CRÔNICAS

Duas em uma: Irmã Helena, Irmã Vilma

Em: 03 de Janeiro de 2021 Visualizações: 7494
Duas em uma: Irmã Helena, Irmã Vilma

Final da década de 1970. Primeiro dia de aula de História da Cultura Amazonense para uma turma do Curso de Serviço Social da Universidade Federal do Amazonas. Sala cheia. Começo a chamada. Cada um vai se apresentando seguindo a lista em ordem alfabética. Chega a letra H:   

- Helena Augusta Walcott.

- Presente – responde lá da última fila a dona de duas graciosas bochechas negras e de um par de expressivos olhos azeitonados.

Pelas barbas do profeta Silvio Tendler! Só pode ser ela – eu penso. Finjo, porém, que não a reconheci. Disfarço a emoção:

- Ah, tive uma professora no Colégio Aparecida, uma freira, que era muito parecida com você. Vilma. Irmã Vilma. Faz uns vinte anos.

- Era eu – confirma Helena, fingindo também não lembrar deste seu aluno capeta. Embora nunca tenha me dado sequer um merecido puxão de orelhas, por via das dúvidas, impetrou um habeas corpus preventivo:

 -  A Vilma era muito severa e mandona. Hoje sou outra pessoa. Mudei muito.

- Já eu, danado e bagunceiro, não mudei nada. Continuo briguento e encrenqueiro – respondi, também por via das dúvidas.  

Ela riu. Rimos. É muito raro, mas aconteceu: minha ex-professora era agora minha aluna e desse lugar continuava nos ensinando sábias lições. Trazia para a sala de aula uma trajetória rica de lutas, que merece ser lembrada na primeira crônica deste Ano da Graça de Nosso Senhor Jesus Cristo de 2021.

O hábito e o monge

Quem é Vilma, quem é Helena?

A noviça Helena fez a profissão de votos religiosos na Congregação das Irmãs Adoradoras do Preciosíssimo Sangue, recebendo o nome de Irmã Vilma com o qual me deu aulas. Trajava o hábito antigo do tempo da finada Beata Maria de Mathias. Depois que o Concílio Vaticano II mudou a relação com o mundo, as freiras começaram a deixar a clausura e a vida contemplativa e mergulharam de cabeça na realidade, vestidas em traje leigo, o que facilitava a opção preferencial pelos pobres, com quem passaram a conviver fora do convento. 

O vestido longo, o capelo ou touca rígida que emoldurava o rosto e o véu branco que escondia as madeixas são hoje coisas de museu. Literalmente. Quem quiser conhecer o hábito tradicional da irmã Vilma pode visitar o Museu das Bonecas Freiras – o Nun Doll Museum - em Michigan (EUA), com um acervo de mais de 500 modelos, que representam – olhem só! – vestes de 217 ordens religiosas das Américas. Ou então ver dois filmes: “A Noviça Rebelde” com Julie Andrews e “A história de uma freira” com Audrey Hepburn.

O hábito faz a monja? Nem o hábito, nem o nome. A ex-irmã Vilma manteve as promessas e votos de freira, vestida modestamente como qualquer vizinha do bairro pobre da Compensa, lugar de sua nova morada. Recuperou o nome Helena, com o qual foi batizada em Guajará Mirim (RO), onde nasceu em 1934, caçula dos sete filhos de Lorenzo Walcott e Clarissa Knights, um casal que no início do séc. XX migrou de Barbados – ex-colônia britânica nas Antilhas – para trabalhar na construção da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré. Descendentes de negros escravizados arrancados da Guiné Bissau e do Senegal, traziam impressa na memória a mãe África.

Semeadora de bairros

As cicatrizes dessas feridas, que o convento não conseguiu apagar, marcaram a irmã Helena, líder nas décadas de 1970 e 1980 da luta pelo direito à moradia popular, com ocupação de áreas da União griladas por latifundiários urbanos, para quem aquilo era uma “invasão”, um ataque comunista contra a propriedade privada. De “invasão” os grileiros entendem, afinal foi o que fizeram quando se apropriaram das terras devolutas.   

No balanço final, o Movimento dos Sem Tetos com o apoio da Pastoral da Terra conquistou moradia para quase meio milhão de pessoas, os lascados da vida, que criaram pelo menos 15 novos bairros em Manaus, entre eles: Zumbi dos Palmares I e II, Terra Nova, São José, João Paulo II, Nossa Senhora de Fátima, Novo Israel, Armando Mendes, Japiim, Nova Luz, Santa Etelvina, Monte das Oliveiras, Lírio do Vale, Val Paraíso e Redenção apelidado de forma racista de “Planeta dos Macacos”.

 “Nós tentávamos obter lotes de terra junto à prefeitura e ao governo. Quando não era possível, entrávamos na marra e forçávamos a doá-los. O povo não podia esperar o governo fazer alguma coisa. As pessoas precisavam muito. Não era uma atividade pacífica, mas nos organizávamos e usávamos o apito para comunicar os momentos de agir” – disse Irmã Helena ao Informativo da Arquidiocese de Manaus de outubro de 2013.

O apito funcionava. Mas um dia, ao sair de reunião comunitária no bairro Armando Mendes, Irmã Helena sofreu um atentado comandado pelo grileiro Paulo Farias. O capanga errou o tiro e matou Altenor Cavalcante, um menino de 14 anos que estava ao lado dela. Com a arma em punho, o grileiro perseguiu a freira, salva pela comunidade, que a escondeu dentro de uma fossa. Perseguida, ela se exilou na Guiné-Bissau em 1997 e só voltou ao Brasil em 2003, fixando domicílio no Pará. Em 2009 voltou ao Amazonas e foi morar em Manacapuru.  Agora, somos informados, de que está residindo em Manaus. 

Abençoada Irmã Helena, semeadora de bairros e moradias! Padeceu o diabo: ameaças de morte, atentados, espancamento, prisão, exílio e até a clandestinidade. Comeu a mandioca que o capiroto ralou. Mas não desistiu. As ocupações se transformaram em grandes e populosos bairros da capital amazonense, habitados por pessoas carentes, filhos de negros, índios, nordestinos, ribeirinhos.

Memória em disputa

A trajetória da irmã Helena se confunde com as lutas da população pobre e deserdada da periferia de Manaus, com histórias que estão implorando para serem filmadas. Quem sabe, o cineasta amazonense Aurélio Michilles se anima e contribui para que a gente não esqueça essa gesta?  

A luta pela moradia permanece subterrânea, disputando espaço com a memória oficial que glorifica nomes pomposos de coronéis e políticos de duvidosa reputação em monumentos e logradouros. Uma vitória: a Escola Municipal Helena Augusta Walcott, localizada na avenida Itaúba, num dos bairros que ajudou a criar, carrega seu nome. Da mesma forma, a quadra poliesportiva coberta de quase 600 metros quadrados erguida nas dependências da Escola é a Quadra Helena A. Walcott destinada à prática esportiva e a atividades recreativas de 1.5 mil estudantes do Ensino Fundamental e da Educação de Jovens e Adultos (EJA).

Várias escolas foram criadas por moradores das ocupações, antes de serem municipalizadas. Uma delas foi a Escola Prof. Alfredo Linhares, no bairro São José I. A outra começou quando dez professores voluntários, em um mutirão, limparam um local e lá ergueram a escolinha comunitária pré-moldada que recebeu o nome da Irmã Helena. Quando a Prefeitura municipalizou e reconstruiu aquela unidade educativa, o nome permaneceu.

Muitos anos depois, em 2015, por proposta do deputado José Ricardo Wendling (PT), Irmã Helena foi condecorada pela Assembleia Legislativa, que realizou uma sessão especial no Dia Nacional da Consciência Negra. Hoje, com 86 anos de idade, ela continua vivinha da silva e permanece no coração de milhares de moradores da periferia. Centenas deles a homenagearam, em postagens no grupo “Manaus de Antigamente” do facebook, agradecendo sua atuação responsável pela mudança em suas vidas.   

No entanto, surgiram alguns poucos comentários desairosos que a atacaram sordidamente, tentando difamá-la. Já sabemos de onde partem.  Fazer o quê? Toda sociedade produz lixo e dejetos. Para isso existem garis e aterros sanitários. O que importa é que Vilma e Helena são muitas, são todas aquelas e aqueles que lutam contra a injustiça social. 

P.S. - Sobre os bairros surgidos em Manaus entre 1970 a 2000, que contaram com a ação da Irmã Helena ver: Tatiana da Rocha Barbosa. Ocupações irregulares e a (re) produção do espaço urbano da Zona Leste de Manaus (AM): da ilegalidade do processo à legalidade da questão da moradia. Tese de doutorado e Geografia. Universidade Federal de Uberlândia. 2017.

Agradecemos ainda as postagens, fotos e artigos indicados no grupo “Manaus de Antigamente”, que realiza importante trabalho de documentação da história da cidade. 

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130 Comentário(s)

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frederico arruda comentou:
17/01/2021
Gostei muitissimo desta tua cronica. Como das muitas outras que tive o privilegio de ler. Esta abrange em parte o periodo em que fui Secretario Municipal de Defesa do Meio Ambiente. Mesmo antes de assumir a SEDEMA eu ja admirava o trabalho da Irmã Helena e conversei com o Prefeito, Arthur Neto sobre a importancia de ter na corajosa freira um ponto de apio de grande relevancia para uma poltica ambiental legtima e eficaz.
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Kamila Queiroz comentou:
12/01/2021
Uma mulher de coragem e de um coração nobre! Grande homenagem foi essa crônica. Obrigada por valorizar um ser humano como Helena, um ser de ouro ????
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Natanael Pereira comentou:
07/01/2021
Não sei o que as pessoas achavam dela mais eu acho que ela sozinha valia por essa cambada de políticos canalhas que existe por aí aproveitadores ela queria te ajudar os políticos querem te tomar.
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Emmanuel Aguiar comentou:
07/01/2021
Certa ou errada, irmã Helena lutou com as armas que ela tinha para ajudar as pessoas e, diferente de muitos outros espertos que fazem isso até hoje (grilagem/invasões), nunca usou a sua luta para ser um político com mandato e enriquecer. Se tivesse feito isso, se elegeria e, pelo que fez (certo ou errado) teria um mandato político até hoje. Muitos que ainda hoje estão no poder, e que causaram e causam muito mais mal à cidade, usaram a irmã Helena, roubaram, saquearam, enriqueceram e estão aí vivendo maravilhosamente, impunemente, bem diferente da forma como irmã Helena vive nos dias de hoje depois de tudo o que ela fez por aqueles que a seguiram nos seus movimentos, fazendo aquilo que é o dever do Estado - dar condições dignas de vida e sobrevivência aos mais necessitados.
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Valter Xeu comentou:
05/01/2021
Publicado no Blog Pátria Latina - http://www.patrialatina.com.br/duas-em-uma-irma-helena-irma-vilma/
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Racismo Ambiental comentou:
05/01/2021
Publicado no Blog COMBATE - RACISMO AMBIENTALhttps://racismoambiental.net.br/2021/01/03/duas-em-uma-irma-helena-irma-vilma-por-jose-ribamar-bessa-freire/
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Janine Malanski comentou:
05/01/2021
Que lindo relato , que crônica especial por nós apresentar a irmã Vilma/ Helena. Saber de pessoas que fazem acontecer , batalham pelo próximo faz acreditar que o ser humano tem um lado bom que pensa no Outro. E a coincidência de encontrá-la que momento !!!
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Tarsila Lima comentou:
04/01/2021
Quando eu leio esses escritos, me sinto no interior, no entardecer, ouvindo essas histórias e tomando um café da tarde!!!
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Luiz Roberto M. Gonçalves comentou:
04/01/2021
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Viviana Gelado comentou:
04/01/2021
Qué história a de Helena/Vilma! Ainda bem que tem um cronista à altura! Obrigada, Bessa! Compartilhando...
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Selma Kupski comentou:
04/01/2021
Bom dia professor. Obrigada por me dar o privilégio de ler suas crônicas fantásticas. A história da Irmã Helena, uma pessoa abençoada por Deus que lutou e luta pelos menos favorecidos e pela justiça social.
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Susana Grillo comentou:
04/01/2021
Bessa, que história fantástica desse Brasil profundo que não é conhecido. Contamos sempre com você que retoma essas histórias tão importantes. O Boulos tem que conhecer a Irmã Helena. Viva Irmã Helena e sua ação pela justiça social, iluminando 2021 ! .
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Eliete Marcelino comentou:
04/01/2021
Que história de força, coragem, resiliência e luta!!! Gratidão, José Bessa , por compartilhar esse exemplo de vida que é a Ir. HELENA. Não a conhecia mas já a admiro muito!
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Angela Maria Dili comentou:
03/01/2021
Todo mundo que luta pelo bem dos pobres e taxado de comunista, ela sofreu, mas lutou muito para conquistar uma casa a quem muito necessitava, nunca tirou nada pra ela, só dava força pra quem não tinha nada, o povo pobre não é preguiçoso, não têm trabalho para todos pois os políticos só pensam em encher seus próprios bolsos
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Agnaldo Cezario comentou:
03/01/2021
Mulher guerreira , eu junto com dois colegas fomos designados para darmos proteção a ela , pois grileiros tentavam matá-la a todo custo , ao seu redor caminhavam muitas famílias que realmente não tinhão onde morar , com uma vara de 8 m e sob sua orientaçáo dividiamos os lotes, no mesmo instante uma família armava sua barraca de lona e passava a residir no local . Chamava o novo bairro Nova Luz ao lado da faculdade dom Bosco que na época era área de retiro dos Salesianos. Hoje acho que si chama bairro ZUMBI
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Raimundo Andrade (via FB) comentou:
03/01/2021
Conheço o trabalho da Irmã Helena, que de forma abnegada e generosa, dedicou sua vida à luta por um direito elementar das pessoas pobres: o direito à moradia. Suspeito que os que não entendem ou não querem entender a grandiosidade desse gesto, - alguns jogam lama que felizmente não atinge essa guerreira - criticam ou por terem interesses pessoais envolvidos, ou por questão ideológica relativa ao fantasma do "comunismo" ou por, desculpem, burrice mesmo.
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Auxiliadora Neves comentou:
03/01/2021
INVASORA DE TERRA. ESSA MULHER APRONTOU MUITO NA DÉCADA DE 70 abusada deu muito trabalho à polícia e aos legítimos proprietários de alguns terrenos em Manaus.
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Cb Coutinho comentou:
03/01/2021
Conheci ela, minha família foi beneficiada por ela com um terreno no bairro Terra Nova.
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Sidomar Reis comentou:
03/01/2021
A irmã Elena foi minha professora de Catequese aqui na Igreja Nossa Senhora do Perpétuo Socorro na compensa no ano de 1983.
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França Ribeiro comentou:
03/01/2021
Meus sinceros agradecimentos a Irma Helena. Nunca me esquecerei dela!!!!
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Olga Sérvulo comentou:
03/01/2021
Que história interessante e uma personagem que eu desconhecia totalmente!
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Geórgia Souza comentou:
03/01/2021
Irma Helena ,ajudou muitas pessoas aqui em Manaus .familias que como a minha, batalhavam muito pra pagar aluguel Atraves dela,hoje tenho meu pedacinho de chão.
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Ana Maria Paiva comentou:
03/01/2021
Bessa e suas belas histórias, essa em especial, relembrando a trajetória de muitas lutas de irmã Helena .
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Ricardo Xina comentou:
03/01/2021
Irmã Helena que conheci em 1987.Uma pessoa que nunca quis nada para si, apenas queria o melhor para todos. A vi pela última vez em Manacapuru(acho que era o ano de 2011). Muitos me diziam que havia falecido. Estou feliz em saber que ela está viva. Pessoas que naquela época se apossavam de tantas terras hoje sequer estão vivas. Uma situação que não tinha lógica. Se não fosse por irmã Helena hoje haveriam muito mais moradias flutuantes.
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Frank Paula comentou:
03/01/2021
Conheci nas lutas nas comunidades de Manaus
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Socorro Mesquitas comentou:
03/01/2021
Bairro aonde moro foi fundado por ela
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Eugenia Santos comentou:
03/01/2021
Irmã Helena Guerreira De Fé. Sempre ao lado do Povo Sofrido é Sem Teto.
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Rodrigo martins comentou:
03/01/2021
Muito linda e inspiradora a história da irmã Helena. Imagino a emoção que o senhor deve ter sentido ao reencontrá-la no curso de Serviço Social na Universidade Federal do Amazonas, fantástica história. Com essa bonita crônica começamos o ano de 2021 com mais inspiração em dias melhores. Um abraço querido professor.
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Salatiel Cordovil comentou:
03/01/2021
Amei em relembrar essa história.
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Danya Furtado comentou:
03/01/2021
Ó...q história! Eu trabalhei na Esc.Helena Walcott
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Natanael Gadelha da Silva comentou:
03/01/2021
Mulher de fibra, corajosa e verdadeiramente um grande ser humano. Meus respeitos acima de tudo.
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João Pedro Gonçalves comentou:
03/01/2021
Parabéns pelo texto, um belo registro da linda história desta grande mulher
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Dilma Cruz comentou:
03/01/2021
Maravilha! Eu sou da turma da Marilene Corrêa,Doutora mto conhecida nos meios culturais de Manaus...Eu desde de 80 moro em Roraima.aqui já fui Secretária de Estado trabalhando em diferentes áreas...hj estou aposentada..conheci a Graciete e irmã Helena...ministrei treinamentos pra ela,qdo já funcionária da antiga FUNABEM...
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Ducarmo Souza Rodrigues comentou:
03/01/2021
A conheci no Preciossissimo Sangue, quando dei aula lá.
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Sandra Maddy Mello comentou:
03/01/2021
Irmã Vilma, era freira das irmãs do Preciosíssimo Sangue. E morou em Manacapuru, no colégio, com outras freiras. Lecionava, e era professora da minha irmã, Solange.
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Weber Paixão comentou:
03/01/2021
Irmã Helena. Graças a ela Manaus é essa cidade escrota, cheia de invasões, principalmente a zona leste.
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Nilda Alves comentou:
03/01/2021
Querido amigo, que grande história para começar o ano com gente miúda. Obrigada, bom 2021 e que nele possamos nos encontrar pessoalmente
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Santos Borges comentou:
03/01/2021
Graças a ela muita gente tem casa própria hoje
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Rosa Suzana Farias Muniz comentou:
03/01/2021
Uma lutadora. A conheci pessoalmente quando fui chefe de gabinete na Urbam. Muito simpática
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Annamaria Melo comentou:
03/01/2021
Foi minha professora de História Geral no Colégio Aparecida! Adorava falar sobre Nabucodonozor! Excelente ser humano em tudo! Meus sinceros respeitos
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Ivone Cavalcante comentou:
03/01/2021
Conheci a irmã Helena na minha adolescência...estava hospital acompanhando vizinho português...e lá do outro lado havia no final da tarde senta no banco em.frente ao preciosismo sangue...passou alguns dias atravessei e fui ao sei encontro....falei irmã quero ser de feira ....conversamos um pouco ....ela marcou um dia para conhecer o convento....Fui e levei uma colega....tudo limpinho...arrumadinho..voltei a segunda vez...depois ela foi na minha casa conhecer meus pais...porém o discernimento foi pro matrimônio. Que mulher incrível. Não sei aonde encontra-se
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Natan Apaixonaça comentou:
03/01/2021
Não tiro suas virtudes em lutar por moradia ao menos favorecidos. Porém suas ações colaborou muito com o caos que é nossos bairros com ruas estreitas e mau elaborada para uma cidade grande. Ela foi um dos " nossas engenheira de trânsito de Manaus".
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Luiz Carlos Martins comentou:
03/01/2021
Essa heroína merece livro, peça e filme sobre a vida dela
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Paulo Afonso Sampaio comentou:
03/01/2021
Caro Luiz concordo. Conte comigo para imortalizar essa freira . Tenho orgulho de ter sido aluno dela no colégio Preciosissimo Sangue .
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Francivaldo Valerio comentou:
03/01/2021
Foi irmã Helena que deu os terreno no bairro terra nova 1.2.3 ela uma história na zona nonte te Manaus ela ajuda mudo as pessoa que precisava. Ela pagava luz água dava rancho... etc
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Conceição Correa comentou:
03/01/2021
Ainda jovem mais ouvia falar muito dela no colégio Pio XII hoje São Luís de Gonzaga... guerreira
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Pedro Marcos Mansour Andes comentou:
03/01/2021
Bela homenagem professor num texto excelente. A irmã Helena faz parte da minha memória da infância e da adolescência nas lembranças da luta por moradia digna para as camadas populares de Manaus! Viva a Helena Walcott!!
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Rennê Prestes da Silva comentou:
03/01/2021
Irmã Helena. Uma negra guerreira. Tive o privilégio de conhece-la pessoalmente
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Maria Hildete Vieira comentou:
03/01/2021
Uma bandida que vivia de invasões
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Edmea Santos comentou:
03/01/2021
Helena e Vilma , duas em uma luta linda e cheia de história . Adorei conhecê-la materializada neste texto. Obrigada !
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Ed Pereira comentou:
03/01/2021
Tocante, em especial o momento em q ex-aluno q vira professor de antiga professora
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Euricleia Melo comentou:
03/01/2021
não tem como esquecer dessa pessoa linda que e a irmã Helena
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Berlane Melo comentou:
03/01/2021
Irmã Helena, foi minha professora de religião e matemática. ????????
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Monica De Freitas Chacon comentou:
03/01/2021
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Andrea Drummond Couto (via FB) comentou:
03/01/2021
História maravilhosa de uma grande mulher, heroína do povo.
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Vera Nilce Cordeiro Correa comentou:
03/01/2021
Maravilha! Experiência incrível ser aluno e depois professor de uma pessoa
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Ana Lucia Guedes comentou:
03/01/2021
Parabéns essa mulher guerreira e destemida, minha mãe teve o privilégio de conseguir seu primeiro pedacinho de terra com a ajuda de irmã Helena
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Andrea Sales comentou:
03/01/2021
Excelente!! Uma Crônica de vida de resistência e persistência!! Grata por compartilhar, Bessa!!
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Nilziney Santos comentou:
03/01/2021
Tive o privilégio de ir a Manacapuru e ouvir os relatos da própria irmã Helena, foi emocionante, pois graças a ela minha mãe vinda fo interior do Amazonas, com 7filhos sem marido conseguiu moradia no bairro do Terra Nova.
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Andréa Drummond Couto comentou:
03/01/2021
Adorei ficar sabendo da história dessa Irmã Helena, mulher corajosa, uma verdadeira heroína do povo.
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Sávio de Jesus comentou:
03/01/2021
Na condição de Agente Pastoral da Igreja Católica, tenho orgulho em dizer que fui um "braço direito" da irmã Helena em algumas das ocupações ocorridas na cidade de Manaus. Essa guerreira ajudou muita gente. Nessa época, fundamos uma associação no bairro da Compensa, denominada Comissão Interdisciplinar de Defesa da Compensa - CIDECOM, cujas reuniões eram realizadas na paróquia Nossa Senhora Mãe da Misericórdia. Sou uma testemunha viva dessa luta por moradia, com muitos "causos" a contar. Hoje sou advogado, e gostaria muito de reencontrar a Irmã Helena.
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Welton Oda comentou:
02/01/2021
Este texto é uma belíssima homenagem. Primoroso!!!????
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Rosa Nélia Jurema Bezerra comentou:
02/01/2021
É uma honra pra mim ter conhecido e convivido com a Ir Helena, sou ex aluna do CPPS, e estou muito feliz com essa crônica que retrata a linda história da Ir Helena. Parabéns ????????????????
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Cristina Cabral comentou:
02/01/2021
Tenho orgulho de ter sido aluna da Irmã Helena. Antes da pandemia fazíamos visitas às irmãs do Colegio. Por hora não estamos podendo realizar encontros e participar das missas.
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Felipe Martins comentou:
02/01/2021
Porra bicho, se o Michiles não pôde fazer um filme com ela até hoje, eu que vou fazer com ela ainda em vida, pois adorei a história. É muito importante para memória da cidade reviver e conhecer essa personagem! Eu mesmo não conhecia e quero muito fazer, estou Manaus, me bota em contato com ela! Feliz Ano Novo
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Ferreira Sobrinho comentou:
02/01/2021
Irmã Helena nunca quis se promover. Infelizmente pessoas sem escrúpulos se achegavam a ela com esse intuito. Prova disso foi ela nunca ter disputado um cargo político . Naquela época teria sido eleita , sem sombras de dúvidas. É minha vizinha próximo ao convento , está com idade avançada e sem nada de bens material pelo empenho do seu trabalho pelos necessitados.
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Edilma Pantoja comentou:
02/01/2021
Q mulher maravilhosa! Coragem e valentia.
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Sergio Freitas comentou:
02/01/2021
Mulher de guerra. Não se intimidava com nada e com ninguém .
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Aurelio Michiles comentou:
02/01/2021
Que personagem instigante, hein? Refiro-me a irmã Helena-Vilma, descendentes dos barbadianos. Estou pesquisando sobre a Cabanagem e tem um personagem “Diamante”, negro que fugindo das perseguições no Haiti pos -revolucionário vai dar em Belém, Manaus e engaja-se na luta durante a Cabanagem...
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Márcia L. Vásquez comentou:
02/01/2021
Que mulher maravilinda amei saber da história dela sobre os bairros que ela ajudou a construir em Manaus
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Vale MichelleSouza comentou:
02/01/2021
Eu a visitei ano passado. Esse ano por conta da Covid-19 não podemos mais entrar e fazer visita porque são todas idosas. Ela gosta muito de conversar, mostrar as fotos.
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Azamor Nascimento comentou:
03/01/2021
Lindo de mais essa História deveria vira um filme,vcs tem noção agente no século 21 ainda ter em mãos essa história, diamante a ser lapidado parabéns pela linda história que nosso Deus abençoe
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Luiz Sampaio comentou:
02/01/2021
Lindo texto...a altura da irmã Helena. Parabéns!
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Socorro Araújo (via FB) comentou:
02/01/2021
Não ligue pra nada que esse gado do Gabinete do ódio fala. Isso tudo é cria do miliciano criminoso que infelizmente é presidente do nosso país. Sofreram lavagem cerebral e fazem tudo que seu mestre mandou. Esse aí é BOLSOMINIUS. busco o diálogo sempre mas o sujeito não aguenta e vomita seu ódio.
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Fran Salles comentou:
02/01/2021
Amo esta mulher guerreira, ouvi muitas palestras com ela
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Nina Laredo Pinto (via FB) comentou:
02/01/2021
Carinha de santa mas de santa não tinha nada! Quem conhece que compre!
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Manuela Carneiro da Cunha comentou:
02/01/2021
Vilma e Helena, que bom que vocês existem e que Bessa conta a história!
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Francisco Carlos comentou:
02/01/2021
Excelente crônica desta cidade de Manaus. Fatos desconhecidos pela maioria de nós que acompanhávamos estes acontecimentos pelos somente jornais da época, que quase sempre exploravam o lado negativo.
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Neila Gomes dos Santos comentou:
02/01/2021
Um pessoa cheia de mística, lúcida. Nas suas palavras, muito ensinamentos. Sábia
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Mari Weigert comentou:
02/01/2021
Que maravilhosa história Bessa. Que linda a atuação de irmã Vilma/Helena guerreira bons tempos da Pastoral da Terra. Você é uma voz necessária para manter viva a memória histórica di Amazonas. Parabéns adoro teus artigos.
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Celeste Correa comentou:
02/01/2021
Que homenagem belíssima! Homenagem às várias mulheres que existem nessa grande mulher. A Irmã Helena, para nós, a Irmã Vilma, é uma história viva da qual tu e nós fizemos parte por um tempo. Ela nos orgulha demais pelas várias mulheres que a constituem. Imagina na década de 70, mulher, negra e enfrentando o poder econômico da época...super desafiador. E ela resistiu bravamente, talvez porque a vida dela já fosse de resistência. O Taquiprati nos enche de orgulho. Parabéns, Babá! Essa linda estória nos revigora e nos encoraja para esse novo ano que estamos iniciando. Que possamos nos alimentar dessa coragem e dessa força da nossa querida Irmã Vilma/Helena. Feliz 2021! Ninguém solta a mão de ninguém, mesmo que distantes.
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Débora Reina comentou:
02/01/2021
Maravilhosa história, professor Bessa! Recomendo a leitura aos amigos
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Ana Lima Do Giva Crvg comentou:
02/01/2021
Admirei esse mulher e admiro..sua coragem e persistência..quem a chamam de bandida e outros nomes desreipetosos deve num saber e nem conhecer sua luta.. Uma mulher de fibra
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Silas Cerquinho Martins comentou:
02/01/2021
Não tem como não ser esquerda num país como o nosso
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Roger Holmes II comentou:
02/01/2021
O novo Israel deve muito a ela, tive a honra de se carregado em seu colo na época de distribuição de terreno, minha mãe a conhecia. Isso em meados de 1986/87, e ainda foi ameaçada de morte. Pra quem não sabe o bairro novo Israel era um matadouro e a irmã Helena ficava em choque quando encontravam ossadas espalhadas.
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Jane Cleta (via FB) comentou:
02/01/2021
Conheço a Helena muito próxima da minha família tenho lembranças muito forte da minha mãe CLETA e irmã Helena juntas lutando por moradia para os menos favorecidos, muitas vezes eu ia junto cm elas e era uma luta muito difícil, mas sempre no final ela conseguia ,aos troncos e barrancos fugindo sempre da polícia que o perseguiram sempre.
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Otoni Moreira de Mesquita comentou:
02/01/2021
Lembro dela, no ICHL, na segunda metade dos anos 70. Uma heroina na luta pela habitaçao popular.
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Moabe Braga do Nascimento comentou:
02/01/2021
Muito lindo e parabéns ao Manaus de Antigamente, pelo belo trabalho informativo e que nunca deixa morrer as história da Nossa Linda e Abandonada cidade , pelos maus políticos que só querem explorar os nossos recursos sem dar a devida importância ao que fomos e somos, como um povo de lutas e glórias. Que história linda irmã Helena e Vilma sempre sejam divulgadas e que orgulho tenho de ser Manaura. Parabéns pelo belo trabalho sou Super Fã de vocês. Que Deus os abençoe ricamente.
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Monte Rey Walter comentou:
02/01/2021
Ela fez parte da campanha de AMAZONINO, que estimulou a vinda de imigrantes a "TERRA PROMETIDA" ( Repleto de empregos na ZFM ), aumentando o índice de criminalidade e a POPULAÇÃO carcerária, devido ao fiasco dos empregos, DAÍ MIGRARAM para a CRIMINALIDADE, estigmatizando os paraenses a tal "má fama". ELA FOI TENTÁCULO dos ESPECULADORES de TERRA, como UMA AUTÊNTICA GRILEIRA.
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Analia Eyer comentou:
02/01/2021
Monte Rey Walter , com certeza, lucrou muito com as invasões de terras alheias!
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Fernando Sautelo (via FB) comentou:
02/01/2021
Hoje o IBGE diz que 14% dos país de família estão desempregados, fora os que nem tentam mais procurar trabalho. Dentre os trabalhadores grande parte ganha um salário mínimo do qual sai descontos (INSS e FGTS), chega na mão do pobre menos de 900 limpo. Daí quem não tem casa tem que pagar aluguel, rancho, água, luz, se não tiver empréstimos pra descontar em folha. Se o dinheiro suprir todas essas necessidade já é um milagre. Sou de direita, mas como nessas condições um pai de família vai conseguir uma casa se não houver apoio do gover ou outro meio? O governo faz muito aquem da necessidade, lógico que as pessoas tem que se conscientizar e evitar formar família em condições precarias, mas por isso muitos recorrem a esses métodos ilegais, mas que atende ao desespero de muitos. Infelizmente muitos se aproveitam tb. A coisa é complexa e não simples como alguns querem colocar, normalmente quem pensa assim tem um belo teto sobre sua cabeça, mas infelizmente falta pra muitos.
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Manaus de Antigamente comentou:
02/01/2021
Fernando Sautelo para ter consciência sobre as reais dificuldades da população carente você não precisa ter posicionamento político de direita ou de esquerda. Você precisa apenas ter uma facilidade para elaborar leitura de mundo. As postagens aqui são apenas par relembrar momentos do passado e dialogar o que podemos mudar para evitar catástrofes no futuro
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Tatiana comentou:
02/01/2021
Gratidão pelo texto e também pela indicação da leitura da minha Tese.
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Orlando comentou:
02/01/2021
Querido Bessa, como é bom saber quem está conosco na trincheira! Forte abraço e Feliz ano novo!
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Emanuel Altamor comentou:
02/01/2021
Irmã Helena também muito contribuiu com a consolidação das comunidades eclesiais de base em Manaus e em diversas cidades do interior do Amazonas. Cito Itacoatiara que, com o carisma de D. Jorge Marskell e a experiência de Irmã repercutiu nos diversos bairros da cidade. Você está de parabéns por mais esta célebre memória.
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Romildo Moura comentou:
02/01/2021
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Paulo Brito (via FB) comentou:
02/01/2021
Não interessa. O texto está bem escrito, o autor está de parabéns. Se ela era subversiva, dane-se, li uma bela "história" com "h".
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Celso Seixas comentou:
02/01/2021
Eu também tive a irmã Wilma como minha professora. Fui expulso do COLÉGIO APARECIDA por que revidei um tapa que ela me deu.
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José Domingos Sousa comentou:
02/01/2021
Excelente! Um grande reconhecimento em anos duros de preconceito, discriminação não só racial como, e principalmente, social. Essa discriminação social hoje se disfarça atrás da palavra racismo.
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Jose Bulcao comentou:
02/01/2021
Professor, suas crônicas, sempre poéticas, sempre tão verdadeiras, são um sopro de esperança e beleza para nos inspirar nesse início de 2021. Obrigado!
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Fátima Morado (via FB) comentou:
02/01/2021
Que beleza, Professor. Adorei conhecê-la
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Olga Coelho comentou:
02/01/2021
Que emoção! Obrigada, Bessa!
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Flávio Leal comentou:
02/01/2021
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Ivânia Neves (via FB) comentou:
02/01/2021
Irmã Helena me lembrou muito da dona Fiota, da Verônica Tembé, da minha avó materna... mulheres determinadas, que fizeram e fazem diferença.
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Cilene Victor comentou:
02/01/2021
Que privilégio ter sido aluno e professor de uma mulher tão valente. Belíssimo texto!
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Luciana Galante (via FB) comentou:
02/01/2021
Que trajetória linda e que belo texto!
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Joaquim Barbosa comentou:
02/01/2021
Texto lindo, professor José Bessa. Ir.Helena foi minha colega de trabalho em Santarém, no Colégio São Raimundo Nonato. Sempre com um sorriso contagiante, entrava na sala de aula para ministrar ensino religioso, cantando, "Amai-vos uns aos outros como vos amei..." E repetia: "Amai-vos, Amai-vos, como vos amei". Que os anos sejam longos a essa mulher corajosa e de grande valor. E obrigado pelo texto...
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Kelly Taylor Silver Taylor comentou:
02/01/2021
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Kelly Taylor Silver Taylor comentou:
02/01/2021
Estive lá no Colégio Preciosíssimo Sangue, na Constantino Neri, há dois anos e a vi lá.... Comendo manga Espero que esteja bem com a Graça de Deus.
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Wilton Neves comentou:
02/01/2021
Romantizaram a irmã Helena, que na verdade promovia invasões de terra em conjunto com os grileiros e fomentou a vinda de milhares de paraenses, dando origem aos bairros caóticos sa ZL, tendo como cúmplice o Amazonino.
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Adriano Costa Dos Santos (via FB) comentou:
02/01/2021
Conheci essa guerreira quando eu tinha 5 anos, na época da invasão Sasa Mutema, hoje conhecido como: bairro do Zumbi. Era mulher, macha !
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Terezinha De Jesus Soares (via FB) comentou:
02/01/2021
Outro dia alguém postou a foto da irmã Helena. Pelos comentários dá pra ver que pouco mudou no entendimento das diferenças sociais. Muitos ainda necessitam de uma boa irmã Helena para reclamar por seus direitos.
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Lilian Souza Unique Hair (via FB) comentou:
02/01/2021
Q história linda, seria tão importante isso ser passado nas escolas, para q os moradores cuidem melhor das coisas dos lugares que é de todos. E mais q td isso para q os novos saibam da história de luta foi para chegar no que é hj...
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Lucas Medeiros Pimentel (via FB) comentou:
02/01/2021
Graças ao trabalho dela que era somente invadir e pilhar terras alheias , que Manaus hoje ea zona que é principalmente as zonas leste e norte , os cabeça de caixa d' agua, venezuelanos , pessoal da terra do Sarney, e o pessoal fã do calypso . Ela é da mesma laia do frei Beto, Marina Silva , Julio Lancelotti e outros que nada produzem e querem oque é dos outros
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Geraldo Kramer (via FB) comentou:
02/01/2021
Conheci a Irmã Helena Uma mulher guerreira, milhares de pessoas de Manaus hoje tem um teto para morar graças a ela Deus dê longa vida à ela
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Fêzoka Alves (via FB) comentou:
02/01/2021
Eu a conheci de perto também na infância ,e graças à valentia dessa mulher tirou a minha mãe da vida de humilhação de morar de favor nas casas dos outros, podem chama lá do que quiserem, porque o governo como sempre nunca se importou com o povo mais pobre, adoram criticar mas ela foi a única que conseguiu moradias para muitos, a certeza é que cada pessoa que ela ajudou assim como a minha família, só tem gratidão pelo sua luta, quem não passou o que passamos não tem nem o que opinar
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Fêzoka Alves (via FB) comentou:
02/01/2021
minha mãe quer que eu a leve lá pra ela agradecer pessoalmente pela primeira casa que ela teve na vida
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Socorro Araújo (via FB) comentou:
02/01/2021
Mulher incrível. Maravilhosa. Fez da preocupação com o próximo sua missão. Guerreira como seu povo. Merece todas as homenagens. Respeito também.
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Ulisses Nogueira comentou:
02/01/2021
Merece ter o nome dado a um bairro, um centro de assistência social. Uma grande pessoa.
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Gilmar Neves comentou:
02/01/2021
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Chayco Castilho comentou:
02/01/2021
Conheci está linda mulher de coração puro, mulher guerreira que lutou para que várias famílias pudessem ter um lar !
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Elourdie Macena Corrêa comentou:
02/01/2021
Excelente matéria sobre a vida pessoal e profissional da Ir. Helena. Eu a conheci de perto, quando fui estagiária do Plimec, no bairro de Educandos, onde ela era Assistente Social e Coordenadora Adjunta. Foram anos de grandes aprendizados. Boas lembranças.
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Harley Lima Moraes (via FB) comentou:
02/01/2021
Eu conheci ela em 1986 no São José logo quando o Zumbi estava surgindo
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Dodora Barreto comentou:
02/01/2021
Ela ainda viva no convento e muito lúcida
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Socorro Ventura (via FB) comentou:
02/01/2021
Irmã Helena guerreira maravilhosa que tive a honra de conhecer . Infelizmente muitos se aproveitaram da bondade dela. Ela esteve na África também quando saiu de Manaus, e me falou que viu a guerra de perto. Eu estava trabalhando no CAIMe e ela foi fazer uma consulta e teve que fazer um exame no Francisca Mendes e eu a acompanhei. A recepção estava cheia de gente falando e nós entramos e as pessoas olharam para ela e o barulho foi diminuindo e todos calaram. Aí começaram os sussuros ... "é ela"? Perguntavam e de repente alguém falou mais alto "É a irmã Helena "e as pessoas a cercaram para falar com ela , e ela lembrava os nomes, os nomes dos filhos e perguntava de ainda estavam morando na mesma ocupaçã o . Foi emocionante ver o amor e respeito deles por ela. PS: trabalhei na Secretaria Fundiária com ela. Não diretamente, foi onde a conheci.
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Mailsa Passos comentou:
02/01/2021
Que história importante de ser contada, Bessa!! Que pessoa Irmã Vilma/Helena! Parabéns pela crônica!
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Iraides Staciarini comentou:
02/01/2021
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Tadeu Veiga (via FB) comentou:
02/01/2021
José Bessa começa o ano com uma bela história de vida
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Ana Paula Artaxo comentou:
02/01/2021
Eu não queria morrer sem dar um abraço na Irmã Helena. Quando tudo isso passar e eu puder voltar a Manaus, tentarei ir a Manacapuru, caso consiga me comunicar com ela. Linda homenagem do TaquiPraTi
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Ana Silva comentou:
02/01/2021
Linda e inspiradora história - excelente para começarmos 2021!
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