CRÔNICAS

A FILOSOFIA DO PÃO FRANCÊS

Em: 01 de Agosto de 2010 Visualizações: 13407
A FILOSOFIA DO PÃO FRANCÊS

Nos anos 1980, quando cursava eu a pós-graduação na França, por lá passou, turistando, uma amiga brasileira, cujo nome aqui omito com a devida permissão do leitor, porque a personagem ainda vive e não convém expô-la. Conto o milagre, mas não dou o nome da santa que antes mesmo de completar 48 horas em Paris, em companhia do maridão, já havia fotografado a alma dos franceses e emitido um juízo inapelável, contundente e definitivo sobre eles:

- Grossos! Os franceses são grossos. Grossos e boçais!

De onde tirou tal conclusão? De um laboratório de observação - uma padaria situada na esquina da Rue Falguière com o Boulevard Pasteur - onde, um dia após seu desembarque, tentou comprar – acreditem! – um pão francês. Descobriu, então, perplexa, que "não tem pão francês na França, só no Brasil". Ou dito de outra forma, "na França, qualquer pão é francês". O padeiro - segundo narrou - só faltou cuspir nela e por pouco não lhe chuta a canela. Havia testemunhas: o marido, que confirmou tudo e reforçou a generalização:

- Os franceses são todos uns cavalos.

Contemporizei, sugerindo que talvez o casal não tivesse entendido direito as palavras do padeiro. Mas minha amiga Norinês (ih, meu Deus, sem querer revelei seu nome; agora é tarde, Norinês é morta!) reagiu, indignada, exibindo seu diploma da Aliança Francesa no Rio de Janeiro, onde durante oito anos aprendera a pedir informações, fazer compras, comer, conversar sobre família e trabalho, falar abobrinhas. Ofendida, dizia:

- A língua, eu domino. Entendo tudo. Não! Nada de problema lingüístico! Foi grosseria mesmo.

 

Os salamaleques

Convém analisar o livro em que nossa heroína estudou francês. Havia dois personagens - Monsieur e Madame Thibault – que visitavam um jardim zoológico, explicando que le lion est le roi des animaux, depois um circo cheio de anões e gigantes: - Le géant est un homme três grand qui a souvent plus de deux mètres de hauteur. O livro dava até dicas para enfrentar o frio parisiense. Madame Thibault manda sua filha vestir o casaco:

- Cathérine, prends ton manteau.

A menina resiste:

- Mon manteau? Pourquoi? 

A mãe justifica:

- Parce qu'il fait froid aujourd'hui.

Acontece que naquele forte calor de julho, aquelas frases pré-fabricadas sobre circo, zoológico e meteorologia eram inúteis. O casal não precisava de circo, mas de pão. Parece, no entanto, que Monsieur e Madame Thibault se esqueceram de ensinar a Norinês como devia se comportar numa padaria.

– Não precisa - dizia ela - uma padaria é uma padaria em qualquer lugar do mundo. Não tem mistério. Voce entra e pede uma bisnaga ou um pão francês, paga e se manda. .

Foi ai, então, que entendi. O problema não era de tradução da língua, mas de tradução da cultura. Monsieur Thibault não dera a Norinês o arsenal de salamaleques necessário para comprar uma simples baguete. O brasileiro é mais informal, entra na padaria e diz sem problemas:

- Seu menino, me dê uma bisnaga.

Já o francês não, é cheio de trique-trique. O cara entra e investe no primeiro salamaleque, cumprimentando todos os fregueses presentes:

- Bonjour messieurs et dames:

Antes de pedir o pão, parte para o segundo salamaleque, saudando, dessa vez, o balconista. Na terceira mesura, pede a ele, por favor - s' il vous plaît - aquilo quer quer comprar. O quarto salamaleque, ao receber o pão, é um agradecimento. Afinal, um merci beaucoup não faz mal a ninguém. O cidadão consumidor já cumprimentou, já comprou, já agradeceu, agora pode sair? Negativo. Ninguém sai impunemente sem se despedir do vendedor e aí vem o quinto rapapé:

- Au revoir, monsieur! 

Ah, agora sim, o consumidor pode se pirulitar? Necas de pitibiribas! É preciso também se despedir dos fregueses ali presentes. Sexto salamaleque:

- Au revoir, messieurs-dames!

Conta aí, leitor (a): seis rapapés. Norinês ignorou que devia fazer um enorme investimento em mesuras. Já chegou ordenando. O padeiro viu aquilo e achou que ela é que era muito grossa e indelicada. Por isso, lhe disse:

- Madame, nous n´avons pas gardés les cochons ensemble, que é uma forma de questionar: Ei, minha senhora, que intimidades são essas? Nós nunca convivemos juntos num chiqueiro.

Ela fez um escândalo:

Ele me chamou de porca.

Índio da Costa

É muito comum, mas deplorável, a construção de imagens estereotipadas sobre um povo, a partir de uma observação apressada e unilateral do comportamento de um indivíduo, relacionado a um pequeno conflito cotidiano. Nossos “hermanos” argentinos que o digam! Frequentemente são vítimas (e ao mesmo tempo algozes) dessa postura etnocêntrica.

Supondo que o padeiro tenha sido efetivamente um cavalo – o que não foi o caso – a única conclusão que ela podia chegar era a de que o padeiro do Boulevard Pasteur era bruto. Seria incorreto concluir que “os padeiros do bairro de Montparnasse são grossos” ou que “os padeiros franceses são estúpidos” e muito mais ainda generalizar para 60 milhões de franceses.

Para desfazer a má impressão, convidei o casal 20 a conhecer uns amigos franceses, que são afáveis e gentis. Se os dois conhecessem Pascal Foucher, Juliette Moulin, Jean-Claude Frébourg e Daniel Patridgeon, que são umas flores de pessoas, se dariam conta do engano. Mas Norinês foi irredutível, recusou, não queria mudar aquela primeira impressão construída a partir de generalizações incorretas e inapropriadas realizadas por caminhos tortuosos.

Eis o que queria dizer... o que é mesmo que eu queria dizer? Meu amigo Thiago de Mello tem razão em avaliar que quando narro, em vez de descer pelo tronco, me perco pelos galhos. Ah, lembrei! Eis o que queria dizer: nessa campanha eleitoral, a filosofia do pão francês está correndo solta.

Juro que até tenho uma simpatia pelo José Serra, que foi um bom ministro da saúde, quero ver minha mãe mortinha no inferno, quero que santa Luzia me cegue se estiver mentindo. Mas ele sujou sua biografia, caindo no colo da direitona cavernária.

Confesso que estou horrorizado com a generalização feita pelo vice do Serra, Índio da Costa (DEM, vixe, vixe!) que em tom de denúncia “descobriu” que o PT mantém relações intimas com o narco-tráfico e as FARC da Colômbia, colocando tudo no mesmo saco. Serra assinou embaixo. É a filosofia do pão francês da Norinês Cabral (ih, me escapou o sobrenome, agora todo mundo sabe que a heroína é neta do velho Oder). Imaginem se Serra ganha e morre – toc, toc, toc! - vamos ser governados por esse paspalhão, que não é índio nem da costa, nem da floresta, nem da serra e nem da China. Não era com esse Índio que Serra tinha de se aliar.

 

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45 Comentário(s)

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Helga Sms comentou:
28/04/2017
Querido Prof. Bessa , vou dar uma passada nessa padaria! Kkkk Adorei isso!
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Marcelo Timotheo comentou:
27/04/2017
Bessa querido, sempre textos ótimos. Lembrei-me de uma coisa, lembrança marginal. Quando comecei a estudar francês, um colega de classe achava que, por conta de \"boulangérie\", \"pão\", em francês, era \"boulan\" ....
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jeroniza Albuquerque comentou:
08/09/2010
Adorei, li como se mastigasse vagarosa e deliciosamente uma baguete, lá no montpanase..e a comparação com as notícias do Brasil, foi demais. Grata pela belíssima página. Sucesso. Jeroniza
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Fabão comentou:
12/08/2010
Entre as FARC e os governos "legítimos" da América Latina, não sei quem é pior.
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André Ricardo comentou:
08/08/2010
gostei de como vc fechou o texto...criticou muito bem o olavo... mas não contradisse as suas afirmações de como o PT tem vinculos com as Farc, conteudo do texto por mim sugerido... em suma: rebaixou o autor, não o texto. a vida, não a obra. partirei para a leitura da cronica da semana...
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J.R.Bessa comentou:
06/08/2010
Esse espaço é dos leitores. Mas se me permitem, sugiro que antes ou depois de consultarem o blog indicado pelo André Ricardo, pode ser interessante dar uma olhada em http://www.taquiprati.com.br/cronica.php?ident=140
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Alessandra Marques comentou:
06/08/2010
Ao menos esse Índio, preocupado mesmo com seu cabelo escovado e seus ternos importados, poderia ser mais criativo. Esse discurso é tão enfadonho quanto aquele antigo, aquelle: "o PT vai pegar a casa das pessoas." Bem, melhor me contentar que estou aqui para pagar meus pecados (nem imaginava que eram tantos): se eleito e abotoa o paletó o Serra (também com toda aquela anemia!), governa o vice "Bonitinho, mas ordinário", se vence e bate a caçoleta a Dilma, terei que aturar o "Amigo da Onça"! No
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André Ricardo comentou:
06/08/2010
Se me permitem, uma boa fonte de informações: http://www.olavodecarvalho.org/semana/100805dc.html
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Fátima Ramos comentou:
05/08/2010
Mudei de nome porque descobri que há outra Fátima Almeida palpitando no blog. Não sou amazonense, sou mineira, mas adoro ler as crônicas do Bessa e a conversa entre os amazonenses. Êta povo arretado!
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Mário Augusto comentou:
05/08/2010
Mais uma excelente crônica. Gostaria de saber se posso publicar a mesma em meu blog como já fiz anteriormente com a : As Várias Fome da Marina http://alagoasreal.blogspot.com/2010/02/as-varias-fomes-da-marina.html
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Ana comentou:
04/08/2010
Todo bom narrador seduz com gestos, palavras, olhares,... no teu caso, Bessa, também é com as palavras, teu estilo maravilhoso que nos surpreende a cada semana. Ainda bem que vc se prede nos galhos. Adorei a crônica!!
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VANIA TADROS comentou:
03/08/2010
O TIÃO VIANA TEM UM EXCELENTE CURRICULUM TANTO COMO MÉDICO COMO PARLAMENTAR.
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Lindomar (Blog do Altino) comentou:
03/08/2010
E os aliados de Tião viana??? Velei-me Deus!!! O vice, é um certo Messias Cameli. Exatamente. Um Cameli. Basta.
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Clayton Luiz comentou:
03/08/2010
E é que é mesmo. Tão vendendo esse tal de Índio da Costa para o povo tipo pão francês vendido aqui no bairro da Redenção (antigo planeta dos macacos). Ele e oco por dentro, não têm miolo e muito menos pinta para ser presidente. Fazer o que! é o candidato bromato da oposição. Bem que o finado ex-presidente Figueiredo estava certo quando disse; “prefiro o cheiro dos meus cavalos do que o cheiro do povo”.
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Gerson comentou:
02/08/2010
É Babá, infelizmente não temos nenhuma alternativa para o governo do Amazonas. Para presidente, também não temos. Serra não é bom para o Amazona, contudo, o vice de Dilma é do PMDB, um partido podre. A Marina é uma alternativa, porém, não tem força.
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José Sequeira comentou:
02/08/2010
Minha prezada Rosa de Saron, o Arthur Neto é de tradicional família manauara, caboco do pé rachado, procusae se informar antes de sair escrevendo asneiras...
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VANIA TADROS comentou:
02/08/2010
O COMENTÁRIO DA ROSA DE SARON FOI ESCRITO POR MIM
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comentou:
02/08/2010
A ROSA DE SARON NÃO É GAÚCHA. É AMAZONENSE E ERA ELEITORA DO SERAFIM.NÃO GOSTOU DA ALIANÇA DESTE COM ALFREDO. ESTA É A RAZÃO DESSE PAPO.SERAFIM JÁ ERA ROSINHA
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Hagá Romeu Pinto comentou:
02/08/2010
Bessa, adoro tuas crônicas, admiro a tua forma de pensar e escrever. Mas, tentar defender o PT, não dá!!! Volte a falar bem da Marina... Deixe seus (ótimos) argumentos para o segundo turno.
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Astrid Lima comentou:
02/08/2010
Meu querido, você sabe que não vivi os governos do Lula, que me decepcionei com o que ouvi, que me alegrei, porém, com a melhoria das condições de vida no Brasil (quando sai, lembras, a inflação era uma loucura), que acho que nós brasileiros generalizamos sempre tudo (os gringos são TODOS inimigos, TODO o planeta quer invadir a Amazônia e TODOS os índios são "ricos" e malandros) Acabei achando que no final das contas esse ex-operario baixinho e sem dedo não fez o suficiente mas poderia ter sid
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comentou:
02/08/2010
Meu querido, você sabe que não vivi os governos do Lula, que me decepcionei com o que ouvi, que me alegrei, porém, com a melhoria das condições de vida no Brasil (quando sai, lembras, a inflação era uma loucura), que acho que nós brasileiros generalizamos sempre tudo (os gringos são TODOS inimigos, TODO o planeta quer invadir a Amazônia e TODOS os índios são "ricos" e malandros) Acabei achando que no final das contas esse ex-operario baixinho e sem dedo não fez o suficiente mas poderia ter sid
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Maria comentou:
01/08/2010
Nao sei se existe inveja boa, mas que tenho inveja tenho de alguém que teve a oportunidade conhecer de perto a cultura francesa, o povo frances, etc. Outro dia apos passar por uma situação delicada que ameaçava a vida, passado o susto falei: ainda quero conhecer a França antes de morrer. Pra isso tenho que aprender alguma coisa do frances que por enquanto so lembro da musiquinha que cantavamos no 1º grau, com a Profa. Zequinha : aluette .....
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Rosa de Saron (Blog do Sarafa) comentou:
01/08/2010
Eduardo Braga é paraense; Vanessa é catarinense; Arthur é carioca: Alfredo é potiguar e Omar é paulistano. Mais ainda se levantarmos a naturalidade de todos os candidatos ao pleito de 2010 veremos que metade é ” estrangeira”. Nesta terra (AM) não temos ninguém com competência?Será que vcs terão que recorrer sempre a “estrangeiros” para representá-los? No meu RS, ninguém canta de galo não sendo um legitimo tomador de chimarrão. Bah!!!Nada de xenofobia no meu discurso é só uma constatação com pro
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Juarez Nogueira (Blog do Altino) comentou:
01/08/2010
A filosofia do pão francês vale para os aliados de Dilma, Collor e Sarney? Ou é pão dormido?
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Fatima Almeida (Blog do Altino) comentou:
01/08/2010
tudo bem, mas essa coisa de "seu menino" só ocorre com amazonenses e acrianos...e depois, todo esse discurso é para reafirmar o que todo mundo sabe, que petista odeia tucano.E se Dilma morre, héin?
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Maria Tereza Rocha Barroco comentou:
01/08/2010
Baba. Hoje voto em Marina, por esta não ser mais do partido dos Petralhas. Todavia, pior do que o Indio vice do Serra, e o Mordomo de Funerária, chamado Michel Temer, que está de olho, no piripaque da Dilma, se está vencer as eleições. Se em fosse ela me livrava logo dessa ave agorenta do PMDB, que não a hora ser ser Presidente sem nuna ter sido votado para tal, como o Sarney.
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Fátima Nascimento comentou:
01/08/2010
Que bom que fui convidada a conhecê-lo por meio de seus textos... Agradecimento meu à Lilian Nabuco. Dá o recado com humor. Gosto disso! Inté.
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Mauro comentou:
01/08/2010
Bom, Índio da Costa não "descobriu" as ligações FARC-PT apenas(que coisa né?) falou a mais pura verdade. Em 1990 Lula e Fidel Castro criaram o Foro de São Paulo que reunia as principais lideranças das esquerdas na América Latina entres eles: FARCS e o MIR. Está lá. Por mais de 16 anos a impresa e vc professor, doutrinador marxista, ajudou esconder a tal instituição. Ligações petistas: FARC, MIR, Mahmoud Ahmadinejad, Regime Cubano, Robert Mugabe, Hugo Chavez, Muamar Kadafi(grande irmão), favo
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VANIA TADROS comentou:
01/08/2010
QUERIDO BABÁ, O PT NÃO PODE RECLAMAR PORQUE ELES SEMPRE TIVERAM MANIA DE GENERALIZAR. PARA A MAIORIA DOS PETISTAS TODO EMPRESÁRIO É LADRÃO;QUEM NÃO É DE ESQUERDA NÃO TEM CONCIENCIA SOCIAL E POR AÍ VAI. ATÉ QUANDO ELES PRECISAM DO EMPRESÁRIO PARA SE ELEGER. EU NÃO GOSTO DO ÍNDIO DA COSTA NEM DO MORCEGÃO DO SERRA VOU VOTAR NA MARINA SILVA, NO ENTANTO, O PT ESTÁ PROVANDO DO PRÓPRIO VENENO. EM TEMPO, O PROF.RIBAMAR BESSA NÃO É ASSIM. É UM PETISTA ESPECIAL.
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Norinês Cabral comentou:
01/08/2010
Antes que pensem que morri, tõ vivinha da Cabral, viu. E esses franceses son gros même. Gros et porcs.
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Rogério Mota comentou:
31/07/2010
É... escapar às grades dos esteriótipos não é tarefa fácil... a massa de nossas generalizações compõem o pão indigesto com que alimentamos nossa cegueira... Um sábio divididor de pães já nos dizia: "sede, portanto, prudentes como as serpentes e símplices como as pombas." Obg.
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Marta comentou:
31/07/2010
Uma graça a Norinês, Beibe, com seu reducionismo ingênuo. Já do Indio da Costa, não posso dizer o mesmo...
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Ulisses da Silva comentou:
31/07/2010
Nas padarias de Manaus existe simpatia, às vezes o que falta é higiene mesmo.
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André Ricardo comentou:
31/07/2010
Min. Público e Trib. de Contas não viram indícios de Indio ter se envolvido com roubo de merenda escolar, mas vc tem o direito de dizer que ele teve culpa no cartório. Agora, ele não pode dizer uma coisa ÓBVIA, que todos sabem!
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André Ricardo comentou:
31/07/2010
Há anos que o PT tem ligações notórias com as Farc, e esta é notoriamente financiada pelo narcotráfico. Indio da Costa (vc já o acusou aqui, sem provas de ter envolvimento com corrupção) só falou do notoriamente óbvio!
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André Ricardo comentou:
31/07/2010
Se o PT não tem ligações com as Farc, porque o sr. Marco Aurélio Garcia a trata como "força beligerante", ao tempo em que se recusa a reconhecer o governo de Honduras, que não tortura nem mata como as Farc, mas venceu em eleição?
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André Ricardo comentou:
31/07/2010
Se o PT e as Farc não são farinha do mesmo saco, então porque que o PT empregou no Ministério da Pesca uma pedagoga (!!) que é, na verdade, mulher de um representante das Farc?
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André Ricardo comentou:
31/07/2010
Se o PT não tem relações com a Farc, se não são farinha do mesmo saco, então o que as duas instituições fazem no Foro de São Paulo?
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jose nogueira comentou:
31/07/2010
Esse índio é falso, e eu não sei por onde anda o Ademir Ramos, um ferrenho defensor das caaausas iiiindígenas! Os meus chefões e caciques deveriam questionar, no Procon ou no TSE, a originalidade ou a Ficha Limpa desse Índio fascista!
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jose nogueira comentou:
31/07/2010
A história da manauense me fez lembrar a vergonha que a ÍItala Nandi passou Índia após encher a pança numa localidade, pois lá, após uma lauta refeição. a pessoa se diz satisfeita e agradece participando de um festival de flatuência. Foi aí que a Ítala, coitada, quase dava uma de avestruz......
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João Barros Carlos comentou:
31/07/2010
Babá, eu " Marinei ", mas se não der Marina, o jeito é torcer para que o candidato vencedor não embarque pra cidade dos pés juntos. Estamos mal de candidatos a vice. Lá e cá. Né, não?
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euclides coelho de souza comentou:
31/07/2010
pena que não quero sujar a sua cronica e contar a minha estoria com a bosta de cachorro.
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Wellinton Carlos Soares comentou:
31/07/2010
Divertida e educativa cronica. Estive 3 vezes na França e fui muito bem tratado por todos - até o comissário da alfandega foi simpático. Maus educados existem em qualquer lugar do planeta... lá também, basta acordar e viver um dia ruim... e eis que eles aparecem.
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Wellinton Carlos Soares comentou:
31/07/2010
Quem é esse tal de Indio da Costa? Mais uma vez os Tucanos estão tropeçando no casco do caracol.... brincadeira.
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Zeca comentou:
31/07/2010
Linda a cronica, o ritmo da narrativa está perfeito, um balé de palavras...
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