CRÔNICAS

EM BUSCA DOS PARENTES MORTOS EM PARIS (Versión en español - El Orejiverde))

Em: 03 de Julho de 2016 Visualizações: 5959
EM BUSCA DOS PARENTES MORTOS EM PARIS (Versión en español - El Orejiverde))

Numa ladeira tortuosa da ala sul do Cemitério Père Lachaise, em Paris, estão enterrados muitos "indigentes". Entre eles, na Quadra 56, três amazonenses, "barões da borracha" falidos, que morreram na capital francesa na maior pindaíba, arruinados com a crise de 1914 depois de gastar a fortuna em orgias dignas da dupla Cabral-Cavendish. Os seus nomes sequer são legíveis e só sabemos que as sepulturas pertencem a herdeiros dos donos de seringais graças às informações da historiadora da Universidade do Pará, Rosa Acevedo, com quem visitei as tumbas no inverno de 1982.
A neve cobria os túmulos de conhecidos representantes das ciências e das artes, de Molière a Edith Piaf, passando por Victor Hugo, Augusto Comte, Chopin, Sarah Bernhardt, Isadora Duncan, Oscar Wilde, Allan Kardec e tantos outros, cujos admiradores periodicamente colocam flores e até pagam a limpeza das sepulturas. A cova dos "barões da borracha", no verão cobertas de mato, naquele inverno estavam com lama e neve.
Sentiriam frio aqueles ossos que chocalharam um dia pela Av. Eduardo Ribeiro em Manaus e logo depois pelo Boulevard Saint-Michel, esbanjando em curto tempo a fortuna acumulada com a exploração da força de trabalho de nordestinos, cabocos e índios e com negociatas escusas regadas à propinas? Apesar disso, em gesto de desonesta e provinciana comiseração, transferiria eu camélias de um túmulo rico para adornar as sepulturas dos três infelizes, que não têm quem lhes acenda uma vela? 
No cemitério

Não. A coroa de flores que eu queria depositar era no jazigo de três outros conterrâneos amazônidas, que morreram em Paris num sábado primaveril, 4 de maio de 1613, após rigoroso inverno, mas não foram sepultados no Père Lachaise. Eles morreram de frio e de solidão no meio de espantosas alucinações e crise de identidade, depois de batizados in extremis com nomes cristãos: Manen, o Anthoine, Patuá, o Jacques e Carypyra, o François. Faziam parte da comitiva de seis índios levados pelos franceses de São Luís do Maranhão a Paris, três dos quais sobreviveram.
O perfil e a biografia de cada um foi desenhado a bico de pena nas crônicas dos capuchinhos Claude D´Abbeville e Yves D´Evreux, que viveram em São Luís. Manen, um deles, nasceu num dia qualquer de 1593, em Renary, aldeia do rio Pará. Nacionalidade: Tupi. Sinais particulares: "cabelos longos e lisos, voz doce e suave, humor fácil, temperamento cordial, afável e brincalhão". Causa mortis: febre ardente e inexplicável, com paralisia das duas mãos. 
Anthoine Manen foi enterrado com o hábito de São Francisco no próprio convento dos Capuchinhos, na Rua Saint-Honoré, em Paris, num solene funeral após intenso sofrimento, como nos conta D´Abbeville. Agora, eu só podia levar-lhe flores se localizasse o tal convento. Propus, então, ao antropólogo Renato Athias, que trabalhou no Rio Negro e fazia seu doutorado na França, um rastreamento da área.
Realizamos juntos peregrinação pela Rua Saint-Honoré e pelo Faubourg do mesmo nome. Percorremos de um extremo ao outro, prédio por prédio. Passamos por butiques de renome, lojas chiques de perfumes e cosméticos, joalherias, galerias de arte, restaurantes, salões de beleza, livrarias e até a igreja de São Roque, mas nenhum sinal do convento capuchinho. Não desistimos. Procuramos a residência da congregação em outro bairro, na Rue Boissonade. Lá, ninguém sabia de nada, mas nos deram o telefone em Marselha do historiador da Congregação.
Nas catacumbas
- Alô. Estou procurando um parente meu enterrado no vosso convento - eu disse ao padre Jean Mauzaize, um velhinho simpático cujo nome de congregação é Raoul de Sceaux, autor de uma história dos frades menores da Província de Paris.
Ele informou o local exato do convento próximo ao ângulo da Rua de Castiglione, mas confirmou sua demolição em 1804. Explicou que até o século XVII, quando não havia cemitérios públicos, cada convento tinha o seu privado, dividido por paróquias. Por medidas sanitárias, a Revolução Francesa acabou com todos eles e transferiu os ossos, incluindo os dos índios, para as Catacumbas de Paris em Denfert Rochereau, que recebe visitas no terceiro sábado de cada mês.
Num sábado, lá vou eu e outra amazonense Marilza de Melo Foucher buscar nossos parentes. Descemos enorme escadaria, caminhamos por um túnel comprido, sombrio e úmido com painéis explicativos, atravessamos uma porta metálica do Ossuário Municipal, passamos por um portal com a inscrição que recomenda o visitante parar porque "É aqui o Império da Morte". Não paramos. Mais adiante, uma placa genérica informa que ali estão as ossadas do convento dos Capuchinhos transferidas no dia 29 de março de 1804.

- Encontramos - eu comemorei.

Não foi possível, porém, comprovar o achado. O painel menciona os restos de Santo Ovídio e de outros mortos ilustres, mas omite qualquer registro de Manen, Patuá e Carypyra que lá estão, como sabemos, cobertos pelo pó, o esquecimento e o silêncio. A expressão "memória subterrânea" desenvolvida por Michael Pollak ganha outra dimensão lá embaixo, nas Catacumbas de Paris, um monumento oficial consagrado à história, um lugar de memória que apagou a lembrança das minorias excluídas e marginalizadas.
Urubu na carniça
O que esses índios foram fazer em Paris? D´Abbeville confesa claramente que o objetivo era consolidar a aliança dos franceses com os Tupinambá do Maranhão, na luta contra os portugueses pela ocupação do território. Por isso, os seis índios foram recebidos em "acolhida triunfal e com salvas de canhão", num espetáculo publicitário que pretendia recrutar novos colonos e arrancar uma ajuda de 20 mil escudos da rainha Maria de Medicis para as missões.
Os três sobreviventes - Itapucu batizado como Louis Marie, Uaruajó como Louis Henry e Japuaí como Louis de Saint-Jean - no dia da cerimônia de batismo desfilaram pelas ruas de Paris, em grande pompa, ao lado de Maria de Medicis e de Luis XIII, ainda adolescente, seus padrinhos no ritual celebrado pelo próprio arcebispo de Paris. Eles se chamaram todos Luís, como seu padrinho, a fim de "tornar familiar o nome do rei para os índios de sua tribo". 
A cerimônia começou às 16 horas do dia 24 de junho de 1613 com uma enorme multidão concentrada desde cedo. Centenas de soldados armados foram mobilizados às pressas para guarnecer os portões do convento e impedir que o povo os derrubasse para ver o "espetáculo" caracterizado pelo luxo e a badalação: tapetes de seda ornados de ouro, pia batismal de prata e esmalte dourado, colchas de tafetá e índios com vestidos de seda.
Os outros três índios que morreram, em sua agonia, tiveram alucinações. Um deles, no leito de morte, viu uma enorme quantidade de urubus negros, que bicavam o seu corpo como se fosse carniça podre. O outro, escondido debaixo do lençol, sonhou com índios que o ameaçavam de morte se ele aceitasse o batismo e renegasse sua cultura. Os capuchinhos não entenderam bulhufas. O frei D´Abbeville narra tais visões que interpreta como tentações do capiroto na disputa por aquelas almas. Os frades sapecaram água benta para afastar o Tinhoso. Os índios morreram, mas como cristãos - se vangloria  o padre.
A trajetória dos donos de seringal na França, assim como os índios batizados e mortos são fios soltos que nos levam a refletir sobre a necessidade de reelaborar a História do Brasil ensinada em nossas escolas.

 

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EL OREJIVERDE - DIARIO DE LOS PUEBLOS INDIGENAS
Edición digital nº +374 - 20 Jul 2016 - 14:11:

MANEN, PATUÁ Y CARYPYRA ENTRE EL OLVIDO Y EL SILENCIO


EN 1613 TRES TUPI FUERON ENTERRADOS EN PARÍS BAJO TUMBAS SIN NOMBRE. ESTA CRÓNICA RECREA UNA BÚSQUEDA POR HALLARLOS EN MEDIO DEL BARRO Y LA NIEVE

 

José Ribamar Bessa Freire - Diario do Amazonas


En una ladera sinuosa del ala sur del Cementerio Père Lachaise, en Paris, están enterrados muchos "indigentes". Entre ellos, en la Cuadra 56, tres amazonenses, "barones del caucho" empobrecidos, que murieron en la capital francesa en la mayor indigencia, arruinados con la crisis de 1914 después de orgías como las del último gobernador de Rio con un empresario, investigados  por la policía por corrupción. Sus nombres no son ni siquiera legibles y solamente sabemos que las sepulturas pertenecen a herederos de los dueños de campos de producción de caucho gracias a las informaciones de la historiadora de la Universidad de Pará, Rosa Acevedo, con quien visité las tumbas en el invierno de 1982.
La nieve cubría los túmulos de conocidos representantes de las ciencias y de artes, de Molière a Edith Piaf, pasando por Víctor Hugo, Augusto Comte, Chopin, Sarah Bernhardt, Isadora Duncan, Oscar Wilde, Allan Kardec y tantos otros, cuyos admiradores periódicamente colocan flores y  pagan la limpieza de las sepulturas. La sepultura de los "barones del caucho”, en verano cubierta de hierbas, en aquel invierno estaba con barro y nieve.
¿Sentirían frío aquellos huesos que se menearon un día por la Av. Eduardo Ribeiro en Manaos y luego después por el Boulevard Saint-Michel, derrochando en poco tiempo la fortuna acumulada explotando la fuerza de trabajo de nordestinos, mestizos e indios, así como con negocios oscuros regados con sobornos? A pesar de eso, en un gesto de deshonesta y provinciana compasión, ¿sería yo capaz de transferir camelias de un túmulo rico para adornar las sepulturas de los tres infelices, que no tienen quien les prenda una vela? 
En el cementerio
No. Lo que quería era depositar la corona de flores en la tumba de otros tres coterráneos amazónicos, que murieron en París un sábado primaveral, 4 de mayo de 1613, después de un riguroso invierno, pero no fueron sepultados en el Père Lachaise. Murieron de frío y de soledad en medio de espantosas alucinaciones y crisis de identidad, después de recibir el bautizo in extremis con nombres cristianos: Manen: Anthoine, Patuá: Jacques y Carypyra: François. Hacían parte de la comitiva de seis indios que los franceses habían llevado de San Luis del Maranhão a Paris, tres de los cuales sobrevivieron.
Claude D´Abbeville e Yves D´Evreux, que vivieron en São Luís, presentaron en sus crónicas la biografía y el perfil de cada uno retratado en dibujo con pluma fuente . Manen, uno de ellos, nació un día cualquiera de 1593, en Renary, aldea del río Pará. Nacionalidad: Tupí. Señales particulares: "cabellos largos y lacios, voz dulce y suave, humor fácil, temperamento cordial, afable y juguetón". Causa mortis: fiebre ardiente e inexplicable, con parálisis en las dos manos.
Anthoine Manen fue enterrado con el hábito de San Francisco en el propio convento de los Capuchinos, en la calle Saint-Honoré, en Paris, en un solemne funeral después de intenso sufrimiento, como nos cuenta D´Abbeville. Ahora, yo solamente podría llevarle flores si localizase ese tal convento. Le propuse entonces al antropólogo Renato Athias, que trabajó en el Rio Negro y cursaba su doctorado en Francia, seguir el rastro en el área.
Realizamos juntos una peregrinación por la calle Saint-Honoré y por el Faubourg del mismo nombre. Recorrimos de un extremo a otro, edificio por edificio. Pasamos por boutiques de renombre, tiendas chic de perfumes y cosméticos, joyerías, galerías de arte, restaurantes, salones de belleza, librerías hasta la iglesia de San Roque, sin ninguna señal del convento capuchino. No desistimos. Buscamos la residencia de la congregación en otro barrio, en la calle Boissonade. Allí nadie sabía nada, pero nos dieron el teléfono del historiador de la Congregación en Marsella.
En las catacumbas
- Aló. Estoy buscando un pariente mío enterrado en vuestro convento - le dije al padre Jean Mauzaize, un viejito simpático cuyo nombre de congregación es Raoul de Sceaux, autor de una historia de los frailes menores de la Provincia de Paris.
Nos informó el local exacto del convento próximo al ángulo de la calle de Castiglione, pero confirmó su demolición en 1804. Explicó que hasta el  siglo XVII, cuando no había cementerios públicos, cada convento tenía el suyo privado, dividido por parroquias. Por medidas sanitarias, la Revolución Francesa acabó con todos y transfirió los huesos, incluyendo los de los indios, para las Catacumbas de Paris en Denfert Rochereau, que recibe visitas el tercer sábado de cada mes.
Un sábado, allá voy yo con otra amazonense Marilza de Melo Foucher  en busca de nuestros parientes. Bajamos una enorme escalera, caminamos por un túnel largo, sombrío y húmedo con avisos explicativos, atravesamos una puerta metálica del Osario Municipal, pasamos por un portal con un aviso que recomienda al visitante que se detenga porque "Aquí comienza el Imperio de la Muerte". No paramos. Más adelante, una placa genérica informa que allí está la osamenta del convento de los Capuchinos transferida el día 29 de marzo de 1804. – Los encontramos - conmemoré.
Sin embargo no era posible comprobarlo. El aviso menciona los restos de Santo Ovidio y de otros muertos ilustres, pero omite cualquier registro de Manen, Patuá y Carypyra que allí están, como sabemos, cubiertos por el polvo, el olvido y el silencio. La expresión "memoria subterránea" propuesta por Michael Pollak gana otra dimensión allí debajo, en las Catacumbas de Paris, un monumento oficial consagrado a la historia, un lugar de memoria que apagó el recuerdo de las minorías excluidas y marginalizadas.
Gallinazo en la carroña
¿Qué es lo que esos indios fueron a hacer en Paris? D´Abbeville confiesa claramente que el objetivo era consolidar la alianza de los franceses con los Tupinambá del Maranhão, en la lucha contra los portugueses por la ocupación del territorio. Por eso, los seis indios fueron recibidos en "acogida triunfal y con salvas de cañón, en un espectáculo publicitario que pretendía reclutar nuevos colonos y arrancar una ayuda de 20 mil escudos de la reina María de Médicis para las misiones.
Los tres sobrevivientes - Itapucu bautizado como Louis Marie, Uaruajó como Louis Henry y Japuaí como Louis de Saint-Jean - el día de la ceremonia de bautismo desfilaron por las calles de Paris, con gran pompa, al lado de María de Médicis y de Luis XIII, adolescente, sus padrinos en el ritual celebrado por el propio arzobispo de Paris. Todos ellos se llamaron Luis, como su padrino, a fin de "tornar familiar el nombre del rey entre los indios de su tribu".
La ceremonia comenzó a las 16 horas del día 24 de junio de 1613 con una enorme multitud concentrada desde temprano. Centenas de soldados armados se movilizaron  con urgencia para proteger las puertas del convento e impedir que el público las derrumbasen para ver el "espectáculo" festivo caracterizado por el lujo: tapetes de seda decorados con oro, pila bautismal de plata y esmalte dorado, colchas de tafetán e indios con vestidos de seda.
Los otros tres indios que murieron, en su agonía, tuvieron alucinaciones. Uno de ellos, en el lecho de muerte, vio una enorme cantidad de gallinazos negros que picaban su cuerpo como si fuera carroña putrefacta. El otro, escondido debajo de la sábana, soñó con indios que amenazaban matarlo si aceptase el bautismo y renegase su cultura. Los capuchinos no entendieron nada. El fraile D´Abbeville narra tales visiones que interpreta como tentaciones del demonio en disputa por aquellas almas. Los frailes salpicaron agua bendita para rechazar a Satanás. Los indios murieron, pero como cristianos - se vanagloria  el padre.
La trayectoria de los exportadores de caucho en Amazonas, así como la de los indios bautizados y muertos en Francia constituyen hilos sueltos que nos llevan a reflexionar sobre la necesidad de reelaborar la Historia de Brasil que se enseña en nuestras escuelas.

EL OREJIVERDE - http://www.elorejiverde.com/el-don-de-la-palabra/1541-manen-patua-y-carypyra-entre-el-olvido-y-el-silencio

 

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14 Comentário(s)

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Ana Silva comentou:
08/07/2016
Professor Bessa, adorei caminhar (através de suas linhas) pelas ruas de Paris com os Tupi. Então, foi assim que o senhor encontrou os restos mortais dos Tupi? (Risos) Em um cemitério com tantos famosos, os índios também poderiam figurar entre as personalidades - o senhor tem razão. Afinal, a história desses embaixadores Tupi na frança é bastante singular e merece ser divulgada.. Pena não ter nenhuma indicação sobre os restos mortais deles.
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Juarez Silva (Manaus) comentou:
06/07/2016
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Aurelio Muchilles comentou:
03/07/2016
Muito bom essa tua crônica, sobretudo pelo cruzamento com os falidos \"barões da borracha\". Recordei da \"Catarina Paraguassu\" levada a corte francesa e lá morreu de frio e banzo. Fato relatado por Afonso Arinos de Melo Franco - \"O índio brasileiro e a revolução francesa\".
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Alfredo Mario Lopes comentou:
03/07/2016
Arqueologia da memória amazônica - a verdade de nossa identidade - que a literatura histórica do país ignora. Grande Babá!
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Anne-Marie comentou:
05/07/2016
E uma verdade sombria que a memória francesa ignora mais ainda. Tive uma infância francesa e nunca na escola ouvi falar dos índios das Américas (e negros da África) levados à França como \"peçaspublicitárias\". Mas aprendi nos meus manuais (anos 50 e 60) a \"grande obra civilizatória\" da França naquelas terras. A guerra da Argélia abriu meus olhos. Bem tarde, na verdade.
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Susana Grillo comentou:
03/07/2016
Bessa, suas pesquisas e análises são fantásticas... me lembrei da narrativa de outro desses deslocamentos em Vinte Luas da Leyla Perrone. Um grande abraço
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Jose Rincon Ferreira (via FB) comentou:
03/07/2016
E assim são as fontes auxiliares da história . Obrigado amigo Jose José Bessa.
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Vera Maria comentou:
03/07/2016
Excelente reportagem, que apruma o fio de nossa combalida História. Obrigada. Vera
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Francisco Souto Neto comentou:
03/07/2016
Caro José Ribamar! Impressionante sua jornada pelos caminhos do Père-Lachaise e pelas misteriosas catacumbas de Paris. Em ambos os casos, histórias inimagináveis envolvendo brasileiros, “les riches et les pauvres”. Obrigado por trazer de volta à luz esses casos tristes, mas de certo modo até pitorescos, que estavam esquecidos pela História. Um abraço.
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Marcia Mello (via FB) comentou:
02/07/2016
beleza José Bessa ! gostei muito da história dos índios. Mas e os nomes dos esquecidos barões da borracha?
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Lucy Fseki (via FB) comentou:
02/07/2016
Muito importante recuperar a história de pelo menos alguns. Com frequência me lembro de um botocudo levado por Wied Neuvied à Alemanha.
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Ana Stanislaw comentou:
02/07/2016
Genial, viva os índios e a história indígena! Adorei o texto Bessa!
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Luiza Nascimento (VIA fb) comentou:
02/07/2016
SERGIO CABRAL era presidente da ALERJ deu ordem para a PM expulsar os FUNCIONÁRIOS DO BANERJ. Estavam lutando por seus direitos. A PRIVATIZAÇÃO interessava a ele, FHC e ITAU Muitos apanharam e sofrem a dor moral até hoje!
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Raymisson Mendes (via FB) comentou:
02/07/2016
Raymisson Mendes Mergulhei na história! Parabéns pelo rico e incansável trabalho. O senhor, mesmo sem conhecê-lo pessoalmente, é um orgulho para essa família.
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