergueu tantas paredes para os outros, estava quase realizando um sonho:
- Ele estava comprando material para construir o segundo andar de nossa casa. Os tijolos estão ali, no telhado.
P.S.1 Foto do nosso parceirinho Fernando Assaz Atroz
P.S.2'- É DIO BRAL NADOR  - Quadro de Fábio Gomes, que trabalha atualmente com formação audiovisual e oficinas de desenho e pintura na aldeia guarani Tres Palmeiras, em Aracruz (ES) pelo Programa Educativo Cineostra. Foi pintado em 2006 sobre uma placa de pvc encontrada no lixo, em Santa Teresa (RJ), restos da propaganda política do candidato a governador Sérgio Cabral..

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20 Comentário(s)

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Alice Coelho comentou:
18/09/2013
Devemos reconhecer que o Sérgio Cabral tem se emprenhado bastante em solucionar o paradeiro do Amarildo.
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27/08/2013
Tendo em vista a extraordinária crônica póstuma MORTE E VIDA AMARILDA – http://www.taquiprati.com.br/cronica.php?ident=1046 - de autoria do antropólogo, historiador e bloguero professor JOSÉ RIBAMAR BESSA FREIRE, PhD da UERJ, e lembrando que as Polícias Militares dos Estados (PME), desde a Ditadura Militar, tornaram-se autênticos comandos oficiais terroristas sistêmicos determinados a práticas medievais permanentes da tortura como forma de obter confissão de presos, do assassinato, do genocídio, do estupro, da ocultação de cadáveres... e outros suplícios e barbáries contra os Direitos Humanos, preconizo eu, pelos mais legítimos direitos universais da pessoa, QUE AS PME VENHAM A SER SUMARIAMENTE EXTINTAS DO PSNORAMA PÚBLICO DESTE PAÍS pela chefe-de-estado e chefe-de-governo PRESIDENTA DILMA ROUSSEF.. Ninguém se admire se eu próprio um septuagenário carregado com cinco doenças crônico-degenerativas sendo duas delas consideradas pelos médicos como TERMINAIS (contraídas nas Lutas Sociais) todavia estabilizadas Graças a Deus sob equilibrado controle clínico-profilático, venha eu a aparecer em passeatas de protesto, trôpego e capenga mas satisfeito da vida e sorridente, e apoiando-me num cajado metálico, ladeado por dois gigantescos e robustos jovens meus afins, Seguranças da minha integridade física, desarmados e passivos mas portando chibatas ou casssetetes de madeira, de sobreaviso pra dissuadir e rechaçar os brucutus soldados da PME. Sou um decidido militante social suprapartidário e pacato na acirrada defesa das boas causas, e estou sobretudo empolgado com o Movimento Popular Juvenil ora recorrente no meu País, em Passeatas de Rua, apenas com restrições radicais contra atos de violência em detrimento de pessoas humanas inocentes e do patrimônio Público e Privado Nos meus 65 anos de caminhada sócio-política, das minhas 76 primaveras de senescência urbano-silvestre (vide meu Perfil-Memorial em poema épico biográfico): - http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=13423400452289903444 - desde o nível infanto-juvenil como militante social de esquerda e ativista socioambiental, ultrapassando longas jornadas seja como guerrilheiro em armas nos “ANOS DE CHUMBO”, contra os GENERAIS GORILAS, nas Hostes do Partido rebelde AP-Ação Popular (inspirado pela Teologia da Libertação), partido político cristão-marxista criado pelo meu saudosíssimo e heróico Padrinho CARDEAL DOM HELDER CÂMARA, seja como etnólogo-indigenista pan-amazônico e pan-americano no estudo e na defesa dos povos ameríndios da Pan-Amazônia, da Meso-América e da América Boreal, ouso preconizar que as PME sejam imediatamente EXTINTAS pela Presidenta DILMA ROUSSEF, e no lugar desta corporação terrorista venha a ser criada uma Instituição substitutiva de guarda palaciana, vigilância de logradouros publicos urbanos, de convergência social de lazer e de patrimônios ecológicos e ambientais e turísticos, a exemplo do que eram as antigas corporações imperiais similares raízes da referida PME, desgraçadamente, reinventada e estuprada pelos execráveis GORILAS da DITADURA MILITAR DE 1º DE ABRIL DE 1964.. Cheguei agora a um ponto de vida opcional de vou ou não vou engajar-me nas passeatas, que tanto aprecio, com a justa alternativa de aposentar-me ou continuar na luta, o que me fascina sobremodo.. Agora mesmo, tenho em mente a ideia-tese pressuposta de uma Pauta ostensiva de reivindicação às Manifestações de Rua, para discussão exaustiva e a deliberação entre os Grupos Integrados nas Manifestações Populares, fundamentada na preocupante e sinistra existência continuada das PME-Polícias Militares dos Estados da Federação Brasileira, que são genuínas e persistentes corporações criminosas-de-lesa-humanidade que enxovalham o conceito do nosso País no panorama das Nações Civilizadas, vale dizer, corporações profundamente viciadas, e utilizadas pelos Estados Brasileiros na tortura como forma siistêrmica de obter confissão de presos, assim como no assassinato, na ocultação de cadáveres, no estupro..., Corporações que foram premeditadamente reinventadas, violentadas, capacitadas, treinadas, redimensionadas... e consolidadas como comandos terroristas institucionalizados, pelo GORILA bandido e cruel general HUMBERTO DE ALENCAR CASTELO BRANCO mancomunado com o comandante supremo alienígena da QUARTELADA DE 1964 o BRUCUTU norte-americano general WORNER WALTERS. Comandos Terroristas as PME aplicados inicialmente na repressão sanguinária e genocida aos opositores políticos da Ditadura Militar de ‘1º DE ABRIL. Antes da Ditadura de 1º de Abril as PME eram organismos eminentemente desmilitarizados, pacíficos e inspirados na Paz e nas Boas Maneiras de prestar serviços de vigilância urbana ao País, desde sua fundação à Era Colonial no Século XVIII (1775), pelo Rei Dom João VI de Portugal, criada como Polícia Real da Monarquia para controle e segurança da produção aurífera em Minas Gerais (Ouro Preto). O Monarca Português, que no início do Século XIX (1807) refugiara-se de Lisboa com a Família Real, temendo a invasão béllica de Napoleão Bonaparte, criou a Monarquia Brasileira raiz do Império Brasileiro fundado após a chegada da Família Real Portuguesa no Século XIX (1807). O Rei D. João VI expandiu a Guarda Real de Minas Gerais para o Rio de Janeiro (1811), que tomou o nome de Guarda Real da Monarquia no Rio de Janeiro, onde o Rei projetou em seguida o Império do Brasil que ele legou, como futuro, ao seu Filho mais velho o Príncipe Dom Pedro de Bourbom e Bragança. Problemas surgiram em 1820, quando a população portuguesa exigiu o retorno de D. João VI à Lisboa, pois Napoleão já havia sido deposto na França. A Revolução do Porto estourou em 24 de agosto do mesmo ano, inicialmente na cidade de Porto e, em seguida, para o resto das metrópoles portuguesas. Apesar de conseguir adiar por alguns meses da hora a insatisfação dos portugueses, D. João VI se viu obrigado a voltar à Lisboa no ano de 1822. Seu filho,Pedro de Bourbon e Bragança (regente do mpério em perspectiva), negou-se em voltar a Portugal contra a vontade do Pai, ficando no Brasil. E protagonizou o episódio heroico conhecido como DIA DO FICO: - "SE É PARA O BEM DE TODOS E FELICIDADE GERAL DA NAÇÃO, ESTÁ DECLARADO,:DIGA AO POVO QUE EU FICO. A D. João VI, antes de embarcar, não restou outra alternativa senão realizar seu juramento à Constituição do Vice-Reinado Colonial e a reinstauração da situação de Colônia para o Brasil. O povo brasileiro, de todas as classes sociais, foi contra a perda do Status de Monarquia e ao retorno do condição de Colônia a que o Brasil houvera descido. Um Abaixo-Assinado subscrito por cerca de 9.000 Cidadãos Brasileiros e Portugueses Radicados no Rio de Janeiro convenceu o Principe Regente D. Pedro a proclamar a Independência do Brasil no dia 7 de Setembro de 1822. Foi assim extinta a Colônia Portuguesa e fundada a MONARQUIA IMPÉRIAL BRASILEIRA, como País Livre e Soberano, assumindo o Príncipe Regente com o Título de Nobreza IMPERADOR DOM PEDRO I DO BRASIL, após o mesmo, numa campanha épica e ousada, em comitiva montada em cavalaria de ação revolucionária, no dia 7 de Setembro de 1822, haver proferido o célebre Grito INDEPENDÊNCIA OU MORTE!... O primeiro reinado do Império Brasileiro, que durou apena nove anos, foi deveras tumultuado e cheio de percalços, marcado pelo temperamento pródigo, perdulário e instável do Imperador, por crises políticas e econômicas graves, e pela morte, em 1826, do Rei Pai Dom João VI de Portugal, do qual Pedro I do Brasil era o legítimo Herdeiro do Trono. Vaidoso e egocêntrico, o Imperador precipitou-se com tendência em acumular as duas Monarquias mas frustrou-se diante da inviabilidade funcional dos encargos e da insatisfação generalizada dos dois povos, brasileiro e português, com a dupla soberania e suas consequências,. Ele se ausentara eventualmente do Brasil, sem abdicar do Trono Imperial, e assumira em trânsito o Trono de Portugal com o Título de REI D. PEDRO IV, mas não suportou as pressões, e após alguns meses abdicou do Trono Luso passando a Realeza à sua Filha mais velha MARIA II (1827) que também não se adaptou às funções assumindo a Monarquia Lusa o irmão mais novo da Princesa D. Miguel I (1828), As dificuldades imperiais no Brasil enfrentadas pelo Impeador foram de tal monta que D. Pedro I, em 1831, tomou a decisão de abdicar definitivamente do Trono Imperial Brasileiro, E passou a Monarquia Imperial ao seu Filho o Príncipe Herdeiro Infante D. Pedro de Orleans e Bragança, infante de cinco (5) anos que, impedido pela menor idade, teve como substituta uma Tróica Curatelar de Regência Imperial assumida por cidadãos luso-brasileiros Uma Regência Trina Provisória foi convocada em 17 de julho de 1831, e teve como representantes, das três grandes vertentes políticas, personalidades luso-brasileiras: dos Liberais o Senador Campos Vergueiro, dos conservadores o fazendeiro José Joaquim Carneiro de Campos, e dos militares o general Francisco de Lima e Silva o Chico Regência. A estes, conforme a Constituição vigente, caberia a realização de eleições para escolha da Regência Trina Permanente. Os eleitos foram Bráulio Muniz, Costa Carvalho, e o próprio general Chico Regência. Eles governaram o país por 3 anos. Nesse ínterim, o Ministro da Justiça Cônego Diogo Antônio Feijó conseguiu influência política suficiente para, em 1834, criar o Ato Adicional, que fez da Regência Trina uma Regência Una - ou seja, um só Regente. E ele mesmo foi então eleito como Regente Uno em eleições democráticas comandadas pela Regência Trina. A Regência Una governou até 1940. Feijó se mostrou ser um gestor hábil, pluralista. democrático e federalista, pois criou Assembléias Legislativas provinciais, para dar maior autonomia e descentralização às províncias brasileiras, e dedicou atenção especial ao infante e depois adolescente Imperador Pedro I, avocando-o aos estudos humanistas e às práticas administrativas, . Além disso, ele deu à cidade do Rio de Janeiro o status de município neutro, iniciou um moderno planejamento estratégico ambiental e ecológico e inicou a construção da FLORESTA NACIONAL DA TIJUCA, com a participação ativa do Imperador Juvenil Pedro II, e reformulou a Guarda Real da velha Colônia adaptando-a como Guardiã da Floresta, do Ambiente, da área turística, e dos patriônios palacianos e Logradouros Públicos Urbanos da Futura Cidade Maravilhosa.. Mas o Regente Feijó não conseguiu controlar as revoltas populares, e foi afastado por imposição das Forças Políticas de oposição os Conservadores que não absorviam suas ideias inovadoras. Em seu lugar ficou o conservador Pedro de Araújo Lima, marquês de Olinda, um político honrado porém mais centralizador e menos liberal. Em sua regência foi deflagrado o chamado “Golpe da Maioridade” que, em 1940, elevou ao Poder Manárquico o Imperador Menino com apenas 14 anos de idade, iniciando-se assim o papel ativo de D. Pedro II no período do Segundo Reinado da era imperial brasileira.. Dom Pedro II no Poder deu prioridade à iniciada construção da FLORESTA URBANA DA TIJUCA e imprimiu um avançado e ousado Projeto Urbanístico da Capital Federal RJ cuja arquitetura até hoje mostra-se adequada e perfeita, em termos de plano viário da cdade, como notável contributo secular do Império ao Status mundial do Rio de Janeiro como ETERNA CIDADE MARAVILHOSA. E é neste belíssimo contexto de padrão urbano que evoluiu a secular GUARDA IMPERIAL PROVINCIAL, criada no Brasil-Colônia do Século XVIII (1875). também chamada de POLÍCIA MILITAR DO ESTADO, corporação pacífica e cheia de glórias mas desgraçadamente, hoje, barbarizada e enlouquecida após ter sido brutalmente ESTUPRADA E DESVIRTUADA pelos GORILAS DA DITADURA MILITAR DE 1º DE ABRIL, fazendo-se merecedora de um corajoso Ato Governamental sumário de EXTINÇÃO DEFINITIVA para o bem do País e felicidade geral do Povo Brasileiro. E para que não mais vrnhsm a acontecer novas tragédias de MORTE E VIDA AMARILDA. Contato de paulo lucena - etnólogo-indigenista pan-americano
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27/08/2013
Tendo em vista a extraordinária crônica póstuma MORTE E VIDA AMARILDA – http://www.taquiprati.com.br/cronica.php?ident=1046 - de autoria do antropólogo, historiador e bloguero professor JOSÉ RIBAMAR BESSA FREIRE, PhD da UERJ, e lembrando que as Polícias Militares dos Estados (PME), desde a Ditadura Militar, tornaram-se autênticos comandos oficiais terroristas sistêmicos determinados a práticas medievais permanentes da tortura como forma de obter confissão de presos, do assassinato, do genocídio, do estupro, da ocultação de cadáveres... e outros suplícios e barbáries contra os Direitos Humanos, preconizo eu, pelos mais legítimos direitos universais da pessoa, QUE AS PME VENHAM A SER SUMARIAMENTE EXTINTAS DO PSNORAMA PÚBLICO DESTE PAÍS pela chefe-de-estado e chefe-de-governo PRESIDENTA DILMA ROUSSEF.. Ninguém se admire se eu próprio um septuagenário carregado com cinco doenças crônico-degenerativas sendo duas delas consideradas pelos médicos como TERMINAIS (contraídas nas Lutas Sociais) todavia estabilizadas Graças a Deus sob equilibrado controle clínico-profilático, venha eu a aparecer em passeatas de protesto, trôpego e capenga mas satisfeito da vida e sorridente, e apoiando-me num cajado metálico, ladeado por dois gigantescos e robustos jovens meus afins, Seguranças da minha integridade física, desarmados e passivos mas portando chibatas ou casssetetes de madeira, de sobreaviso pra dissuadir e rechaçar os brucutus soldados da PME. Sou um decidido militante social suprapartidário e pacato na acirrada defesa das boas causas, e estou sobretudo empolgado com o Movimento Popular Juvenil ora recorrente no meu País, em Passeatas de Rua, apenas com restrições radicais contra atos de violência em detrimento de pessoas humanas inocentes e do patrimônio Público e Privado Nos meus 65 anos de caminhada sócio-política, das minhas 76 primaveras de senescência urbano-silvestre (vide meu Perfil-Memorial em poema épico biográfico): - http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=13423400452289903444 - desde o nível infanto-juvenil como militante social de esquerda e ativista socioambiental, ultrapassando longas jornadas seja como guerrilheiro em armas nos “ANOS DE CHUMBO”, contra os GENERAIS GORILAS, nas Hostes do Partido rebelde AP-Ação Popular (inspirado pela Teologia da Libertação), partido político cristão-marxista criado pelo meu saudosíssimo e heróico Padrinho CARDEAL DOM HELDER CÂMARA, seja como etnólogo-indigenista pan-amazônico e pan-americano no estudo e na defesa dos povos ameríndios da Pan-Amazônia, da Meso-América e da América Boreal, ouso preconizar que as PME sejam imediatamente EXTINTAS pela Presidenta DILMA ROUSSEF, e no lugar desta corporação terrorista venha a ser criada uma Instituição substitutiva de guarda palaciana, vigilância de logradouros publicos urbanos, de convergência social de lazer e de patrimônios ecológicos e ambientais e turísticos, a exemplo do que eram as antigas corporações imperiais similares raízes da referida PME, desgraçadamente, reinventada e estuprada pelos execráveis GORILAS da DITADURA MILITAR DE 1º DE ABRIL DE 1964.. Cheguei agora a um ponto de vida opcional de vou ou não vou engajar-me nas passeatas, que tanto aprecio, com a justa alternativa de aposentar-me ou continuar na luta, o que me fascina sobremodo.. Agora mesmo, tenho em mente a ideia-tese pressuposta de uma Pauta ostensiva de reivindicação às Manifestações de Rua, para discussão exaustiva e a deliberação entre os Grupos Integrados nas Manifestações Populares, fundamentada na preocupante e sinistra existência continuada das PME-Polícias Militares dos Estados da Federação Brasileira, que são genuínas e persistentes corporações criminosas-de-lesa-humanidade que enxovalham o conceito do nosso País no panorama das Nações Civilizadas, vale dizer, corporações profundamente viciadas, e utilizadas pelos Estados Brasileiros na tortura como forma siistêrmica de obter confissão de presos, assim como no assassinato, na ocultação de cadáveres, no estupro..., Corporações que foram premeditadamente reinventadas, violentadas, capacitadas, treinadas, redimensionadas... e consolidadas como comandos terroristas institucionalizados, pelo GORILA bandido e cruel general HUMBERTO DE ALENCAR CASTELO BRANCO mancomunado com o comandante supremo alienígena da QUARTELADA DE 1964 o BRUCUTU norte-americano general WORNER WALTERS. Comandos Terroristas as PME aplicados inicialmente na repressão sanguinária e genocida aos opositores políticos da Ditadura Militar de ‘1º DE ABRIL. Antes da Ditadura de 1º de Abril as PME eram organismos eminentemente desmilitarizados, pacíficos e inspirados na Paz e nas Boas Maneiras de prestar serviços de vigilância urbana ao País, desde sua fundação à Era Colonial no Século XVIII (1775), pelo Rei Dom João VI de Portugal, criada como Polícia Real da Monarquia para controle e segurança da produção aurífera em Minas Gerais (Ouro Preto). O Monarca Português, que no início do Século XIX (1807) refugiara-se de Lisboa com a Família Real, temendo a invasão béllica de Napoleão Bonaparte, criou a Monarquia Brasileira raiz do Império Brasileiro fundado após a chegada da Família Real Portuguesa no Século XIX (1807). O Rei D. João VI expandiu a Guarda Real de Minas Gerais para o Rio de Janeiro (1811), que tomou o nome de Guarda Real da Monarquia no Rio de Janeiro, onde o Rei projetou em seguida o Império do Brasil que ele legou, como futuro, ao seu Filho mais velho o Príncipe Dom Pedro de Bourbom e Bragança. Problemas surgiram em 1820, quando a população portuguesa exigiu o retorno de D. João VI à Lisboa, pois Napoleão já havia sido deposto na França. A Revolução do Porto estourou em 24 de agosto do mesmo ano, inicialmente na cidade de Porto e, em seguida, para o resto das metrópoles portuguesas. Apesar de conseguir adiar por alguns meses da hora a insatisfação dos portugueses, D. João VI se viu obrigado a voltar à Lisboa no ano de 1822. Seu filho,Pedro de Bourbon e Bragança (regente do mpério em perspectiva), negou-se em voltar a Portugal contra a vontade do Pai, ficando no Brasil. E protagonizou o episódio heroico conhecido como DIA DO FICO: - "SE É PARA O BEM DE TODOS E FELICIDADE GERAL DA NAÇÃO, ESTÁ DECLARADO,:DIGA AO POVO QUE EU FICO. A D. João VI, antes de embarcar, não restou outra alternativa senão realizar seu juramento à Constituição do Vice-Reinado Colonial e a reinstauração da situação de Colônia para o Brasil. O povo brasileiro, de todas as classes sociais, foi contra a perda do Status de Monarquia e ao retorno do condição de Colônia a que o Brasil houvera descido. Um Abaixo-Assinado subscrito por cerca de 9.000 Cidadãos Brasileiros e Portugueses Radicados no Rio de Janeiro convenceu o Principe Regente D. Pedro a proclamar a Independência do Brasil no dia 7 de Setembro de 1822. Foi assim extinta a Colônia Portuguesa e fundada a MONARQUIA IMPÉRIAL BRASILEIRA, como País Livre e Soberano, assumindo o Príncipe Regente com o Título de Nobreza IMPERADOR DOM PEDRO I DO BRASIL, após o mesmo, numa campanha épica e ousada, em comitiva montada em cavalaria de ação revolucionária, no dia 7 de Setembro de 1822, haver proferido o célebre Grito INDEPENDÊNCIA OU MORTE!... O primeiro reinado do Império Brasileiro, que durou apena nove anos, foi deveras tumultuado e cheio de percalços, marcado pelo temperamento pródigo, perdulário e instável do Imperador, por crises políticas e econômicas graves, e pela morte, em 1826, do Rei Pai Dom João VI de Portugal, do qual Pedro I do Brasil era o legítimo Herdeiro do Trono. Vaidoso e egocêntrico, o Imperador precipitou-se com tendência em acumular as duas Monarquias mas frustrou-se diante da inviabilidade funcional dos encargos e da insatisfação generalizada dos dois povos, brasileiro e português, com a dupla soberania e suas consequências,. Ele se ausentara eventualmente do Brasil, sem abdicar do Trono Imperial, e assumira em trânsito o Trono de Portugal com o Título de REI D. PEDRO IV, mas não suportou as pressões, e após alguns meses abdicou do Trono Luso passando a Realeza à sua Filha mais velha MARIA II (1827) que também não se adaptou às funções assumindo a Monarquia Lusa o irmão mais novo da Princesa D. Miguel I (1828), As dificuldades imperiais no Brasil enfrentadas pelo Impeador foram de tal monta que D. Pedro I, em 1831, tomou a decisão de abdicar definitivamente do Trono Imperial Brasileiro, E passou a Monarquia Imperial ao seu Filho o Príncipe Herdeiro Infante D. Pedro de Orleans e Bragança, infante de cinco (5) anos que, impedido pela menor idade, teve como substituta uma Tróica Curatelar de Regência Imperial assumida por cidadãos luso-brasileiros Uma Regência Trina Provisória foi convocada em 17 de julho de 1831, e teve como representantes, das três grandes vertentes políticas, personalidades luso-brasileiras: dos Liberais o Senador Campos Vergueiro, dos conservadores o fazendeiro José Joaquim Carneiro de Campos, e dos militares o general Francisco de Lima e Silva o Chico Regência. A estes, conforme a Constituição vigente, caberia a realização de eleições para escolha da Regência Trina Permanente. Os eleitos foram Bráulio Muniz, Costa Carvalho, e o próprio general Chico Regência. Eles governaram o país por 3 anos. Nesse ínterim, o Ministro da Justiça Cônego Diogo Antônio Feijó conseguiu influência política suficiente para, em 1834, criar o Ato Adicional, que fez da Regência Trina uma Regência Una - ou seja, um só Regente. E ele mesmo foi então eleito como Regente Uno em eleições democráticas comandadas pela Regência Trina. A Regência Una governou até 1940. Feijó se mostrou ser um gestor hábil, pluralista. democrático e federalista, pois criou Assembléias Legislativas provinciais, para dar maior autonomia e descentralização às províncias brasileiras, e dedicou atenção especial ao infante e depois adolescente Imperador Pedro I, avocando-o aos estudos humanistas e às práticas administrativas, . Além disso, ele deu à cidade do Rio de Janeiro o status de município neutro, iniciou um moderno planejamento estratégico ambiental e ecológico e inicou a construção da FLORESTA NACIONAL DA TIJUCA, com a participação ativa do Imperador Juvenil Pedro II, e reformulou a Guarda Real da velha Colônia adaptando-a como Guardiã da Floresta, do Ambiente, da área turística, e dos patriônios palacianos e Logradouros Públicos Urbanos da Futura Cidade Maravilhosa.. Mas o Regente Feijó não conseguiu controlar as revoltas populares, e foi afastado por imposição das Forças Políticas de oposição os Conservadores que não absorviam suas ideias inovadoras. Em seu lugar ficou o conservador Pedro de Araújo Lima, marquês de Olinda, um político honrado porém mais centralizador e menos liberal. Em sua regência foi deflagrado o chamado “Golpe da Maioridade” que, em 1940, elevou ao Poder Manárquico o Imperador Menino com apenas 14 anos de idade, iniciando-se assim o papel ativo de D. Pedro II no período do Segundo Reinado da era imperial brasileira.. Dom Pedro II no Poder deu prioridade à iniciada construção da FLORESTA URBANA DA TIJUCA e imprimiu um avançado e ousado Projeto Urbanístico da Capital Federal RJ cuja arquitetura até hoje mostra-se adequada e perfeita, em termos de plano viário da cdade, como notável contributo secular do Império ao Status mundial do Rio de Janeiro como ETERNA CIDADE MARAVILHOSA. E é neste belíssimo contexto de padrão urbano que evoluiu a secular GUARDA IMPERIAL PROVINCIAL, criada no Brasil-Colônia do Século XVIII (1875). também chamada de POLÍCIA MILITAR DO ESTADO, corporação pacífica e cheia de glórias mas desgraçadamente, hoje, barbarizada e enlouquecida após ter sido brutalmente ESTUPRADA E DESVIRTUADA pelos GORILAS DA DITADURA MILITAR DE 1º DE ABRIL, fazendo-se merecedora de um corajoso Ato Governamental sumário de EXTINÇÃO DEFINITIVA para o bem do País e felicidade geral do Povo Brasileiro.. Contato de paulo lucena - etnólogo-indigenista pan-americano
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27/08/2013
Tendo em vista a extraordinária crônica póstuma MORTE E VIDA AMARILDA – http://www.taquiprati.com.br/cronica.php?ident=1046 - de autoria do antropólogo, historiador e bloguero professor JOSÉ RIBAMAR BESSA FREIRE, PhD da UERJ, e lembrando que as Polícias Militares dos Estados (PME), desde a Ditadura Militar, tornaram-se autênticos comandos oficiais terroristas sistêmicos determinados a práticas medievais permanentes da tortura como forma de obter confissão de presos, do assassinato, do genocídio, do estupro, da ocultação de cadáveres... e outros suplícios e barbáries contra os Direitos Humanos, preconizo eu, pelos mais legítimos direitos universais da pessoa, QUE AS PME VENHAM A SER SUMARIAMENTE EXTINTAS DO PSNORAMA PÚBLICO DESTE PAÍS pela chefe-de-estado e chefe-de-governo PRESIDENTA DILMA ROUSSEF.. Ninguém se admire se eu próprio um septuagenário carregado com cinco doenças crônico-degenerativas sendo duas delas consideradas pelos médicos como TERMINAIS (contraídas nas Lutas Sociais) todavia estabilizadas Graças a Deus sob equilibrado controle clínico-profilático, venha eu a aparecer em passeatas de protesto, trôpego e capenga mas satisfeito da vida e sorridente, e apoiando-me num cajado metálico, ladeado por dois gigantescos e robustos jovens meus afins, Seguranças da minha integridade física, desarmados e passivos mas portando chibatas ou casssetetes de madeira, de sobreaviso pra dissuadir e rechaçar os brucutus soldados da PME. Sou um decidido militante social suprapartidário e pacato na acirrada defesa das boas causas, e estou sobretudo empolgado com o Movimento Popular Juvenil ora recorrente no meu País, em Passeatas de Rua, apenas com restrições radicais contra atos de violência em detrimento de pessoas humanas inocentes e do patrimônio Público e Privado Nos meus 65 anos de caminhada sócio-política, das minhas 76 primaveras de senescência urbano-silvestre (vide meu Perfil-Memorial em poema épico biográfico): - http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=13423400452289903444 - desde o nível infanto-juvenil como militante social de esquerda e ativista socioambiental, ultrapassando longas jornadas seja como guerrilheiro em armas nos “ANOS DE CHUMBO”, contra os GENERAIS GORILAS, nas Hostes do Partido rebelde AP-Ação Popular (inspirado pela Teologia da Libertação), partido político cristão-marxista criado pelo meu saudosíssimo e heróico Padrinho CARDEAL DOM HELDER CÂMARA, seja como etnólogo-indigenista pan-amazônico e pan-americano no estudo e na defesa dos povos ameríndios da Pan-Amazônia, da Meso-América e da América Boreal, ouso preconizar que as PME sejam imediatamente EXTINTAS pela Presidenta DILMA ROUSSEF, e no lugar desta corporação terrorista venha a ser criada uma Instituição substitutiva de guarda palaciana, vigilância de logradouros publicos urbanos, de convergência social de lazer e de patrimônios ecológicos e ambientais e turísticos, a exemplo do que eram as antigas corporações imperiais similares raízes da referida PME, desgraçadamente, reinventada e estuprada pelos execráveis GORILAS da DITADURA MILITAR DE 1º DE ABRIL DE 1964.. Cheguei agora a um ponto de vida opcional de vou ou não vou engajar-me nas passeatas, que tanto aprecio, com a justa alternativa de aposentar-me ou continuar na luta, o que me fascina sobremodo.. Agora mesmo, tenho em mente a ideia-tese pressuposta de uma Pauta ostensiva de reivindicação às Manifestações de Rua, para discussão exaustiva e a deliberação entre os Grupos Integrados nas Manifestações Populares, fundamentada na preocupante e sinistra existência continuada das PME-Polícias Militares dos Estados da Federação Brasileira, que são genuínas e persistentes corporações criminosas-de-lesa-humanidade que enxovalham o conceito do nosso País no panorama das Nações Civilizadas, vale dizer, corporações profundamente viciadas, e utilizadas pelos Estados Brasileiros na tortura como forma siistêrmica de obter confissão de presos, assim como no assassinato, na ocultação de cadáveres, no estupro..., Corporações que foram premeditadamente reinventadas, violentadas, capacitadas, treinadas, redimensionadas... e consolidadas como comandos terroristas institucionalizados, pelo GORILA bandido e cruel general HUMBERTO DE ALENCAR CASTELO BRANCO mancomunado com o comandante supremo alienígena da QUARTELADA DE 1964 o BRUCUTU norte-americano general WORNER WALTERS. Comandos Terroristas as PME aplicados inicialmente na repressão sanguinária e genocida aos opositores políticos da Ditadura Militar de ‘1º DE ABRIL. Antes da Ditadura de 1º de Abril as PME eram organismos eminentemente desmilitarizados, pacíficos e inspirados na Paz e nas Boas Maneiras de prestar serviços de vigilância urbana ao País, desde sua fundação à Era Colonial no Século XVIII (1775), pelo Rei Dom João VI de Portugal, criada como Polícia Real da Monarquia para controle e segurança da produção aurífera em Minas Gerais (Ouro Preto). O Monarca Português, que no início do Século XIX (1807) refugiara-se de Lisboa com a Família Real, temendo a invasão béllica de Napoleão Bonaparte, criou a Monarquia Brasileira raiz do Império Brasileiro fundado após a chegada da Família Real Portuguesa no Século XIX (1807). O Rei D. João VI expandiu a Guarda Real de Minas Gerais para o Rio de Janeiro (1811), que tomou o nome de Guarda Real da Monarquia no Rio de Janeiro, onde o Rei projetou em seguida o Império do Brasil que ele legou, como futuro, ao seu Filho mais velho o Príncipe Dom Pedro de Bourbom e Bragança. Problemas surgiram em 1820, quando a população portuguesa exigiu o retorno de D. João VI à Lisboa, pois Napoleão já havia sido deposto na França. A Revolução do Porto estourou em 24 de agosto do mesmo ano, inicialmente na cidade de Porto e, em seguida, para o resto das metrópoles portuguesas. Apesar de conseguir adiar por alguns meses da hora a insatisfação dos portugueses, D. João VI se viu obrigado a voltar à Lisboa no ano de 1822. Seu filho,Pedro de Bourbon e Bragança (regente do mpério em perspectiva), negou-se em voltar a Portugal contra a vontade do Pai, ficando no Brasil. E protagonizou o episódio heroico conhecido como DIA DO FICO: - "SE É PARA O BEM DE TODOS E FELICIDADE GERAL DA NAÇÃO, ESTÁ DECLARADO,:DIGA AO POVO QUE EU FICO. A D. João VI, antes de embarcar, não restou outra alternativa senão realizar seu juramento à Constituição do Vice-Reinado Colonial e a reinstauração da situação de Colônia para o Brasil. O povo brasileiro, de todas as classes sociais, foi contra a perda do Status de Monarquia e ao retorno do condição de Colônia a que o Brasil houvera descido. Um Abaixo-Assinado subscrito por cerca de 9.000 Cidadãos Brasileiros e Portugueses Radicados no Rio de Janeiro convenceu o Principe Regente D. Pedro a proclamar a Independência do Brasil no dia 7 de Setembro de 1822. Foi assim extinta a Colônia Portuguesa e fundada a MONARQUIA IMPÉRIAL BRASILEIRA, como País Livre e Soberano, assumindo o Príncipe Regente com o Título de Nobreza IMPERADOR DOM PEDRO I DO BRASIL, após o mesmo, numa campanha épica e ousada, em comitiva montada em cavalaria de ação revolucionária, no dia 7 de Setembro de 1822, haver proferido o célebre Grito INDEPENDÊNCIA OU MORTE!... O primeiro reinado do Império Brasileiro, que durou apena nove anos, foi deveras tumultuado e cheio de percalços, marcado pelo temperamento pródigo, perdulário e instável do Imperador, por crises políticas e econômicas graves, e pela morte, em 1826, do Rei Pai Dom João VI de Portugal, do qual Pedro I do Brasil era o legítimo Herdeiro do Trono. Vaidoso e egocêntrico, o Imperador precipitou-se com tendência em acumular as duas Monarquias mas frustrou-se diante da inviabilidade funcional dos encargos e da insatisfação generalizada dos dois povos, brasileiro e português, com a dupla soberania e suas consequências,. Ele se ausentara eventualmente do Brasil, sem abdicar do Trono Imperial, e assumira em trânsito o Trono de Portugal com o Título de REI D. PEDRO IV, mas não suportou as pressões, e após alguns meses abdicou do Trono Luso passando a Realeza à sua Filha mais velha MARIA II (1827) que também não se adaptou às funções assumindo a Monarquia Lusa o irmão mais novo da Princesa D. Miguel I (1828), As dificuldades imperiais no Brasil enfrentadas pelo Impeador foram de tal monta que D. Pedro I, em 1831, tomou a decisão de abdicar definitivamente do Trono Imperial Brasileiro, E passou a Monarquia Imperial ao seu Filho o Príncipe Herdeiro Infante D. Pedro de Orleans e Bragança, infante de cinco (5) anos que, impedido pela menor idade, teve como substituta uma Tróica Curatelar de Regência Imperial assumida por cidadãos luso-brasileiros Uma Regência Trina Provisória foi convocada em 17 de julho de 1831, e teve como representantes, das três grandes vertentes políticas, personalidades luso-brasileiras: dos Liberais o Senador Campos Vergueiro, dos conservadores o fazendeiro José Joaquim Carneiro de Campos, e dos militares o general Francisco de Lima e Silva o Chico Regência. A estes, conforme a Constituição vigente, caberia a realização de eleições para escolha da Regência Trina Permanente. Os eleitos foram Bráulio Muniz, Costa Carvalho, e o próprio general Chico Regência. Eles governaram o país por 3 anos. Nesse ínterim, o Ministro da Justiça Cônego Diogo Antônio Feijó conseguiu influência política suficiente para, em 1834, criar o Ato Adicional, que fez da Regência Trina uma Regência Una - ou seja, um só Regente. E ele mesmo foi então eleito como Regente Uno em eleições democráticas comandadas pela Regência Trina. A Regência Una governou até 1940. Feijó se mostrou ser um gestor hábil, pluralista. democrático e federalista, pois criou Assembléias Legislativas provinciais, para dar maior autonomia e descentralização às províncias brasileiras, e dedicou atenção especial ao infante e depois adolescente Imperador Pedro I, avocando-o aos estudos humanistas e às práticas administrativas, . Além disso, ele deu à cidade do Rio de Janeiro o status de município neutro, iniciou um moderno planejamento estratégico ambiental e ecológico e inicou a construção da FLORESTA NACIONAL DA TIJUCA, com a participação ativa do Imperador Juvenil Pedro II, e reformulou a Guarda Real da velha Colônia adaptando-a como Guardiã da Floresta, do Ambiente, da área turística, e dos patriônios palacianos e Logradouros Públicos Urbanos da Futura Cidade Maravilhosa.. Mas o Regente Feijó não conseguiu controlar as revoltas populares, e foi afastado por imposição das Forças Políticas de oposição os Conservadores que não absorviam suas ideias inovadoras. Em seu lugar ficou o conservador Pedro de Araújo Lima, marquês de Olinda, um político honrado porém mais centralizador e menos liberal. Em sua regência foi deflagrado o chamado “Golpe da Maioridade” que, em 1940, elevou ao Poder Manárquico o Imperador Menino com apenas 14 anos de idade, iniciando-se assim o papel ativo de D. Pedro II no período do Segundo Reinado da era imperial brasileira.. Dom Pedro II no Poder deu prioridade à iniciada construção da FLORESTA URBANA DA TIJUCA e imprimiu um avançado e ousado Projeto Urbanístico da Capital Federal RJ cuja arquitetura até hoje mostra-se adequada e perfeita, em termos de plano viário da cdade, como notável contributo secular do Império ao Status mundial do Rio de Janeiro como ETERNA CIDADE MARAVILHOSA. E é neste belíssimo contexto de padrão urbano que evoluiu a secular GUARDA IMPERIAL PROVINCIAL, criada no Brasil-Colônia do Século XVIII (1875). também chamada de POLÍCIA MILITAR DO ESTADO, corporação pacífica e cheia de glórias mas desgraçadamente, hoje, barbarizada e enlouquecida após ter sido brutalmente ESTUPRADA E DESVIRTUADA pelos GORILAS DA DITADURA MILITAR DE 1º DE ABRIL, fazendo-se merecedora de um corajoso Ato Governamental sumário de EXTINÇÃO DEFINITIVA para o bem do País e felicidade geral do Povo Brasileiro.. Contato de paulo lucena - etnólogo-indigenista pan-americano
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23/08/2013
Bessa e Caríssimos Compatriótas Comentaristas desta Crônica, não há nenhuma dúvida de que nosso concidadão AMARILDO tenha sido mais uma vítima fatal ocultada pela POLÍCIA MILITAR reinventada, desvirtuada, militarizada, volentada, e consolidada pelos GORILAS DE PRIMEIRO DE ABRIL, E adotada e mantida pelas Governadorias dos Estados às custas da Carga Tributária que pesa sobre os nossos ombros. Falando de PME aproveito o episódio AMARILDO para exemplo de uma abordagem histórica estarrecedora, grotesca e vergonhosa à Nacionalidade deste País, sob a permanência contemporânea das PME, como herança sinistra da Ditadura Militar, no panorama da segurança pública. As PME, passaram a ser vetoras sanguinárias intrínsecas da tortura, do assassinato, do genocídio, da ocultação de cadáveres, do estupro... e outros tipod de extermínio e suplícios brutais, assim como boçalidades horrendas na repressão sanguinolenta a opositores da Ditadura, ontem na Ditadura e hoje nos Estados ainda em uso sistemático . Procedimentos bçais atribuídos às PME pelos generais gorilas subversivos, representados pelo gorila-mor general HUMBERTO DE ALENCAR CASTELO BRANCO mancomunado com o comandante supremo da Quartelada o carrasco brucutu alienígena norte-americano, general WORNER WALTERS do trinômio Yankee PENTÁGONO / CIA / ESCUELA DE LAS AMÉRICAS que aprontaram coexecutaram o GOLPE MILITAR DE 1º DE ABRIL DE 1964, derrubando do Poder o Presidente Constitucional democraticamente eleito Dr. JOÃO BELCHIOR GOULART e mergulhando este Pais num dos mais cruéis e sanguinários regimes despóticos da História da Humanidade, banho de sangue que durou vinte anos para vergonha do nosso País. Na verdade, as PME que até pouco após os meados do Século XX (1964) tiveram uma Crônica existencial extraordinária de três Sèculos de glórias , civismo e dignidade patriótica impecável, como guardiães dos patrimônios palacianos, dos logradouros públicos de lazer citadinos e de convergência sócio-urbana, e dos complexos ambientais e turísticos das Capitais Brasileiras e de outras grandes cidades do País, de repente e a- toque-de-caixa, foram brutalmente estupradas pelos GORILAS DA DITADURA. O título paradoxal de “Polícia Militar” não era compatível com a tradição da antiga e muito festejada e querida GUARDA PROVINCIAL DO 1º IMPÉRIO (D. Pedro I) cuja assunção fora em fins do Século XVIII, E mais tarde, já no primeiro Terço do Século XIX (1831), com a coroação do Infante D, Pedro II, adolescente de 12 anos, a Tróica Curatelar então indicada a assumir as chefias do Governo e do Estado até a maioridade do Imperador aos 18 anos, ratificaram a vigência da GUARDA PROVINCIAL DO IMPÉRIO já então com Título Social de “POLÍCIA MILITAR” porém sem nada modificar em suas atribuições de guardiã patrimonial palaciana e dos logradouros públicos e ambientes ecológicos e turísticos. A raiz secular das PME é muito anterior ao Império, Foi fertilizada no Século XVIII (1877) com a chegada e instalação da Família Real de Portugal que se refugiara de Lisboa temendo as ameaças guerreiras Napoleônicas, Foi aí que o Rei Dom João VI decretou a criação e estruturação da GUARDA PROVINCIAL DA MONARQUIA, Serenados os ânimos na Europa, pelos fins do Século XVIII, o Monarca então resolveu transladar sua Famíkia de volta a Lisboa. E nomeou seu filho o Príncipe Dom Pedro, de 22 anos, com o nome de IMPERADOR DOM PEDRO I, e a ele repassou o dote da corporação que tomou o título de GUARDA PROVINCIAL DO IMPÉRIO. Daí até a ascenção do Segundo Império foi mais uma etapa da Corporação que seguiu a História adiante expressa, Relevante é citar que apesar do título, a instituição de segurança jamais foi utilizada como órgão repressor da ordem política e social. Atribuição que, somente com o advento da Ditadura Militar lhe foi determinada pelos generais do Golpe despótico. Abolido o Império já no alvorecer do Século XX (1889) a GUARDA IMPERIAL continuou vigente já então ratificada pela República com o Título de POLíCIA MILITAR todavia sem qualquer modificação profissional em suas tradicionais atribuições. No Século XX , até o dia 1º de Abril de 1964, vale enfatizar, as Polícias Militares dos Estados eram, tradicionalmente corporações desmiliarizadas e ideologicamente pacíficas utilizadas e ocupadas pelas governadorias estaduais, com exclusividade, como corporações passivas de guarda palaciana, vigilância de patimônios e logradouros públicos e preservadora de ambientes ecológicos e turísticos. Ainda está na memória histórica da ex-capital brasileira o Rio de Janeiro, o papel honroso da GUARDA IMPERIAL ou POLÍCIA MILITAR DO RIO DE JANEIRO como guardiã da FLORESTA NACIONAL DA TIJUCA (a maior floresta urbana do Planeta) considerada uma das Sete Maravilhas do Mundo, projetada e iniciada em construção pelo Governo da Regência Imperial e continuada e concluída na vigência do Segundo Império pelo Imperador Dom PEDRO II. A Ditadura decretou também que as PME desde então fossem consideradas como CORPORAÇÃO AUXILIAR DO EXÉRCITO BRASILEIRO, atribuindo-lhe um “QUARTEL-GENERAL” e a prerrogativa de adoção obrigatória de um Coronel do Exército com o Título de COMANDANTE GERAL DA PME em cada capital de estado, procedimentos que permanecem até hoje no seio das PME. A assunção compulsória do coronel adredemente treinado e destinado ideologicamente à repressão violenta contra os Movimentos Populares, isto somado às práticas consuetudinárias da tortutura como forma de obter cnfissões, o assassassinato de opositores, a ocultação de cadáver, o estupro, e outros suplícios e violações dos Direitos Humanos, continuam sendo práticas sistemáticas das PME em todos os Estados da Federação.
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23/08/2013
Bessa e Caríssimos Compatriótas Comentaristas desta Crônica, não há nenhuma dúvida de que nosso concidadão AMARILDO tenha sido mais uma vítima fatal ocultada pela POLÍCIA MILITAR recriada e consolidada pelos GORILAS DE PRIMEIRO DE ABRIL e adotada e mantida pelas Governadorias dos Estados às custas da Carga Tributária que pesa sobre os nossos ombros. Falando de PME aproveito o episódio AMARILDO para exemplo de uma abordagem histórica estarrecedora, grotesca e vergonhosa à Nacionalidade deste País sobre a permanência contemporânea das PME no panorama da segurança pública. As PME, passaram a ser vetoras sanguinárias da tortura, do assassinato, da ocultação de cadáveres, do estupro... e outros suplícios e extermínios brutais, assim como boçalidades horrendas na repressão sanguinolenta a opositores da Ditadura. Procedimentos brutais atribuídos às PME pelos generais gorilas subversivos, representados pelo gorila-mor general HUMBERTO DE ALENCAR CASTELO BRANCO mancomunado com o comandante supremo da Quartelada o carrasco brucutu alienígena norte-americano, general WORNER WALTER do trinômio PENTÁGONO / CIA / ESCUELA DE LAS AMÉRICAS que aprontaram o GOLPE MILITAR DE 1º DE ABRIL DE 1964, derrubando do Poder o Presidente Constitucional Dr. JOÃO BELCHIOR GOULART e mergulhando este Pais num dos mais cruéis e sanguinários regimes despóticos da História da Humanidade, banho de sangue que durou vinte anos.. Na verdade, as PME que até pouco após os meados do Século XX (1964) tiveram uma Crônica existencial extraordinária de três Sèculos de glórias , civismo e dignidade patriótica impecável, como guardiães dos patrimônios palacianos, dos logradouros públicos de lazer citadinos e de convergência sócio-urbana, e dos complexos ambientais e turísticos das Capitais Brasileiras e de outras grandes cidades do País, de repente e a- toque-de-caixa, foram brutalmente estupradas pelos GORILAS DA DITADURA. O título paradoxal de “Polícia Militar” não era compatível com a tradição da antiga e muito festejada e querida GUARDA PROVINCIAL DO 1º IMPÉRIO (D. Pedro I) cuja assunção fora em fins do Século XVIII, E mais tarde, já no primeiro Terço do Século XIX (1831), com a coroação do Infante D, Pedro II, adolescente de 12 anos, a Tróica Curatelar então indicada a assumir as chefias do Governo e do Estado até a maioridade do Imperador aos 18 anos, ratificaram a vigência da GUARDA PROVINCIAL DO IMPÉRIO já então com Título Social de “POLÍCIA MILITAR” porém sem nada modificar em suas atribuições de guardiã patrimonial palaciana e dos logradouros públicos e ambientes ecológicos e turísticos. A raiz secular das PME é muito anterior ao Império, Foi fertilizada no Século XVIII (1877) com a chegada e instalação da Família Real de Portugal que se refugiara de Lisboa temendo as ameaças guerreiras Napoleônicas, Foi aí que o Rei Dom João VI decretou a criação e estruturação da GUARDA PROVINCIAL DA MONARQUIA, Serenados os ânimos na Europa, pelos fins do Século XVIII, o Monarca então resolveu transladar sua Famíkia de volta a Lisboa. E nomeou seu filho o Príncipe Dom Pedro, de 22 anos, com o nome de IMPERADOR DOM PEDRO I, e a ele repassou o dote da corporação que tomou o título de GUARDA PROVINCIAL DO IMPÉRIO. Daí até a ascenção do Segundo Império foi mais uma etapa da Corporação que seguiu a História adiante expressa, Relevante é citar que apesar do título, a instituição de segurança jamais foi utilizada como órgão repressor da ordem política e social. Atribuição que, somente com o advento da Ditadura Militar lhe foi determinada pelos generais do Golpe despótico. Abolido o Império já no alvorecer do Século XX (1889) a GUARDA IMPERIAL continuou vigente já então ratificada pela República com o Título de POLíCIA MILITAR todavia sem qualquer modificação profissional em suas tradicionais atribuições. No Século XX , até o dia 1º de Abril de 1964, vale enfatizar, as Polícias Militares dos Estados eram, tradicionalmente corporações desmiliarizadas e ideologicamente pacíficas utilizadas e ocupadas pelas governadorias estaduais, com exclusividade, como corporações passivas de guarda palaciana, vigilância de patimônios e logradouros públicos e preservadora de ambientes ecológicos e turísticos. Ainda está na memória histórica da ex-capital brasileira o Rio de Janeiro, o papel honroso da GUARDA IMPERIAL ou POLÍCIA MILITAR DO RIO DE JANEIRO como guardiã da FLORESTA NACIONAL DA TIJUCA (a maior floresta urbana do Planeta) considerada uma das Sete Maravilhas do Mundo, projetada e iniciada em construção pelo Governo da Regência Imperial e continuada e concluída na vigência do Segundo Império pelo Imperador Dom PEDRO II. A Ditadura decretou também que as PME desde então fossem consideradas como CORPORAÇÃO AUXILIAR DO EXÉRCITO BRASILEIRO, atribuindo-lhe um “QUARTEL-GENERAL” e a prerrogativa de adoção obrigatória de um Coronel do Exército com o Título de COMANDANTE GERAL DA PME em cada capital de estado, procedimentos que permanecem até hoje no seio das PME. A assunção compulsória do coronel adredemente treinado e destinado ideologicamente à repressão violenta contra os Movimentos Populares, isto somado às práticas consuetudinárias da tortutura como forma de obter cnfissões, o assassassinato de opositores, a ocultação de cadáver, o estupro, e outros suplícios e violações dos Direitos Humanos, continuam sendo práticas sistemáticas das PME em todos os Estados da Federação.
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Bessa e Caríssimos Compatriótas Comentaristas desta Crônica, não há nenhuma dúvida de que nosso concidadão AMARILDO tenha sido mais uma vítima fatal ocultada pela POLÍCIA MILITAR recriada e consolidada pelos GORILAS DE PRIMEIRO DE ABRIL e adotada e mantida pelas Governadorias dos Estados às custas da Carga Tributária que pesa sobre os nossos ombros. Falando de PME aproveito o episódio AMARILDO para exemplo de uma abordagem histórica estarrecedora, grotesca e vergonhosa à Nacionalidade deste País sobre a permanência contemporânea das PME no panorama da segurança pública. As PME, passaram a ser vetoras sanguinárias da tortura, do assassinato, da ocultação de cadáveres, do estupro... e outros suplícios e extermínios brutais, assim como boçalidades horrendas na repressão sanguinolenta a opositores da Ditadura. Procedimentos brutais atribuídos às PME pelos generais gorilas subversivos, representados pelo gorila-mor general HUMBERTO DE ALENCAR CASTELO BRANCO mancomunado com o comandante supremo da Quartelada o carrasco brucutu alienígena norte-americano, general WORNER WALTER do trinômio PENTÁGONO / CIA / ESCUELA DE LAS AMÉRICAS que aprontaram o GOLPE MILITAR DE 1º DE ABRIL DE 1964, derrubando do Poder o Presidente Constitucional Dr. JOÃO BELCHIOR GOULART e mergulhando este Pais num dos mais cruéis e sanguinários regimes despóticos da História da Humanidade, banho de sangue que durou vinte anos.. Na verdade, as PME que até pouco após os meados do Século XX (1964) tiveram uma Crônica existencial extraordinária de três Sèculos de glórias , civismo e dignidade patriótica impecável, como guardiães dos patrimônios palacianos, dos logradouros públicos de lazer citadinos e de convergência sócio-urbana, e dos complexos ambientais e turísticos das Capitais Brasileiras e de outras grandes cidades do País, de repente e a- toque-de-caixa, foram brutalmente estupradas pelos GORILAS DA DITADURA. O título paradoxal de “Polícia Militar” não era compatível com a tradição da antiga e muito festejada e querida GUARDA PROVINCIAL DO 1º IMPÉRIO (D. Pedro I) cuja assunção fora em fins do Século XVIII, E mais tarde, já no primeiro Terço do Século XIX (1831), com a coroação do Infante D, Pedro II, adolescente de 12 anos, a Tróica Curatelar então indicada a assumir as chefias do Governo e do Estado até a maioridade do Imperador aos 18 anos, ratificaram a vigência da GUARDA PROVINCIAL DO IMPÉRIO já então com Título Social de “POLÍCIA MILITAR” porém sem nada modificar em suas atribuições de guardiã patrimonial palaciana e dos logradouros públicos e ambientes ecológicos e turísticos. A raiz secular das PME é muito anterior ao Império, Foi fertilizada no Século XVIII (1877) com a chegada e instalação da Família Real de Portugal que se refugiara de Lisboa temendo as ameaças guerreiras Napoleônicas, Foi aí que o Rei Dom João VI decretou a criação e estruturação da GUARDA PROVINCIAL DA MONARQUIA, Serenados os ânimos na Europa, pelos fins do Século XVIII, o Monarca então resolveu transladar sua Famíkia de volta a Lisboa. E nomeou seu filho o Príncipe Dom Pedro, de 22 anos, com o nome de IMPERADOR DOM PEDRO I, e a ele repassou o dote da corporação que tomou o título de GUARDA PROVINCIAL DO IMPÉRIO. Daí até a ascenção do Segundo Império foi mais uma etapa da Corporação que seguiu a História adiante expressa, Relevante é citar que apesar do título, a instituição de segurança jamais foi utilizada como órgão repressor da ordem política e social. Atribuição que, somente com o advento da Ditadura Militar lhe foi determinada pelos generais do Golpe despótico. Abolido o Império já no alvorecer do Século XX (1889) a GUARDA IMPERIAL continuou vigente já então ratificada pela República com o Título de POLíCIA MILITAR todavia sem qualquer modificação profissional em suas tradicionais atribuições. No Século XX , até o dia 1º de Abril de 1964, vale enfatizar, as Polícias Militares dos Estados eram, tradicionalmente corporações desmiliarizadas e ideologicamente pacíficas utilizadas e ocupadas pelas governadorias estaduais, com exclusividade, como corporações passivas de guarda palaciana, vigilância de patimônios e logradouros públicos e preservadora de ambientes ecológicos e turísticos. Ainda está na memória histórica da ex-capital brasileira o Rio de Janeiro, o papel honroso da GUARDA IMPERIAL ou POLÍCIA MILITAR DO RIO DE JANEIRO como guardiã da FLORESTA NACIONAL DA TIJUCA (a maior floresta urbana do Planeta) considerada uma das Sete Maravilhas do Mundo, projetada e iniciada em construção pelo Governo da Regência Imperial e continuada e concluída na vigência do Segundo Império pelo Imperador Dom PEDRO II. A Ditadura decretou também que as PME desde então fossem consideradas como CORPORAÇÃO AUXILIAR DO EXÉRCITO BRASILEIRO, atribuindo-lhe um “QUARTEL-GENERAL” e a prerrogativa de adoção obrigatória de um Coronel do Exército com o Título de COMANDANTE GERAL DA PME em cada capital de estado, procedimentos que permanecem até hoje no seio das PME. A assunção compulsória do coronel adredemente treinado e destinado ideologicamente à repressão violenta contra os Movimentos Populares, isto somado às práticas consuetudinárias da tortutura como forma de obter cnfissões, o assassassinato de opositores, a ocultação de cadáver, o estupro, e outros suplícios e violações dos Direitos Humanos, continuam sendo práticas sistemáticas das PME em todos os Estados da Federação.
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Bessa e Caríssimos Compatriótas Comentaristas desta Crônica, não há nenhuma dúvida de que nosso concidadão AMARILDO tenha sido mais uma vítima fatal ocultada pela POLÍCIA MILITAR recriada e consolidada pelos GORILAS DE PRIMEIRO DE ABRIL e adotada e mantida pelas Governadorias dos Estados às custas da Carga Tributária que pesa sobre os nossos ombros. Falando de PME aproveito o episódio AMARILDO para exemplo de uma abordagem histórica estarrecedora, grotesca e vergonhosa à Nacionalidade deste País sobre a permanência contemporânea das PME no panorama da segurança pública. As PME, passaram a ser vetoras sanguinárias da tortura, do assassinato, da ocultação de cadáveres, do estupro... e outros suplícios e extermínios brutais, assim como boçalidades horrendas na repressão sanguinolenta a opositores da Ditadura. Procedimentos brutais atribuídos às PME pelos generais gorilas subversivos, representados pelo gorila-mor general HUMBERTO DE ALENCAR CASTELO BRANCO mancomunado com o comandante supremo da Quartelada o carrasco brucutu alienígena norte-americano, general WORNER WALTER do trinômio PENTÁGONO / CIA / ESCUELA DE LAS AMÉRICAS que aprontaram o GOLPE MILITAR DE 1º DE ABRIL DE 1964, derrubando do Poder o Presidente Constitucional Dr. JOÃO BELCHIOR GOULART e mergulhando este Pais num dos mais cruéis e sanguinários regimes despóticos da História da Humanidade, banho de sangue que durou vinte anos.. Na verdade, as PME que até pouco após os meados do Século XX (1964) tiveram uma Crônica existencial extraordinária de três Sèculos de glórias , civismo e dignidade patriótica impecável, como guardiães dos patrimônios palacianos, dos logradouros públicos de lazer citadinos e de convergência sócio-urbana, e dos complexos ambientais e turísticos das Capitais Brasileiras e de outras grandes cidades do País, de repente e a- toque-de-caixa, foram brutalmente estupradas pelos GORILAS DA DITADURA. O título paradoxal de “Polícia Militar” não era compatível com a tradição da antiga e muito festejada e querida GUARDA PROVINCIAL DO 1º IMPÉRIO (D. Pedro I) cuja assunção fora em fins do Século XVIII, E mais tarde, já no primeiro Terço do Século XIX (1831), com a coroação do Infante D, Pedro II, adolescente de 12 anos, a Tróica Curatelar então indicada a assumir as chefias do Governo e do Estado até a maioridade do Imperador aos 18 anos, ratificaram a vigência da GUARDA PROVINCIAL DO IMPÉRIO já então com Título Social de “POLÍCIA MILITAR” porém sem nada modificar em suas atribuições de guardiã patrimonial palaciana e dos logradouros públicos e ambientes ecológicos e turísticos. A raiz secular das PME é muito anterior ao Império, Foi fertilizada no Século XVIII (1877) com a chegada e instalação da Família Real de Portugal que se refugiara de Lisboa temendo as ameaças guerreiras Napoleônicas, Foi aí que o Rei Dom João VI decretou a criação e estruturação da GUARDA PROVINCIAL DA MONARQUIA, Serenados os ânimos na Europa, pelos fins do Século XVIII, o Monarca então resolveu transladar sua Famíkia de volta a Lisboa. E nomeou seu filho o Príncipe Dom Pedro, de 22 anos, com o nome de IMPERADOR DOM PEDRO I, e a ele repassou o dote da corporação que tomou o título de GUARDA PROVINCIAL DO IMPÉRIO. Daí até a ascenção do Segundo Império foi mais uma etapa da Corporação que seguiu a História adiante expressa, Relevante é citar que apesar do título, a instituição de segurança jamais foi utilizada como órgão repressor da ordem política e social. Atribuição que, somente com o advento da Ditadura Militar lhe foi determinada pelos generais do Golpe despótico. Abolido o Império já no alvorecer do Século XX (1889) a GUARDA IMPERIAL continuou vigente já então ratificada pela República com o Título de POLíCIA MILITAR todavia sem qualquer modificação profissional em suas tradicionais atribuições. No Século XX , até o dia 1º de Abril de 1964, vale enfatizar, as Polícias Militares dos Estados eram, tradicionalmente corporações desmiliarizadas e ideologicamente pacíficas utilizadas e ocupadas pelas governadorias estaduais, com exclusividade, como corporações passivas de guarda palaciana, vigilância de patimônios e logradouros públicos e preservadora de ambientes ecológicos e turísticos. Ainda está na memória histórica da ex-capital brasileira o Rio de Janeiro, o papel honroso da GUARDA IMPERIAL ou POLÍCIA MILITAR DO RIO DE JANEIRO como guardiã da FLORESTA NACIONAL DA TIJUCA (a maior floresta urbana do Planeta) considerada uma das Sete Maravilhas do Mundo, projetada e iniciada em construção pelo Governo da Regência Imperial e continuada e concluída na vigência do Segundo Império pelo Imperador Dom PEDRO II. A Ditadura decretou também que as PME desde então fossem consideradas como CORPORAÇÃO AUXILIAR DO EXÉRCITO BRASILEIRO, atribuindo-lhe um “QUARTEL-GENERAL” e a prerrogativa de adoção obrigatória de um Coronel do Exército com o Título de COMANDANTE GERAL DA PME em cada capital de estado, procedimentos que permanecem até hoje no seio das PME. A assunção compulsória do coronel adredemente treinado e destinado ideologicamente à repressão violenta contra os Movimentos Populares, isto somado às práticas consuetudinárias da tortutura como forma de obter cnfissões, o assassassinato de opositores, a ocultação de cadáver, o estupro, e outros suplícios e violações dos Direitos Humanos, continuam sendo práticas sistemáticas das PME em todos os Estados da Federação.
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Emmanuel comentou:
19/08/2013
Prezado, particularmente creio que o caso Amarildo tenha sido, infelizmente, um assassinato cometido por policiais. Creio também que muitos casos de desaparecimento são, de fato, homicídios. Entretanto, ao crer que os desaparecimentos são genocídio às escondidas me parece mais polemizar na vazio ou profetizar e criar supostas verdades (não apuradas), que se baseiam unicamente na desconfiança do que já está. É preciso investigar e pesquisar antes de assumir tão facilmente que a maioria dos desaparecimentos são homicídios. Cito um trabalho realizado no ISP, que pode ser acessado nestes 3 links: http://arquivos.proderj.rj.gov.br/isp_imagens/Uploads/Cartilha_Desaparecidos_ISP.pdf http://arquivos.proderj.rj.gov.br/isp_imagens/Uploads/PerfilDeDesaparecidos2010Analise.pdf http://www.isp.rj.gov.br/revista/download/rev20090005.pdf Foi feito por gente séria e honesta, inclusive por mim. Lá, você poderá observar que as "causas violentas" são indicadas como motivação de uma parte dos desaparecimentos. Mas não pelo todo. Há muitas outras: a simples fuga, a hospitalização, problemas ocasionados por distúrbios mentais, etc. Infelizmente, não é hábito das pessoas retornarem à delegacia para avisarem que seu parente apareceu. Do mesmo modo, um simples telefonema do inspetor de polícia poderia sanar a dúvida sobre o regresso do desaparecido. Neste texto do Glaucio Soares http://conjunturacriminal.blogspot.com.br/2009/11/os-desaparecidos.html é citado que na Austrália são quase 35 mil desaparecimentos por ano, com uma população um pouco maior do que a do estado do Rio. O que se propõe com este comentário não é desqualificar a crítica justa e que também faço aos desaparecimentos de corpos assassinatos, mas de qualificar melhor o debate, compreendendo que há outros tipos de desaparecimentos. Ao fazer isso, creio que a crítica se torna mais precisa, e, portanto, mais aguda. Um abraço.
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Anne-Marie comentou:
19/08/2013
Desde o primeiro Cabral (o "descobridor"), passando pelo atual (Vixe!), o poder não para de fabricar morte, mas você nos trouxe outro Cabral, o João, e sua mensagem de vida na fala do Seu José, Mestre Carpina: ... não há melhor resposta que o espetáculo da vida: vê-la desfiar seu fio, que também se chama vida, ver a fábrica que ela mesma, teimosamente, se fabrica, Morte e vida Amarilda...Você é dos que fabricam vida Bessa... É preciso mandar sua mensagem (não sei como) a Elisabete e seus filhos.
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roberto zwetsch comentou:
19/08/2013
Bessa, a ditadura não terminou nunca, hoje se assassina mais gente do que durante os 20 anos da dita. As polícias são corruptas, embora nem todos os policiais o sejam, os traficantes tem exércitos muito mais poderosos que o pessoal idealista da luta armada, então temos muito ainda a fazer para chegarmos à democracia. Sim, somos todos Amarildos. Vou levar seu texto para a sala de aula. Agradeço. Abraço. Roberto Z.
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Ana Stanislaw comentou:
18/08/2013
É lamentável, mas a polícia do Rio já nasceu para interromper sonhos mesmos. Não os sonhos de qualquer pessoa, mas dos pobres, moradores de rua, ciganos, capoeiras, indígenas e tantos mais. Amarildo, infelizmente, é mais numa estatística vergonha e desumana. Espero que a sua morte também não fique impune. Muito boa, Bessa!
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Giane comentou:
18/08/2013
El mundo al revés.. y no hay remedio..
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MÁRCIO PINHEIRO comentou:
18/08/2013
ISSO É DESOLADOR, TRISTE FATO NARRADO EM SINCERAS PALAVRAS, EU MEMO QUE JÁ FUI TORTURADO AQUI EM MINAS POR CINCO POLICIAIS MILITARES, PAGOS POR UM EX-PREFEITO CORRUPTO DA CIDADE DE CRUCILÂNDIA TENHO CADA VEZ MAIS DESPREZO POR POLICIAIS MILITARES. LÓGICO QUE NÃO SÃO TODOS, MAS OS VAGABUNDOS E COVARDES BANDIDOS QUE NESTA CORPORAÇÃO ESTÃO, FAZ IR POR ÁGUA ABAIXO QUALQUER CREDIBILIDADE. UMA PENA, POBRE MAS TINHA UMA FAMÍLIA, HUMILDE MAS COM VIDA E SONHOS. ATÉ QUANDO ESTA DITADURA VELADA VAI EXISTIR? Contato de MÁRCIO PINHEIRO
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Vânia Novoa Tadros comentou:
18/08/2013
Oh Bessa que orgulho estou de ti !Tenho acompanhado o caso em todos os meios de comunicação e sempre pergunto no face : "Onde está o Amarildo? Considero um desrespeito dessa polícia e do Cabral não darem uma resposta. Se eles estão escondendo o assassino vão ficar no lugar dele. O povo não aceita mais crimes sem solução. Jornais internacionais também perguntam pelo Amarildo, Os dirigentes brasileiros tem que aprenderem que precisam ouvirem e reponderem ao povo.
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Vânia Novoa Tadros comentou:
18/08/2013
Oh Bessa que orgulho estou de ti !Tenho acompanhado o caso em todos os meios de comunicação e sempre pergunto no face : "Onde está o Amarildo? Considero um desrespeito dessa polícia e do Cabral não darem uma resposta. Se eles estão escondendo o assassino vão ficar no lugar dele. O povo não aceita mais crimes sem solução. Jornais internacionais também perguntam pelo Amarildo, Os dirigentes brasileiros tem que aprenderem que precisam ouvirem e reponderem ao povo.
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AGRIPA FARIA ALEXANDRE comentou:
18/08/2013
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Evelyn comentou:
18/08/2013
Bessa mais uma vez, você coloca o dedo nas feridas, e esta ainda está aberta, sangrando. Parabéns pela clareza e contundência dos argumentos. É uma honra compartilhar com você "os bancos escolares". Forte abraço Contato de Evelyn
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Marco comentou:
18/08/2013
Morte e vida Amarilda. Mais uma bela e corajosa crônica. Pessoas como o Amarildo são assassinadas diariamente (não é força da expressão) nas cidades e sequer são notícia. Às vezes três linhas. Mas desta vez foi diferente, pelos misteriosos contextos da história: talvez seja como a morte do Wladimir Herzog, depois de tantas mortes ao final da ditadura. Um momento importante, de lutas e conquistas. Os assassinos governantes de plantão e suas bases aliadas estão sendo incomodados. Bola pra frente!
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Rogério Teles comentou:
17/08/2013
É triste, saber que a Policia Militar como instituição pública, integrante do aparelho estatal, com servidores que recebem vencimentos do dinheiro de impostos pagos por cidadãos como Amarildo, possa ainda aceitar, conviver com esse paradoxo, existe para proteger, porém mata pessoas indefesas. o Amarildo não é só vítima da violência policial, é também vítima da ausência do Estado, corrupto e inoperante. Igualdade, fraternidade e liberdade. É muito triste mestre
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