CRÔNICAS

FAZ MAL UMA PALMADINHA? A LEI DA PALMADA

Em: 15 de Janeiro de 2012 Visualizações: 36762
FAZ MAL UMA PALMADINHA? A LEI DA PALMADA

No apagar das luzes de 2011, a Câmara dos Deputados aprovou a Lei da Palmada, que proíbe os pais ou responsáveis de aplicarem castigos físicos nos filhos, o que vai alterar o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). O assunto, muito polêmico, tomou conta da mídia e das redes sociais. Discutiu-se a interferência do Estado no espaço familiar. Na ocasião, pensei até em dar também os meus pitacos sobre o uso de castigos corporais no processo educativo, mas decidi esperar que a poeira baixasse.

A poeira está baixando. A mãe desse locutor que vos fala usou, na educação dos seus treze filhos, a surra, o que não constitui um exemplo a seguir, embora não tenha deixado - creio - sequelas e traumas. Um amigo meu, americano, economista, ficou horrorizado quando eu lhe contei que, por ser danado e briguento, peguei muita porrada em casa. Depois que conheceu minha mãe, ele filosofou, generalizando talvez apressadamente:

- Mãe brasileira pode dar palmada, porque esse não é o único contacto físico que tem com os filhos, ela dá também carinho, o que não é o caso da mãe americana.
Acho que podia ser interessante a gente se perguntar de onde surgiu essa ideia de que é recomendável a punição física contra as crianças para ensinar e para corrigir a desobediência e o mau comportamento. Não veio dos índios e dos africanos, mas dos europeus, que professavam a “paudagogia” como mostra a documentação histórica produzida pelos primeiros jesuítas, para quem era impossível educar, sem punir severamente o erro. Isso gerou conflito entre os índios que pensavam diferentemente.
Os índios jamais castigavam, eram contra a porrada e defendiam seu ponto de vista com um discurso que  construíram sobre a questão. No século XVI, o princípio pedagógico indígena mais criticado foi justamente aquele detectado pelo jesuíta, Fernão Cardim, quando ele, surpreso, constatou que “os índios amam os filhos extraordinariamente”, mas lamentou porque “nenhum gênero de castigo têm para os filhos, nem há pai nem mãe que em toda a vida castigue nem toque em filho”.
Outros cronistas confirmaram comportamento similar em diferentes aldeias Tupinambá do litoral, como ocorreu com Pero de Magalhães Gandavo, provedor da Fazenda na Bahia, em 1565, para quem os índios “criam seus filhos viciosamente, sem nenhuma maneira de castigo”.
Esse tipo de relação, na qual as crianças são socializadas sem repressão, é observável ainda hoje, no século XXI, nas seis aldeias Guarani do Rio de Janeiro, localizadas em Angra dos Reis, Parati e Niterói, com as quais tenho contato há mais de vinte anos. Nos cursos que ministro para formação de professores bilíngues, vejo as mães indígenas cochichando com seus filhos, tratando tudo na conversa. O comportamento atual dos Guarani pode ser resumido no depoimento de uma jovem guarani mbyá, mãe de três filhos: “Mbyá puro não bate na criança. Nunca. Não precisa bater nem brigar, só falar” .
No entanto, a pedagogia européia da época, acostumada com o uso da palmatória e com outras formas de violência física, considerou a ausência de castigo como uma “omissão”’, um “atraso”, um “vício”, porque não corrigia o erro e, por isso, obstruía o processo de aprendizagem. Aos olhos do colonizador, tratava-se de negligência e falta de princípios pedagógicos, e não do resultado de uma reflexão coletiva sobre a natureza do processo de aprendizagem que devia as basear no diálogo.
Durante todo o período colonial, os índios foram submetidos a um choque cultural, produzido pelo embate entre práticas e concepções pedagógicas bastante diferenciadas. De um lado, os princípios de uma sociedade, cuja educação não dependia da escola, da escrita e de castigos físicos. De outro, as normas e regras de uma sociedade letrada, dependente da escola e da palmatória que – acreditava-se – corrigia erros e, portanto, educava. Esse choque ocorreu em diferentes regiões do país, com consequências trágicas para os índios e suas culturas.
Um missionário jesuíta, João Daniel, testemunhou no século XVIII a resistência das índias do Pará, que teimavam em usar, de forma exclusiva, sua língua materna, recusando-se a migrar para qualquer outra língua. O padre, responsável pela escola, mandou dar-lhes “palmatoadas”, para que mudassem de comportamento, mas elas “antes se deixavam dar até lhes inchar as mãos e arrebentar o sangue”.
Gandavo registrou que quando as crianças eram punidas na escola, os pais ficavam irritados, “se melindravam e ressentiam”. Por isso, o índice de evasão escolar era altíssimo, conforme observou um superior jesuíta do século XVI, Luiz da Grã, para quem os castigos esvaziavam as escolas, pois “só o ver dar uma palmatoada a um dos mamelucos basta para fugirem”.
Desde os primeiros momentos, e ao longo de todo o período colonial, a documentação registra fugas constantes e frequentes de índios, que eram aprisionados, amarrados e forçados a voltar para a escola, como sinaliza a carta de Pero Correia, de 1554:

Y quando alguno es perezoso y no quiere venir a la escuela, el hermano lo manda buscar por los otros, los quales lo traen preso...”.
Nos dias atuais, a proposta dos índios contra castigos físicos aplicados às crianças é vista com simpatia, e parece ser universalmente aceita por TODAS as correntes de pensamento dentro da pedagogia. Mas ninguém procurou os índios para reconhecer que eles estavam mais avançados, pelo menos nessa questão. Não seria demais dizer-lhes hoje: “Desculpem-nos, no século XVI, quem tinha razão eram vocês e não nós”. Se ninguém pediu desculpas, então peço eu. Agora. 

 

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143 Comentário(s)

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Tarcisio Lago comentou:
06/02/2015
Esse papa Francisco parece gostar de porrada. Quando os dois terroristas mataram os jornalistas do Charlie Hebdo, ele declarou que a liberdade de expressão tem limites, que se xingassem sua mãe, seria normal que a resposta fosse um soco e um catiripapo no ofensor. Agora,,ele declarou no dia 5 de fevereiro de 2015, que apoia os castigos físicos dados pelos pais aos filhos "desde que a dignidade deles seja mantida"; Que vergonha! Como é que alguém que é ouvido no mundo todo tem coragem de dizer uma besteira dessa.
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Tarcisio Lago comentou:
06/02/2015
Esse papa Francisco parece gostar de porrada. Quando os dois terroristas mataram os jornalistas do Charlie Hebdo, ele declarou que a liberdade de expressão tem limites, que se xingassem sua mãe, seria normal que a resposta fosse um soco e um catiripapo no ofensor. Agora,,ele declarou no dia 5 de fevereiro de 2015, que apoia os castigos físicos dados pelos pais aos filhos "desde que a dignidade deles seja mantida"; Que vergonha! Como é que alguém que é ouvido no mundo todo tem coragem de dizer uma besteira dessa.
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13/07/2014
Essa lei da palmada pra mim não justifica nada em educação familiar. Nos dias de hoje em que o jovem tem toda liberdade e escolher o que quer, e seus tutores só com a responsabilidade de criá-los, deixando a palmada para o bandido, não creio que o país vai tomar um rumo legal. Nas escolas o aluno com todos os seus direitos, direito de ser aprovado sem responsabilidade de saber a escrita portuguesa e matemática, direito de fazer o que quiser... Aí me vem com algumas indagações: "Ah não é bem assim!" Pois bem, nas escolas gritam com todos e o respeito esses jovens baniram de seus conhecimentos, sabem as leis em sua defesa, esquecem os deveres do cidadão. Os educadores em âmbito escolar temem em punir um sujeito desse tipo. Que tipo de governante pode esperar nesse processo, onde as drogas, prostituições e vandalismos são seus aliados. Fazem manifestações de protesto e resultam em quebradeira sem punição, se tivessem que trabalhar pra pagar o que destruíram pensariam melhor, mas o prejuízo fica apenas para os lojistas. Sou brasileiro que nunca sofreu busca por policiais, respeito o ser humano, apanhei de meus pais e sou feliz, uma palmadinha não prejudica em nada, ser espancado por ladrões sim. Fico a inteira disposição para debate ou troca de conhecimentos. Contato de Nelson Pereira de Medeiros
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Daniela Soprano Gil comentou:
23/06/2012
Daniela marcou você em uma publicação. Daniela escreveu: ""O que é que tem uma palmada? Sempre levei palmada e não sou traumatizado, afinal, palmada educa a criança e impõe limite". Talvez seja esse nosso problema, querer impor. Aquilo que se "impõe", ajuda em que? No medo de represália. A criança deixa de fazer a coisa errada, não porque compreendeu que é feio ou que não se deve fazer isso ou aquilo, mas por medo de levar porrada de novo. Sabe o ratinho de Skinner? Exatamente isso. Criamos nossas crianças como ratinhos de Skinner. Se for ou fizer onde e o que não deve, porrada! Ops, só uns tapinhas. Bem, se palmada, tapa, beliscão, empurrão ou porrada educam... abaixo a Lei Maria da Penha, não é?! Afinal esses marmanjões podem se pautar na defesa de que estão "educando" seus pares. Ainda não me convenceram (e não me convencerão) de que a porrada ou só um tapinha é que educam. Educação de faz com diálogo e respeito. Respeitar a criança como sujeito de direitos. Agora, me convencer que a dor física e emocional educam, pelamor hein! Isso é desculpa esfarrapada e sem noção.
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Daniela Gil comentou:
29/04/2012
Olá Bessa! Boa noite... estava relendo a crônica sobre a lei da palmada no seu site e abaixo li os comentários dos "leitores"... Como vc vê a posição distorcida de algum deles: como quem leu mas não compreendeu (analfabetos funcionais) ou como sujeitos produzidos por uma sociedade hegemônica européia que ainda hoje defende que ter sido colonizado por eles foi um grande negócio?
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rtiSwetHDfBRQHqTmb comentou:
19/02/2012
Eu nunca usei oeirmbras, mas tinha um disco do michael que vinha com uma luvinha de presente, confesso que essa eu usei. Que a Lucia nunca descubra!
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Ricardo Cruz (Diario Amazonas) comentou:
22/01/2012
Brilhante, Bessa. As verdades históricas, tão longamente camufladas pelos retrógrados donos do poder de tradição europeia, finalmente vem à tona. Esta tua crônica, como as anteriores, vivaz, me fez lembrar uma pérola dita por um chefe nativo norteamericano, que li na imprensa na época das comemorações dos 500 anos da “descoberta da América”: “a única coisa boa que os europeus trouxeram pra cá foi o sabão”…
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enoc comentou:
19/01/2012
Todos que comentaram que os indios não maltrata seu filho concordo. Mas que os pais indígenas punem seus filhos sim, se os mesmos desobedecerem a ordem dado pelo pai. Quem fez esses comentários sobre os índioa estão equivocados. Dentro de qualquer tradição indígena, vc verá os filhos serem punidos, se errarem, por isso que uma tribo é organizada e não tem um bandos de marginais e ladrões da felicidade humana e tudo isso começa lá da alta sociedade. Melhor dizendo entres os políticos. Dentro de
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Marcelo Sant'Ana Lemos (1) comentou:
19/01/2012
A palmada causa muita polêmica.Acho que viveremos num mundo melhor sem ela como método de educação.Qto a não ser nefasta,quero contar história que ouvi este ano para que ajude a refletir:entrevistei um descendente de escravo e índia,João Candido Caridade, com 80 e poucos anos bem vividos na lida rural.Ele me contou que qdo era pequeno,sua mãe pediu pra que ele e a irmã fossem pra "escola" que funcionava na casa da mulher de um fazendeiro que ensinava letras para filhos dos trabalhadores rurais.
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Marcelo Sant'Ana Lemos (2) comentou:
19/01/2012
Ali chegando no 1º. dia, ele e a irmã foram assistir a aula.Por ter errado sobre algo que não sabia, a irmã foi colocada de joelho no milho num quarto da casa, perto de onde a professora o ensinava.Ouvindo a irmã chorar foi até lá abriu a porta e disse pra irmã sair correndo.Ela saiu em disparada porta fora da casa da mulher e o irmão quando foi fazer o mesmo se deparou com a professora na sua frente, então de forma muito ágil, passou por baixo das pernas dela e tambem meteu o pé na estrada.
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Marcelo Sant'Ana Lemos (3) comentou:
19/01/2012
Os dois nunca voltaram,ficaram analfabetos até agora, quando ele tomou coragem e retomou os estudos estimulado pela escola rural do Bananal,Educação de Jovens e Adultos,em Mangaratiba(RJ). Aqui temos o claro exemplo do resultado da paudagogia na vida de uma pessoa. Quando criança apanhei bastante, por isso hoje creio que não era a melhor forma de diálogo que os meus pais poderiam usar comigo.
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Marcelo Sant'Ana Lemos (4) comentou:
19/01/2012
Aos meus filhos peço desculpa, pois com base na referência paterna e materna umas poucas vezes, apelei para essa pedagogia também. Sei que essa era a referência que tive, e mudar de atitude foi um processo dificil, pelo qual tive que passar para superá-lo. Acredito que nesse caso a lei veio para ajudar a mudar essa realidade tão presente nos lares brasileiros.
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Marcelo Sant'Ana Lemos comentou:
19/01/2012
É Bessa o tema da palmada causa muita polêmica. Acho que ficaremos num mundo melhor se não usarmos ela como método de educação. Quanto a não ser nefasto um pouco de pancada eu quero contar uma história que ouvi este ano para que ajude-nos a refletir:entrevistando um descendente de escravos e índia, o senhor João Candido Caridade, com seus oitenta e poucos anos bem vividos na lida rural ele me contou que quando era pequeno a mãe dele pediu para que ele e a irmã fossem para a "escola", que funci
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Paulo Bezerra (2) comentou:
19/01/2012
Outra forma de abuso infantil é fazer uma criança acreditar de verdade que existe um inferno, condenar uma infância ao domínio do medo. O medo da condenação eterna, do fogo do inferno, do ranger de dentes. Essas imagens são bastante reais para uma criança e, geralmente lhe atormentam para o resto da vida. E, no entanto...chamam isso de "educação". Que bela civilização nós criamos !!
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Paulo Bezerra comentou:
19/01/2012
A lei criminaliza o "CASTIGO FÍSICO" e, convenhamos, a maioria das palmadas não apresenta essa característica. O mesmo não ocorre com a mutilação genital feminina e masculina (circuncisão) que é, sem dúvida, muito dolorosa e serve para sabotar o prazer sexual (principalmente das mulheres). No entanto, nesses 120 comentários postados não vi nenhum que recriminasse esse ato absurdo, cruel e degradante, praticado por religiosos judeus e muçulmanos contra crianças.
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Marcos comentou:
19/01/2012
É triste ver a confusão que algumas pessoas fazem com as palavras, elas trocam tudo, segundo o seu bel prazer. Esses adeptos da anarquia confundem correção com violência, educação firme com maldade. Logo, dispensam aos seus pobres filhos (e vítimas) licenciosidade em lugar de educação. Depois acusam o estado pelos crimes que seus pupilos cometem, pois, segundo tais pais, é a escola e o governo quem deve educar seus filhos. Isso é confusão de responsabilidades. É atribuir aos outros uma responsab
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SEMIR comentou:
19/01/2012
Por acaso fui buscar notícias comuns e encontrei seu texto em um jornal digital,nunca fiz antes. Só lendo com calma e carinho pude compreender sua revolta.Sou solidária com sua indignação. Acredito nesta filosofia de vida, tenho praticado com minha filha.Tenho repassado aos pais de meus inúmeros alunos.Quanto ao texto, foi maravilhoso seu posicionamento,sua reflexão foi bem pontuada.Valeu. Bato palmas. Foi gratificante. Posso usa seu texto em meus encontros com professores, pais alunos e outros?
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Wivian S M -1- (portalrogerioferreira.ning.com) comentou:
19/01/2012
Concordo com você, José Ribamar. Assim como o colega Flamarion sou mais a favor do diálogo. No entanto, penso que não só psicólogos especializados na análise comportamental poderiam encontrar um meio termo nisso. Por exemplo, existem castigos que funcionam e não traumatizam...e agora? Só esses profissionais e suas pesquisas pra nos dizerem. Agora, quando se trata de culturas diversas é complicado. O que é castigo pra minha sociedade pode não ser castigo para outra.
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Wivian S M -2- (portalrogerioferreira.ning.com) comentou:
19/01/2012
Então, como podemos tratar de um comportamento sob a ótica de culturas distintas? Por exemplo, o Ritual da Tucandeira celebrado pelo povo Sateré-Mawé (localizado entre o Amazonas e o Pará) consiste na prova de força, coragem e masculinidade dos índios ao colocar suas mãos em luvas de palhas com centenas de formigas tucandeiras. Elas são consideradas como um dos insetos que mais causam dor ao homem. Eu acho isso um castigo !!! (rsrs..) Mas eles não.
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Wivian S M -3- (portalrogerioferreira.ning.com) comentou:
19/01/2012
Entretanto, você tem razão, devemos pedir desculpas e reconhecermos que a proposta dos índios contra castigos físicos era mais avançada mesmo.É uma vergonha pra nós, depois de tantos anos chegar a essa conclusão. Enfim, o que precisamos fazer para demorar menos a aprender? Talvez começando a valorizar o que é do outro, né? Muito legal esse artigo, José Ribamar. Gostei !
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Wivian S M (em portalrogerioferreira.ning.com) comentou:
18/01/2012
Concordo com você, José Ribamar. Assim como o colega Flamarion sou mais a favor do diálogo. No entanto, penso que não só psicólogos especializados na análise comportamental poderiam encontrar um meio termo nisso. Por exemplo, existem castigos que funcionam e não traumatizam...e agora? Só esses profissionais e suas pesquisas pra nos dizerem. Agora, quando se trata de culturas diversas é complicado. O que é castigo pra minha sociedade pode não ser castigo para outra. Então, como podemos tratar de
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Flamarion G M (em portalrogerioferreira.ning.com) comentou:
18/01/2012
Gostei do artigo. Me provoca a pensar. Não sou a favor de espancamento, acho que o diálogo faz muita diferença. Mas, quando criança levei umas boas surras e acho que não tenho nenhun trauma por conta disso.
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Conceição comentou:
18/01/2012
Bessa, sempre gosto das suas crônicas, mas essa sobre a delicada e pioneira pedagogia dos índios com seus filhos eu amei.
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Josué Kaingang (1) comentou:
18/01/2012
Minha avó, 102 anos, índia Kaingang, certa ocasião ao me ver chamar atenção de meu filho de 6 anos e dizer que iria puni-lo com uma boa surra de vara de "Búgio" - aquela que demora a quebrar,disse: Criei 11 filhos sozinha,nunca surrei eles, ensinava e eles ajudavam a fazer coisas,nunca tiveram medo de mim,me respeitavam,nunca falei mais de uma vez.A criança vê tudo que vc faz e faz igual, vc é o exemplo de seu filho. Se vc quer que seu filho seja educado, mostre a ele que você é o pai dele,
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Josué Kaingang (2) comentou:
18/01/2012
quando prometer cumpra,não ameace,ele perde o respeito... E foi assim que aprendi a ser "Pai".Algumas pessoas dizem que nas sociedades indígenas estuprar, matar uma criança não e considerado crime (rs), experimenta fazer isso na minha aldeia,incrível que em pleno século XXI ainda existam pessoas com tamanha ignorância que não veem os Povos Indígenas,acham que índio é tudo igual. Sobre a palmadinha, como disse a avó, vc é a base de seu filho, acho que estamos precisando nos educar para educar.
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Josué Kaingang (1) comentou:
18/01/2012
Josué Kaingang (1) Minha avó, 102 anos, índia Kaingang, certa ocasião ao me ver chamar atenção de meu filho de 6 anos e dizer que iria puni-lo com uma boa surra de vara de "Búgio" - aquela que demora a quebrar,disse: Criei 11 filhos sozinha,nunca surrei eles, ensinava e eles ajudavam a fazer coisas,nunca tiveram medo de mim,me respeitavam,nunca falei mais de uma vez.A criança vê tudo que vc faz e faz igual, vc é o exemplo de seu filho. Se vc quer que seu filho seja educado, mostre a ele que vo
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Josué Kaingang (2) comentou:
18/01/2012
Josué Kaingang (2) quando prometer cumpra,não ameace,ele perde o respeito... E foi assim que aprendi a ser "Pai".Algumas pessoas dizem que nas sociedades indígenas estuprar, matar uma criança não e considerado crime (rs), experimenta fazer isso na minha aldeia,incrível que em pleno século XXI ainda existam pessoas com tamanha ignorância que não veem os Povos Indígenas,acham que índio é tudo igual. Sobre a palmadinha, como disse a avó, vc é a base de seu filho, acho que estamos precisando nos ed
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Josué Kaingang comentou:
18/01/2012
Minha avó, 102 anos, índia Kaingang, em certa ocasião ao me ver chamar a atenção de meu filho de seis anos e dizer que iria punilo com uma boa surra de vara de "Búgio", aquelas que demoram a quebrar! interviu-me dizendo: Filho, eu criei 11 filhos sozinha, nunca surrei eles, eu ensinava e eles me ajudavam a fazer as coisas, eles nunca tiveram medo de mim, eles me respeitavam, nunca falei mais que uma vez. A criança vê tudo que você faz e faz igual, você é o exemplo de seu filho. Se você quer que
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Bessa (acionado por Amanda) comentou:
18/01/2012
Esse espaço é livre para cada um escrever o que quer, inclusive afirmação sem fundamento, desde que não constitua crime, como o racismo. Cada um bota pra fora o que está dentro de sua cabeça. Cada um é responsável pela qualidade de sua intervenção e pelo olhar critico com o qual lê o que o outro escreveu. O importante é se abrir para a opinião do outro.Ai vai o link solicitado sobre infanticidio, com a carta das mulheres indigenas. http://www.taquiprati.com.br/cronica.php?ident=892
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Amanda Sanchez comentou:
18/01/2012
É impressionante o poder da mídia de fazer lavagem cerebral. Vários comentários aqui repetem baboseiras sobre infanticidio indígena, consequencia das matérias sensacionalistas veiculadas na tv sem qualquer base antropológica. Professor, lhe pergunto se o sr. pode indicar aqui o link para um artigo sobre o infanticidio que o sr. escreveu já faz algum tempo, mas não lembro o título.
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Claudineia comentou:
18/01/2012
Olá professor. A crônica me fez lembrar minha infância, era uma cunhatã muito danada e também levei muita surra, mas não carrego traumas e sim boas lembranças . Pois é, se os homens tirassem suas vendas, veriam que: a sabedoria indígena é simples, porque entre eles há amor e respeito. Mais uma vez parabéns. Arrebentou. Abçs,
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17/01/2012
O artigo do Professor é ótimo! O que eu não gostei foi da comparação e do elogio as práticas "pedagógicas" indígenas. kkkkk Definitivamente, são absurdas e incomparáveis.
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17/01/2012
Por falta de disciplina e peia(sentido original da palavra limite) e que tem muitos jovens que nunca apanharam dos pais agora batem neles. Surra nunca fez mal a ninguém.
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Andrea Sales comentou:
17/01/2012
Creio que cada mãe e -quando existir a figura do pai-sabe(m) educar seus filhos. A melhor forma é nunca bater...vemos denúncias de filhos que ameaçam pais e professores por simplesmente aumentarem o tom da voz....é aí onde reside o problema: se até o tom de voz tem sido considerado por violência...estão o que fazer...cada família se torna responsável pela criação de seus filhos...acredito que o amor por um pedaço que é seu não se transforma em pancadas.
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Giane comentou:
17/01/2012
O debate desandou.Gostei da crõnica, vc chamou atenção pra uma relação diferente, a dos índios.Acho que faz parte do debate e acho que se a lei tem mérito é o do debate.No mais, sou contra a lei,já existe Conselho Tutelar que por sinal,em alguns casos não cumpre com seu trabalho.Conheci o caso de uma mãe que maltratava a filha cadeirante. Denunciada pela escola ao Conselho Tutelar, ... pasme, por ironia, a mãe trabalhava no conselho e tudo terminou em pizza e a menina continuou sendo maltratada.
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Giane comentou:
17/01/2012
É Bessa, o debate desandou.. eu gostei da crõnica, sei que vc quis chamar a atenção para uma relação diferente, a dos índios.. acho que faz parte do debate.. e acho que se a lei tem um mérito é o do debate.. no mais, sou contra a lei.. já existe o Conselho Tutelar, para denúncias de maltratos, que por sinal, em alguns casos não cumprem com seu trabalho - conheci um caso de que a mãe maltratava a filha cadeirante. Ela foi denunciada pela escola ao conselho tutelar e.. pasme, por ironia, a mãe tra
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Vinitius comentou:
17/01/2012
Podemos ver uma forma interessante de educar sem que precise bater em uma criança no programa que ia ao ar no SBT que se chama "Super Nanny", onde mostrava como a conversa e uma simples negociação poderia fazer a criança mudar de hábitos e atitudes com muito mais sucesso do que a velha "paudagogia".
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Maria Helena (1) comentou:
17/01/2012
É assustador ver quantas pessoas defendem o uso da força física (palmada)! Quem defende, geralmente apanhou quando criança, e usa o argumento de que não tem trauma, e que isso o tornou uma pessoa de bem, como se quem não apanha, automaticamente vai se tornar um mau elemento. aff!! Desde quando pancada ensina alguma coisa a alguém? Essa atitude de bater, é usada por pais que nao querem perder tempo educando os filhos, porque educar toma tempo e dá trabalho,e isso, muitos nao querem;
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Maria Helena (2) comentou:
17/01/2012
então, usam as palmadas, porque num primeiro momento é mais prático, sem se perguntarem qual vai ser o efeito disso mais tarde. Quem apanha, age por medo, não por entendimento. Educar, é bem diferente de "criar"! Com esse método de violencia, o que se vê nos noticiários quase semanalmente é casos de crianças espancadas até a morte pelos próprios pais, são crianças de 2, 3 anos de idade em hospitais, vítimas de espancamentos. Chega de violencia! Os índios, tem sim muito a ensinar aos " civilizado
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Natasha (1) comentou:
17/01/2012
Acredito que a solução para os problemas sociais esteja na educação. Achar que se pode receber respeito através de desrespeito é no mínimo estranho, sim pois quando neste caso o adulto não consegue receber do próprio filho respeito a partir de apenas palavras, deve ser porque esse adulto ou não se dá ao respeito ou como a criança também não deva saber o que isso significa. Penso que se educa para que essa criança assimile algo, aprenda com as situações...
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Natasha (2) comentou:
17/01/2012
... e a única coisa que aprendemos a partir de um tapa, é que dói bastante! Palmada é aquilo: uma vontade do pai, que dá a palmada, e pra criança coisa que passa, está sempre preparada para a próxima! Agora também tem um problema, o maior de todos: PALMADAS OU NÃO O IMPORTANTE É TER APRENDIDO ALGO, EDUCA-SE PARA ATRIBUIR VALORES, RESPEITO, PREPARAR PARA O CONVIVIO EM SOCIEDADE, QUE PELO VISTO MUITA GENTE AQUI NÃO APRENDEU NADA COM ELAS!
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Natasha comentou:
17/01/2012
Eu acredito que a solução para muitos problemas sociais estaja na educação. Achar que se pode receber respeito atraves de desrespeito é no mínimo estranho, sim pois quando neste caso o adulto não consegue receber do próprio filho respeito a partir de apenas palavras, deve ser pq esse adulto ou não se dá ao respeito ou como a criança também não deva saber o que isso significa. Penso que se educa para que essa criança assimile algo, aprenda com as situações, e a única coisa que aprendemos a partir
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Rose comentou:
17/01/2012
Acho que a intenção do artigo é mostrar que podemos aprender algo com os índios assim como eles trataram de aprender conosco, trata-se de interculturalidade... E sim, se nossa vida não fosse tão infeliz seríamos menos agressivos com nossos filhos... Haveria menos tocs, depressões, síndromes, fobias, transtornos, e etc. Mas ninguém está tentando com um artigo encontrar \"a solução\"... São reflexões! Calma gente!
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Grécia comentou:
17/01/2012
Palavras também machucam e traumatizam. Dependendo do que se diz, do medo que podem causar com as palavras. Eu tinha um avô que NUNCA encostou um dedo nos filhos, mas em compensação falava coisas tão horríveis, que os filhos ficavam apavorados. Era uma tortura psicológica. Concordo que "surras" e violência não são um bom caminho para educar, mas a mãe que dá uma palmada de vez em quando ("palmada" e não surra) talvez não esteja tão errada assim. Cada cultura tem um olhar...
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Grecia comentou:
17/01/2012
Tema polêmico hein! Levei algumas palmadas quando criança e não me traumatizou nem me fez mal algum... Mas há casos e casos. Existem pais que espancam os filhos e fazem coisas cruéis. Como alguém comentou acima: em nossa cultura, as mães davam palmadas, mas também davam carinho (mas tb não devemos generalizar pois algumas eram frias e nem carinho davam). Enfim, este é um tema complicado. Dizem que os índios "conversam" e não batem. O que será que falam quando um filho está agindo inadequadamen
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Ana Stanislaw comentou:
17/01/2012
Todos os pais deveriam, antes de terem seus filhos, conviver com os indígenas. Certamente, educariam melhor os seus filhos. Teríamos uma sociedade infinitamente diferente da temos hoje. Parabéns!! Adorei a crônica.
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rose comentou:
16/01/2012
Li muitos comentários indignados sobre como os índios tratam nascidos deficientes... Até parece que em nossa cultura efetivamente praticamos a inclusão dos deficientes... Me poupem! Quem trabalha na rede pública de saúde ou educação sabe muito bem como é na prática a "inclusão"... Acho que a intenção do artigo é mostrar que podemos aprender algo com os índios assim como eles trataram de aprender conosco, trata-se de interculturalidade... E sim, se nossa vida não fosse tão infeliz seríamos me
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Karmem Brandão 3- Blog Amazonia comentou:
16/01/2012
é Orivaldo, talvez vc tenha razão! Pra quê regras? pra quê limites? rsrs Precisa disso não! Deixem as crianças livres, fazendo o que bem entendem e jamais as punam por seus erros. Com certeza, a natureza cuidará de educá-las ou elas se educarão sozinhas. Eu levei altas surras e estou ótima! Meus filhos, não precisaram disso, porque além de eu ter mais recursos e conhecimento para educá-los, eles não são tão levados quanto eu fui kkkkkk Pra minha sorte!
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Edna Ferreira comentou:
16/01/2012
A criança pecisa de educação e não de agressão! Os índios precisam civilizar os juruás(não- indios)!Além de lutarmos contra a palmada temos que lutar contra outros tipos de violência contra a criança( mídia, FUNK, etc). A criança precisa ser ouvida, respeitada, abraçada e amada.. Gostei da crônica!
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Karmen Brandáo 1 – Blog Amazonia comentou:
16/01/2012
E por falar em índio… alguém sabe como ficou o caso de Envira? Onde índios mataram e comeram as vísceras de um deficiente mental?Até onde soube,os cretinos estão impunes.Dizem que a FUNAI levou um batalhão de bons defensores; O Promotor da cidade foi “proibido de atuar” e a família não podia pagar um bom advogado. A promotoria da pessoa com deficiência do Amazonas “não atua no interior”…
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Karmen Brandão 2 – Blog Amazonia comentou:
16/01/2012
E o restante da sociedade, permaneceu reclusa em sua hipocrisia…O garoto, apesar dos 21 anos, tinha a mentalidade de uma criança de 5 anos . Uma crueldade, cometida, não por “tradição índigena”, mas pela certeza da impunidade ( provavelmente advinda da falta de limites e respeito, negada pelos pais na infância…).Se alguém tiver novas notícias desse caso, por favor, postem!
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Orivaldo Guimarães (Blog Amazonia) comentou:
16/01/2012
Quem mais foi contra a lei da palmada foram as bancadas ligadas a algum tipo de religião, porque será? Esse costume horrível de ficar espancando filhos vem de uma tradição conservadora e moralista em que tudo é proibido e tudo é errado. Precisamos educar para a liberdade, que como digo sempre em meus comentários, deve ser “total, geral e irrestrita”.É Proibido Proibir!
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Karmen Brandão 1 (Blog da Amazonia) comentou:
16/01/2012
Menos Professor!é importante ressaltar que Indios e Europeus viviam em sociedades diferenças. Com Regras e valores diferentes…Para os índios, matar uma criança que nasceu “diferente” ou gêmea, não gerava nenhuma culpa ou constragimento… só para exemplificar. Então, peço desculpas, mas vou discordar do Senhor, quando diz que os índios tinham total razão. Ainda hoje, para a sociedade índigena, matar não índios, estuprar, etc, não caracteriza crime.
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Karmen Brandão 2 (Blog da Amazonia) comentou:
16/01/2012
Imagine se de repente, as crianças não índias começarem a pensar da mesma forma? Claro que não estou defendendo a pedagogia da palmada. Estou apenas dizendo que é importante considerar as regras vigentes da sociedade em que vivemos. Afinal, como dizia minha mãe: ” É melhor apanhar de pai ou mãe, do que apanhar da vida”. e porque não dizer, do Estado. Este, quando bate, não dá palmada, arrebenta!
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Márcio Lira (Blog da Amazonia) comentou:
16/01/2012
A comparação é inevitável. Leio uma crônica muito bem escrita, com pensamento articulado, cheio pesquisas científicas e de leitura agradável. Em seguida leio um monte de comentários feitos por babacas que criticam a cultura indígena em prol da cultura europeia como se essas duas estivessem desassociadas no que hoje podemos chamar de “cultura brasileira”. Sugiro aos que criticam a crônica do Bessa, um urgentíssimo bom curso de antropologia.
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Neto 1 (Blog Amazonia) comentou:
16/01/2012
PQP, rapaz quanta gente de mente pequena temos aqui…o José Ribamar apenas que fazer uma pequena “ilustração” de como era a civilização indígena, n falou em comparar todos os seus traços culturais, afinal todas as civilizações que já passaram pelo mundo tem lado positivo e seu lado negativo isso é fato.Agora tem uns aki q querem comparar a forma de viver dos índios ( q n ficam choramingado nda a ninguém ao contrario do q um falou aki) eles tem uma forma de ver a vida os europeus tem outra assim c
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Neto 2 (Blog Amazonia) comentou:
16/01/2012
...assim como africanos tem outra e orientais tem outra se é certa ou não ai já depende muita da visão de cada um,vejamos os negros falam tanto da escravidão mas esquecem de comentar q na época os próprios chefe das tribos africanas escravizavam seu próprio povo, os europeus falam de liberdade e igualdade e são os primeiros em guerra e em racismo assim como os norte-americanos e o q dizer dos orientais (China) por ex q maltrata e ate mesmo deixa para morrer as meninas já q preferem os meninos,
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Neto 3 (Blog da Amazonia) comentou:
16/01/2012
cada povo tem seus costumes, claro q nem todos são corretos aos olhos da maioria mas dentro do seu povo é perfeitamente normal, temos q olha o lado bom sem esquecer o ruim. Com relação ao tema aki proposto os índios já davam um baile há séculos, assim como na mesma época os europeus davam show no quesito tecnologia (da época) com grandes embarcações e equipamentos, temos q olhar os feitos positivos e nos espelhar para q num futuro próximo nossa civilização cresça ainda mais.
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Cristovam 1 (Blog Amazonia) comentou:
16/01/2012
Minha sabia vozinha com seu 94 anos é que sempre nos disse:“menino pede para apanhar,pois você muitas vezes não quer bater,explica a situação,pede para não repetir o feito, mas ainda assim ele fica por ali sempre ‘chamando’ pelo pai ou pela mãe até conseguir apanhar”.De seus 11 filhos,nunca teve uma decepção,e todos tiveram a mesma sorte de conhecer a palmatória.A seus netos coube conhecer muitas destas histórias, e um pouco de seus métodos e também graças a Deus nenhum deles foi desencaminhado.
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Cristovam 2 (Blog Amazonia) comentou:
16/01/2012
Hoje como pai de criança saudável q não tem permissão de usar a rua pra brincar, como eu tive,logo vive confinada em casa,sei o quanto é dificil educar um filho só com palavras, embora seja minha vontade,pois o mundo da tv não lhe mostra os limites a que somos impostos quando adulto.Nenhum pai,q se preocupa e vive o dia a dia de seu filho,quer se dispor dessa ferramenta de correção,pois doi também no pai o castigo aplicado em filho, mas como dizia minha Sabia Vozinha, “menino pede para apanhar”.
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Cesar 1 (Blog Amazonia) comentou:
16/01/2012
Crianças índias não são expostas a tudo que hoje a nossa mídia nos impinge. Propaganda maciça estimulando consumo, novelas em sequencia estimulando sexo e malandragens (Lei de Gerson), traições como modo normal de vida, filmes c/ apelo á violência, desenhos de super heróis c/ mortes e violência, Xuxa ensinando a consumir, revistas da iniciativa privada(e do min.da saúde)ensinando meninas impúberes como proceder ao sexo anal, kit gay etc.A orientação das crianças índias é feita no seio da família
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Cesar 2 (Blog Amazonia) comentou:
16/01/2012
... nossas crianças sofrem todas deformações e às vezes se perdem por conta de falhas da nossa sociedade.Políticos ensinam na prática q corruptos e ladrões se dão bem…e os traficantes estão há anos na esquinas das escolas.Realmente,a educação e o comportamento entre os dois grupos de crianças não é a mesma:por isso é defendo a palmada educativa e sou frontalmente contra espancamento. É preciso parar c/ essa hipocrisia, pq se nada fizermos p/ educar, no futuro, acabará um delegado fazendo.
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José Roberto (Blog Amazonia) comentou:
16/01/2012
Minha gente. Vocês estão perdendo tempo. Devem aprender com o nosso amigo Artur. Que enciclopedia ambulante meu Deus. Que sabedoria. Ele acabou de inventar a roda dizendo que nem todos os indios cometem infanticidio. Que novidade meu Deus
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Santos (Blog Amazonia) comentou:
16/01/2012
São esses politicos que aí estão, frutos de uma geração de libertinagem que tem como valores: a corrupçao, desonestidade, roubar, e tantos outros… São eles que querem perpertuar esse tipo de sociedade, pois só assim continuam tendo êxito em seu propósito criminoso.
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José Roberto (Blog Amazonia) comentou:
16/01/2012
Quer dizer que pra controlar o q passa na televisão o estado NÃO PODE se infiltrar na educação dos filhos, isso é problema dos pais?Mas dizer se pode ou não dar palmada educativa no filho PODE? Que bagunça é essa?O Governo tá de maracutaia com os canais de tv?Já estou providenciando tanga,arco e flecha.Vou cometer infanticidio também. Ué?O negocio não é aprender os indios? Isso faz lembrar a união sovietica que controlava tudo, até a maneira de criar os filhos claro que segundo seus interesses
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Migdiole (Blog Amazonia) comentou:
16/01/2012
a grande maioria das mães, não bate prá educar,e sim porque está nervosa,só prá desabafar, porque em muitos casos,a criança nem sabe porque esta apanhando.
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Marco Mion (Blog Amazonia) comentou:
16/01/2012
Na comunidade indigine eles iriam reprender seus filhos por irem brincar na rua sem autorização dos pais? voltariam sujos para a sua higiene pessoal? não teriam feito a lição de casa que o professor teria passado? seriam sequestrados por algum marginal que andartia pelas ruas das aldeias? Entre os indios não tem crianças deficientes pois eles matam no parto. Criança tem que ter o respeito e obediencia dos pais sim por bem oou por palmadas.
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Beja Imirim (Blog Amazônia) comentou:
16/01/2012
É por falta de punição devida que nossas crianças não sabem o q é hierarquia.Criamos jovens desobedientes, “tudo pode”. Porém, negam obediencia e submissão a pais e professores por serem já “donos de seu nariz”, e isso com apoio de hipócritas educadores,que nem filhos, não sabem o que é criar uma criança.Alguém aí já viu um desses pestinhas gritando e dando ordens? Ah! Nessa situação a conversa deve resolver né?Salve o sec XXI ! (Precisa ser SALVO mesmo, pois a anarquia e imoralidade estão ai!
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Antonio (Blog da Amazonia) comentou:
16/01/2012
Melhor ser corrigido pelos pais do que ser corrigido (espancado até a morte) pela polícia.
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Schimiar (Blog da Amazonia) comentou:
16/01/2012
Muitos comentaristas aqui devem agradecer aos céus por não terem nascido em uma tribo, pois não passariam pela avaliação do pagé.
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Rubens (Blog da Amazonia) comentou:
16/01/2012
Às vezes penso que é melhor abandonar Piaget e adotar Pinochet.
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SULISTA (Blog Amazonia) comentou:
16/01/2012
AS LEIS NÃO SÃO CRIADAS PELOS USOS E CONSTUMES DE UM POVO OU QUANDO ESSE MEMO POVO NÃO TEM BONS USOS COPIAM SE DE OUTROS POVOS, PELO MUNDO. ISSO É O BRASIL. NÃO É ATOA QUE HOJE NO PAIS TEM FILHOS DE 14 ANOS MATANDO PAI E MÃE E SENDO ATÉ MATADOR DE ALUGUEL. EM OUTROS PAISES COMO OS EUA ONDE MAIS SE ESPELHAMOS TEM O ESTATUDO DO ADOLECENTE????
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Ramon (Blog Amazonia) comentou:
16/01/2012
Os índios “mais civilizados” que os europeus não batem nos filhos. Não batem, mas os TORTURAM.Ritos de passagem presentes ainda hoje em comunidades indígenas (como prender formigas ao torax das crianças para que as mordam) são definidos como? São carícias?Não sou favorável à “palmada” e nem à interferência do Estado na nossa vida privada.Mas sua analogia foi ridícula.
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Erick 1 (blog da Amazônia) comentou:
16/01/2012
Ainda bem que a maioria dos leitores é inteligente. Qualquer um com um mínimo de conhecimento do ser humano sabe que é necessário, sim, palmada. NINGUÉM consegue o respeito dos filhos se NUNCA aplicou castigo físico. Não conheço ninguém. A civilização indígena e africana está fadada ao fracasso, já a judaico-cristã, como vemos, influenciou o mundo, e é graças a ela que temos todos os recursos, inclusive o computador.
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Erick 2 (blog da Amazônia) comentou:
16/01/2012
Sejamos menos hipócritas. Deus, na sua sabedoria, já tinha instruído o homem na criação dos filhos, e isso inclui o castigo físico. Todo mundo sabe que só conversinha bonita não resolve. As crianças são muito mais espertas que esses pais bobalhões. Carinho e amor na ora certa, mas palmada também. E ninguém morre por isso. Infanticídio NÃO.
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Jairão (Blog Amazonia) comentou:
16/01/2012
Existe sim uma possibilidade de educar sem a utilização das palmadas. É difícil em alguns casos (ninguém afirma ser fácil) mas é possível.A minha opinião é que a utilização da palmada, por menor que seja é uma atitude covarde. Do mais forte contra o mais fraco.Além dos indios, curiosamente já li em algum lugar que também os animais não espancam seus filhotes. Bom… Eles são mais civilizados do que nós, embora chamados de selvagens.
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Adriano Donizetti Pereira (Blog Amazonia) comentou:
16/01/2012
Toda essa excessiva permissividade contraria a Bíblia, com consequencias:jovem que sabe usar a tecnologia,mas dirige sem obedecer sinalização,atropela pessoas e foge, bebe demais,causa acidentes, mas não assume nada, a corrupção cada vez maior e mais tolerada, filhos crescidos sem consideração para com pais já velhos.Pode ser que a Bíblia (Eclesiastes) tenha passagens mais fortes, mas que educador criou algo melhor? E quanto ao Sermão da Montanha? Algum livreco de auto-ajuda pode fazer melhor?
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Ariane (Blog Amazonia) comentou:
16/01/2012
Incomparável a sociedade e as pessoas daquele tempo. Eles não tinham algo fundamental: desejo, consumo. Sem fundamento a comparação.
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Caio 1 (Blog Amazonia) comentou:
16/01/2012
Nossa quanta baboseira vc falou.Os indios não batiam nos filhos,mas matavam os filhos deficientes,então os indios estão certos vamos matar os deficientes heeeeeeee,salve se quem puder. por causa de pessoas retardadas como vc q o país esta do jeito q esta.Palmadas = impor limites.Playboyzinho babaca q nao teve corretivo quando criança sai com porsche bmw ferrari e etc e racham os pedestres no meio. Só pensam em si mesmos,não colaboram para uma sociedade melhor, depredam patrimonio publico
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Caio 2 (Blog Amazonia) comentou:
16/01/2012
querendo fumar maconha a vontade (inclusive vc deve ser um destes bostas maconheiros da USP, enqto gente esforçada luta pra transformar o Pais outros lixos humanos só jogam a USP no lixo.Impor limites com palmadas nao mata.Poderia ficar o dia todo aqui mas não vou perder meu tempo com um ser acefalo q é vc. Pensem bem pra não se arrepender depois. Impor limites (nem q seja necessario umas palmadas) é a forma de criar o carater de nossas crianças para q não sejam mimadas,egoistas,inconsequentes.
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Isadora (Blog da Amazonia) comentou:
16/01/2012
Professor, Permita-me assinal embaixo de seu artigo, muito lúcido. Pena que ainda tenhamos muito a caminhar até que cheguemos ao nível civilizado de nossos índios e dos africanos, livrando-nos dos antolhos eurocêntricos.
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Rwmomm 1 (Blog Amazonia) comentou:
16/01/2012
Absurdos comentários.Discordo.Quem critica infanticidio dos índios é leigo em Antropologia. Não há como criticar costume de sociedade diferente da nossa.Para cada povo, existem ações aceitáveis que para outras são absurdas, sugiro estudarem textos de Relativismo Cultural.Aos que misturaram Estado, governo, populacao evoluida, tribos, entendam que qq comunidade,por mais primitiva,tem sim suas figuras de autoridade e formas de organização social estruturada,assim como repressão aos delinquentes
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Rwmomm 2 (Blog Amazonia) comentou:
16/01/2012
Os indíos, de forma geral, são menos violentos por natureza, e talvez o ato deles de educarem as crianças seja reflexo disso.Penso que não há como observar o comportamento dos descendentes nativo-brasileiros hoje em dia, mas sim refletir sobre qual Brasil viveu em mais paz,ordem e harmonia,antes da miscigenacao cultural iniciada no século XVI, ou atualmente? No mais, concordo que há incontaveis outros problemas mais importantes para nossos legisladores se ocuparem antes desse tema
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Rwmomm 3 (Blog Amazonia) comentou:
16/01/2012
Também penso que a coação é, infelizmente, a única forma de manter a ordem, em qualquer sociedade moderna,e o uso da força física por parte dos pais nada mais é do que uma demonstração necessária que o individuo deve seguir normas de conduta durante sua vida, ou arcar sanções.Concordo que podem ser benéficas “palmadas”, se necessário, para uma melhor educação (hoje em dia), mas ridículo é criticar a cultura indígena. Interessante o ponto de vista do Prof. José Freire, otima reflexao, obrigado.
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Caio 1 (Blog da Amazônia) comentou:
16/01/2012
A ignorância neste país é algo gigantesco! A mensagem é simples: o diálogo é muito mais honroso do que a violência. Utiliza-se da violência quando não se sabe o que está acontecendo e como as relações se dão. Os pais no ocidente acham que as crianças são adultos incompletos, não entendem as crianças enquanto corpo biológico.
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Caio 2 (Blog da Amazonia) comentou:
16/01/2012
Não sabem os estágios por quais elas passam até chegarem a idade adulta, a incapacidade de gerar um canal de diálogo com o seu próprio filho nada mais é do que o resultado de uma vida vazia e sem criatividade. A classe média gera filhos hoje como se estivessem comprando um carro. O Brasil e sua crescente cultura reacionária, com uma população completamente alienada e dependente/escrava de instituições (Escolas, Hospitais, etc). Vivemos na idade das trevas, sem sombras de dúvida.
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Paulo José (Blog Amazonia) comentou:
16/01/2012
O pensamento de todos reflete o significado desta leizinha de papel, tenho tres filhas se for nescessario corrigir vou corrigir se tiver que dar uma palmadas e nas mais velhas uns sáfanões vou dar, pelo tanto que as amo. agora este discurso deste s professores que sequer veem os filhos é brincadeira! fui
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Arthur Tamasauskas (Blog Amazonia) comentou:
16/01/2012
Também fui castigado nos meus êrros quando era criança. Não tenho traumas. É MUITA HIPOCRISIA ,FALTA DE REFLEXÃO E, INTELIGÊNCIA COMENTÁRIOS COMO ESTE. SÓ PODEM SER RESULTADO DO “POLITICAMENTE CORRETO”. É SÓ ANALISAR O TÍTULO:ÍNDIOS E COLONIZADORES! UM EVOLUIU NO ENTANTO O OUTRO GRUPO É FÁCIL COMENTAR APÓS A EVOLUÇÃO TECNOLÓGICA, PRODUÇÃO DE ALIMENTOS, MEDICAMENTOS , ETC…ETC… ETC…
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Marcelo (Blog Amazonia) comentou:
16/01/2012
Nas décadas passadas onde as surras eram mais frequentes, as crianças e adolescentes eram muito mais educadas e respeitavam os mais velhos, principalmente pai e mãe, com o tempo, pais moderninhos como o professorzinho, estão trazendo um caos para essa sociedade, onde é frequente os pais chingarem e espancarem idosos, especialmente os pais. Pessoas como o senhor, me dão nojo.
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Mario Henrique S.Lins (Blog Amazonia) comentou:
16/01/2012
Por outro lado, os yanomamis dão surras nos meninos para os tornarem duros e valorosos.Não dá para generalizar comportamento gente.
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Ricardo (Blog Amazonia) comentou:
16/01/2012
Você apanhou quando era criança? Isso lhe traumatizou? Pois é eu apanhei o suficiente, eu acho, e isso não me atrapalhou em nada. Não sei se é avanço deixar de dar uma palmadinha no filho? Eu também sou contra a “aplicarem castigos físicos nos filhos”, porém sou a favor da correção. Ainda que se preciso for uma palmada. ISSO é BRASIL Estado Democrático de Direito. República Federativa do Brasil.
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Inferno de Java (Blog Amazonia) comentou:
16/01/2012
é isso aí, ratifico a opiniao do cracatoa: a forma absoluta do mal está representada pela religiao, que é o “porto seguro” das formas mais pérfidas de controle do ser humano. o esquema aqui na Europa mudou, por exemplo, pais alemaes nunca batem nos seus filhos…dialogam muito. Talvez um reflexo dos horrores de décadas passadas
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Eurodescendente (Blog Amazonia) comentou:
16/01/2012
Índios são tão “avançados” que além de viverem na Idade da Pedra , ainda ASSASSINAM CRIANÇAS portadoras de deficiências .Costumes de uma civilização bem avançada mesmo, os nazistas adoravam a Eugenia, pelo jeito eles tem muitos fãs nas florestas brasileiras.
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Eurodescentente brasileiro (Blog Amazonia) comentou:
16/01/2012
Quando o Estado diz a seu cidadão como ele deve educar o seu filho é um sinal muito claro. Viramos escravos do Estado, ele é nosso dono.Socialismo , vivemos debaixo dos ideais socialistas !
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Degas (Blog da Amazonia) comentou:
16/01/2012
Demagogo! Como foi dito ao autor, ignorancia tem cura, busque a sua. Talvez ele ainda estivesse na Oca, com formigas na mão num ritual de passagem se não fosse o europeu.
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Rubens (Blog da Amazonia) comentou:
16/01/2012
Fato é que o mundo do blá blá blá criou uma geração de desajustados, bipolares, nóias, etc. Penso que para tudo há um limite e, às vezes, é preciso abandonar Piaget e adotar Pinochet.
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Geraldo Souza Jr (2) comentou:
16/01/2012
Falo em surras me referindo a uma relação entre adultos e crianças. Adulto é aquele que demonstra capacidade de agir, pensar ou realizar algo de maneira racional e equilibrada. Surras são dadas com o intuito de corrigir. Quando um adulto precisa dar uma surra, quem precisa de correção é ele, não a criança. Mais uma vez o estado, que não ajuda na formação dos princípios norteadores de um “lar”, erra ao intervir dessa forma.
Comentar em resposta a Geraldo Souza Jr (2)
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Geraldo Souza Jr (1) comentou:
16/01/2012
Sou neto de português legítimo. Soube que meu pai, quando criança, foi por várias vezes espancado pelo meu avô (acho que papai deve ter inveja da educação indígena). Apesar das questões culturais, meu pai não agiu dessa forma comigo e com meus irmãos. Hoje, sou pai de uma menininha de 1,5 anos. É incrível como ela me escuta e repara seus pequenos errinhos quando alertada. Não vi necessidade nenhuma de dar umas palmadinhas e espero que continuemos assim.
Comentar em resposta a Geraldo Souza Jr (1)
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Rosaldo Kinikinau comentou:
16/01/2012
Amigo Ricardo, sou indígena e conheço muito bem a cultura do Povo Indígena Brasileiro, por favor antes de nos mencionar, leia e cite as fontes, não fale por que ouviu falar. Att. Rosaldo Kinikinau, mestrando da UnB.
Comentar em resposta a Rosaldo Kinikinau
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Linu Estorvo (Blog da Amazonia) comentou:
16/01/2012
O artigo não propõe que os índios são “os certos”, e sim que no quesito educação adotavam uma postura, que foi duramente (literalmente) contestada pelos colonizadores; e, que hoje a civilização (em sua maior parte) adota e aprova uma postura mais amorosa e respeitosa com as crianças.Uma atitude recorrente nos comentários é a disposição para a disputa. Não excluo a disputa, mas não a busco: busco o entendimento.
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Artur (Blog da Amazonia) comentou:
16/01/2012
Nossa, quanta ignorância nos comentários! Não são todas as tribos indígenas que praticam o infanticídio. Achar que todos os índios se comportam da mesma maneira é o mesmo que afirmar que indianos e dinamarqueses agem da mesma forma. Se informem antes de escreverem bobagens!
Comentar em resposta a Artur (Blog da Amazonia)
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Rodrigo (Blog da Amazonia) comentou:
16/01/2012
Comparar o sistema de educação indígena, baseado em sociedades pequenas nas quais cada indivíduo precisa trabalhar em prol da sociedade ou coloca em risco toda a tribo, com o sistema europeu baseado em grandes aglomerados de pessoas, com uma multitude de variáveis diferentes (como o dinheiro) e com maior acesso à informação do que os índios é de uma temeridade sem tamanho…
Comentar em resposta a Rodrigo (Blog da Amazonia)
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Alevino Ribeiro (Blog da Amazonia) comentou:
16/01/2012
A surra não corrige filho. Tanto é verdade que o articulista confessa que foi surrado pela mãe e nota-se que não aprendeu nada da vida. Misturar culturas para embasar opiniões é falta do que fazer por falta de conhecimento. Vai estudar, que ignorância tem cura.
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Elizio (Blog da Amazonia) comentou:
16/01/2012
Acho que os políticos estão com tempo de sobra. Porque não usa este tempo com algo mais importante como por exemplo elaborar uma lei que puna mais rigorosamente os políticos corruptos!
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Juarez (Blog da Amazonia) comentou:
16/01/2012
Infanticídio pode, palmadas não…Prefiro o método europeu…
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Paulo 1 (Blog da Amazonia) comentou:
16/01/2012
Vocês todos da mídia brasileira deveriam desaparecer, vcs são culpados por tudo de ruim que acontece no Brasil, primeiro espalham um monte de ideias perturbadoras, imorais e promíscuas, depois não querem que ninguém seja corrigido! Deus há de nos livrar um dia da podridão e peturbação de vocês da mídia.
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Paulo 2 (Blog da Amazonia) comentou:
16/01/2012
Que importa que os índios não batiam nos filhos? Nós não somos índios, também não matamos crianças que nascem deficientes? Esse Congresso de bandidos, ladrões e mentirosos não tem moral pra dizer como é que os pais devem educar os filhos. Essa lei é um exagero absurdo, diante de tanta bobagem que as crianças e jovens estão vulneráveis hoje, e não deve ser obedecida por ninguém!
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Ricardo 1 (Blog da Amazonia) comentou:
16/01/2012
Ouvir comentarios alucinados envolvendo indios é falta do que falar. Até hoje os indios matam os filhos que nascem com deficiencias fisicas e aprisionam as meninas apos a primeira menstruação para não falar em outras barbaridades. A lei da palmada é uma mediocridade cultural importada dos não me toques Americanos patrocinada por desocupados do congresso. E inadmissivel agressões a crianças, menores infratores de 17 anos não são crianças a muito tempo.
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Ricardo 2 (Blog da Amazonia) comentou:
16/01/2012
Todos os que lidam com este tipo de assunto são afetados mentais de alguma forma que estão incomodados pessoalmente com a autoridade que pais, professores e policiais tem sobre eles.O mundo mediático questiona autoridade como regra para se promover a qualquer custo e isto destroi coisa simples como as palmadas que nos tomamos dos nossos pais para ter uma conduta correta. Esses mesmos pais que nos sustentaram, fizeram nossas festinhas, pagaram nossas escolas.
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Ricardo 3 (Blog da Amazonia) comentou:
16/01/2012
Acabamos de ver alunos sustentados por nossos impostos na USP, depois de varios assassinatos de alunos por bandidos e fornecedores de drogas eles poderem comprar drogas e usa-las livremente.A lei da palmada é ponta de um Iceberg de situação ridicula para a qual caminha o país.Desorganização social é interesse dos que estão no poder pra implantar regime comunista igual ao Cubano, mas uma palhaçada dessa não vai durar aqui,o Estado precisa ser Estado. Fumar maconha é errado.
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Marcos Monteiro(Blog da Amazonia) comentou:
16/01/2012
Os índios eram tão avançados que os colonizadores ao chegarem aqui se depararam com tamanha modernidade de coisas que eles nunca viram por terras em que andaram. Os índios não batiam, atiravam flechas…Discurso barato esse seu, hein professorzinho…Depois ainda quer ter o reconhecimento e melhora salarial.
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Ari (Blog da Amazonia) comentou:
16/01/2012
Interessante a forma como é conduzida a discussão. Muito pertinente a opinião do Da Costa. A televisão, principalmente as novelas influenciam no desrespeito aos Pais. Não há limites. Uma palmada não mata e com certeza dá limites e educa. O que vemos muito hoje são adolescentes que nunca apanharam enfrentando os Pais. A lei não vai evitar que o ignorante, o estúpido deixe de espancar os filhos, mas vai permitir que as crianças não tenham limites para Pais educadores.
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Humberto Sodré 1 (Blog da Amazonia) comentou:
16/01/2012
Sugiro então adotar os principios de vida dos indios: vamos morar no mato, sem luz elétrica, sem roupa, comer alimentos que a natureza nos der e quando exaurirmos a terra ao redor, vamos fazer guerras e dizimar nossos vizinhos pra tomar a terra deles. Se ficarmos doentes, nada de remédios: nos submetemos a uma pagelança onde um feiticeiro vai assoprar em nossos rostos fumaça de alguma erva ou tomar um cha alucinógino tipo santo daime.
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Humberto Sodré 2 (Blog da Amazonia) comentou:
16/01/2012
Finalmente, não vamos também matar a golpe de bordunha todos os que nascerem aleijados, deficientes mentais e também os gêmeos porque um deles é a encarnação do demônio! Nossa sociedade sempre fez tudo errado mesmo, não é?
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McTapão (Blog da Amazonia) comentou:
16/01/2012
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Ana (Blog da Amazonia) comentou:
16/01/2012
Pois é, hoje quando uma mãe ou pai fala mais alto com seus pimpolhos eles chamam a policia, afinal estão protegidos pelo ECA, eca! Que coisa nojenta, quem protege os pais destes pequenos assassinos em potencial? Quem protege a sociedade? Não defendo castigos fisicos, porém defendo a autonomia da familia, quem sofrerá com isso serão os coitados dos professores que já são ameaçados cotidianamente por seus alunos e pais. Que Deus nos proteja, é o que resta.
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Miguel (Blog da Amazonia) comentou:
16/01/2012
Creio importante que essa Lei seja obedecida por responsáveis pela segurança pública.Não é o q vemos nas ações das polícias civil e militar em suas “abordagens”.A violência é a regra,seja para tratar bandido (o que já é injustificável), estudante, viciados (vide ações na Cracolândia/SP) e a população.Ensinamos nossos filhos que a violência não existe,que tudo se resolve por meio do diálogo.Depois vem a PM e… Como explicar isso para eles?Como explicar o “modo estadunidense” de resolver conflitos?
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Papai Sabetudo 1 (Blog Amazonia) comentou:
16/01/2012
Os castigos físicos aplicados em crianças são descritos e orientados pela bíblia, esse vetusto livro escrito por anciãos. Só como exemplo, transcrevo excerto de Eclesiástico, 30: 1 a 13: “Aquele que ama o seu filho, castiga-o com frequência, para que se alegre com isso mais tarde, e não vá mendigar às portas dos outros. (…) Encurva-lhe a cerviz na mocidade, e bate-lhe nas ilhargas enquanto é menino para que não suceda endurecer-se e não te obedeça, e venha a ser a dor de tua alma”.
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Papai Sabetudo 2 (Blog Amazonia) comentou:
16/01/2012
Em outro trecho da bíblia que não consegui localizar, é ensinado como se deve fazer o instrumento de castigo, através de um feixe de varas. Verdade! Imagine-se tais orientações recebidas nas igrejas? Precisa dizer mais? Que horror!
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Rubens 1(Blog da Amazonia) comentou:
16/01/2012
Palmada nunca foi espancamento. Debilóides cheios de sequelas diferenciam uma coisa da outra? Aprendi a não mentir levando seis bolos que nem doeram, mas nunca me esqueci da aprendizagem. Mentir, roubar e etc, traz consequências que não queremos, a palmada me ensinou isso. As pessoas não reparam que a permissividade dos pais das décadas passadas (1960 para agora) gerou a atual e desenfreada corrupção ética e moral da nossa sociedade.
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Rubens 2 (Blog da Amazonia) comentou:
16/01/2012
A exatidão e a correção foram substituídas pela lei da vantagem pessoal.Alguém hoje tem vergonha de ser desonesto? O “proibido proibir” é avô do “proibido punir” O infeliz aprende com seus pais que pode fazer o quiser que o que vai acontecer, no máximo, é uma conversa amigável. Aí ele saí queimando índios, torturando gatos, estuprando quem ele acha provocante e etc. Não sabe o que punição. disso que precisamos: mais permissivismo?
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Dal Bosco (Blog da Amazonia) comentou:
16/01/2012
Já que o professor tem tanta simpatia por índios,procure saber o que eles fazem quando uma criança nasce com algum defeito físico…
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Kiki (Blog da Amazonia 1) comentou:
16/01/2012
Nossa, que exagero! Falta discernimento para diferenciar o que é espancar e o que é corrigir. Já dei palmada nos meus filhos e não estão traumatizados. Aviso, dou castigo, tiro coisas que gostam… porém por vezes nem assim deixam de me desafiar,então levam palmada. Isso ajuda a verem que existem consequências para seus atos e escolhas e que devem respeitar as regras
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Kiki (Blog da Amazonia 2 comentou:
16/01/2012
Tenho na família crianças criadas na base da conversa, e só vendo como são mal-educadas. Tenho medo de onde irá parar essa geração de crianças que pode mandar o pai e a mãe “tomarem naquele lugar”, que não tem o menor respeito por autoridades, em nome dessa criação cheia de liberdades.
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Da Costa (Blog Amazonia – 1) comentou:
16/01/2012
Boa ilustração sobre a cultura índia. Mas não considera que nas culturas e sociedades índias, principalmente no período colonizador europeu, estas sociedades não tinham evoluído ao ponto de precisarem de leis para regularem suas relações sociais: o rio, o mar, a floresta e o que davam para o sustento era de todos, sem divisões sociais ou econômicas, sem necessidade de disciplina para aprender, porque..
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Da Costa (Blog Amazonia – 2) comentou:
16/01/2012
... porque aprendia-se no meio natural, sem relação de hierarquia entre pai e filho, porque em toda a comunidade a criança estava protegida e não precisava obedecer a educação da família para sobreviver…Os europeus desde os romanos precisavam destas leis, para que suas civilizações sobrevivessem. Não tem delegacia de polícia nas tribos, nem tribunais, nem sistema de governo formal, porque não precisa mesmo.
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Sergio (Blog da Amazonia) comentou:
16/01/2012
todas as civilizações sem excessões tem suas fraquezas e fortalezas, portanto penso que dar um aplicativo fisico em um nano pré-adolescente é umas das formas dele não ser um virus no futuro haja vista que nenhum governo tem moral para ensinar ou dar exemplo para um pai de familia como eu!
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Eliza (Blog da Amazonia) comentou:
16/01/2012
Gostaria de saber o que a tribo fazia quando um índio não adulto matava ou estuprava outro índio.
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Carlos (Blog da Amazonia) comentou:
16/01/2012
Analisar aspectos pontuais de sociedades distintas, sem considerar o contexto global, inclusive os aspectos ambientais, beira as raias da ignorância.
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Rafael (Blog da Amazonia) comentou:
16/01/2012
Interessante.Em tempos em que as crianças acham maravilhoso assistir pancadaria na TV, como nesse tal UFC, isso é reconfortante. Acho que as mães e pais deveriam receber mais orientação pedagógica, cursos, cartilhas, etc.Como minha vizinha, que não bate nos filhos, mas creio que as três crianças já devem ter problemas auditivos, de tanto que essa mulher grita na orelha deles.
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Junior (Blog da Amazonia) comentou:
16/01/2012
EM TUDO EM QUE O ESTADO INTERFERE ELE ESTRAGA, O QUE VEMOS HOJE É UM BANDO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTE MAL EDUCADOS QUE SÃO JOGADOS NAS ESCOLAS PARA QUE OS PROFESSORES OS EDUQUEM, SENDO ESTA A FUNÇÃO DOS PAIS, CABENDO AOS PROFESSORES APENAS EDUCAÇÃO INTELECTUAL,PALMADA NÃO RESOLVE TEM E QUE DAR PORRADA MESMO., PRIMEIRO NOS PAIS E DEPOIS NOS FILHOS.
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John Smith ((Blog da Amazonia) comentou:
16/01/2012
Como se pode saber quem tem razão senão pelos frutos? Os Europeus, que castigam os erros, cruzaram o oceano, conquistaram e trouxeram a civilização à terra dos silvícolas. Estes, por outro lado, vivem hoje de inhapa, chorando suas desgraças à ONG’s e políticos.
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Cracatoa (Blog da Amazonia) comentou:
16/01/2012
A educação da palmada veio da influência bíblica, escrita por um monte de dementes com a mais variada gama de desvios psíquicos.A palmada faz parte da influência cristã, assim como a pedofilia, o estupro dos próprios filhos e por ai vai…
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Caçador de Hipocritas (Blog da Amazonia) comentou:
16/01/2012
Perai, esses indios bonzinhos e civilizados são aqueles mesmo que ATE HOJE cometem INFANTICIDIO, assassinando brutalmente as crianças que não nascem conforme o padrão da tribo??? Ufa! Ainda bem que TODA a nossa cultura descende dos europeus, senão estavamos lascados!
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Maria Helena comentou:
15/01/2012
Olá Li o que o sr escreveu sobre a lei da palmada, achei interessante e queria comentar, mas nao consegui enviar, pq nao sei porque pede URL e antispam. Vou me cadastrar para receber as crônicas.
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Márcia Rodrigues comentou:
15/01/2012
ADOREI SEU ARTIGO:A REPRESENTAÇÃO DA ESCOLA EM UM MITO INDÍGENA Artigo publicado na Revista TEIAS. Salvei no meu PC e ajudará futuramente nas minhas pesquisas.... Este outro lado da moeda é muito interessante estudar.
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narunio comentou:
15/01/2012
parabens giane. o estado é relapso : os principios basicos p o desenvolvimento são negados às crianças ( saude e educação) e trabalho (aos pais). cadê a tão prometida justiça social prometida pelo sapo barbudo
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Giane comentou:
14/01/2012
Eu pergunto às autoridades se além da lei o Estado vai cumprir com o que deve: escola e saúde para essas crianças e se os pais terão dignidade para viver.
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Giane comentou:
14/01/2012
Além disso existem a indiferença, o desamor, a tortura psicológica que pode ser muito pior do que uma palmada.
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Giane comentou:
14/01/2012
Na nossa sociedade ninguém tem tempo para a criança. Pais e filhos são vítimas de um sistema desgraçado e degradante. A lei seria desnecessária se o povo tivesse dignidade e fosse educado.
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Giane comentou:
14/01/2012
De fato os índios estão muito mais avançados nas relações sociais. Não sou a favor de que se bata em crianças. Só acho que não cabe a comparação. Os índios tem tempo para seus filhos e todos cuidam de todos.
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vania tadros 2 comentou:
14/01/2012
SOU CONTRA TAMBÉM AOS RITUAIS INDÍGENAS QUE TRADUZEM DOR COMO A DANÇA DAS TUCANDEIRA. EU NOSSA SOCIEDADE ATUALMWNTE PIOROU. CRIANÇAS SÃO AMARRADAS EM CORRENTES, QUEBRADAS E MORTAS PELOS PAIS. ISSO, NA MINHA OPINIÃO JÁ É LOUCURA FRUTO DE DROGAS E DE PROJEÇÃO NAS CRIANCAS O PRÓPRIO FRACASSO.
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VANIA NOVOA TADROS comentou:
14/01/2012
CADA CULTURA TEM O DIREITO DE ESCOLHER COMO EDUCAR OS FILHOS DESDE QUE NÃO EXAGERE E OS MALTRATE. UMA PALMADINHA DE LEVE NO BUMBUM ERA ACEITA ATÉ A GERAÇÃO PASSADA.SEMPRE FUI CONTRA AQUELAS SURRAS TERRÍVEIS USADA ATÉ A DÉCADA DE 1960 QUE ALÉM A DOR FÍSICA TRAZIA A HUMILHAÇÃO. .
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