Os índios Satere-Mawé guardam, com carinho, uma borduna feita de pau-ferro, denominada Porantim. Ela tem a forma de um remo, onde estão desenhadas figuras, que contam as narrativas e os mitos de origem. É, portanto, uma espécie de ‘livro’. “É a nossa Bíblia. No Porantim...
- É correto concluir que os movimentos sociais precisam de militantes vivos e atuantes e não de mortos e inoperantes? A pergunta provocativa, numa entrevista em 1979 para o jornal Porantim, foi feita a Dom Pedro Casaldáliga, quando ele acabava de narrar o assassinato do...
A notícia da morte de J. Rosha me deixou nocauteado. Meu ex-aluno no curso de Jornalismo da UFAM, amigo querido, com quem compartilhei sonhos e envolvimento radical nas lutas indígenas pelo direito ao território, à cultura, à lingua. Ele militou em todas as frentes com ...
Fazei isto em memória de mim" (Lucas 22:19). A nossa história começa em meados do séc. XIX, quando colonos alemães migraram para o interior do Rio Grande do Sul, onde criaram a “Colônia Feliz” no Morro das Batatas, por eles denominado Batatenberg. Deixaram herdeiros, e...