CRÔNICAS

DERSU UZALA NA COPA

Em: 22 de Junho de 2014
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No futebol “a bola é um reles, um ridículo detalhe” – escreve Nelson Rodrigues, para quem o que interessa é “o ser humano por trás da bola”. O que está em jogo no gramado, portanto, “não é a diversão lúdica, mas a complexidade da existência”. Se for assim, se Nelson tem razão como quer o cronista Joaquim Ferreira dos Santos, então o campeão mundial da Copa já é o Japão, que deu um show de vida lá na Arena Pernambuco contra a Costa do Marfim e, depois, na Arena das Dunas, em Natal, contra a Grécia.
O Japão perdeu um jogo e empatou o outro dentro do campo, mas nas arquibancadas ganhou os dois de 10 x 0. As imagens reproduzidas nas redes sociais não deixam dúvidas. Enquanto torcedores do Brasil e de outros países se retiravam dos estádios, deixando montanhas de lixo, sem sequer olhar para trás, os japoneses recolhiam discretamente garrafas e copos de plástico, papel, bandejinhas de isopor, latas de cervejas e de refrigerantes, canudinhos, restos de alimentos, embalagens usadas, enfim todo lixo produzido por eles.  
Esse gesto civilizatório foi o legado mais eloquente da Copa. Com o exemplo, o japonês ensina ao mundo como tratar com respeito e civilidade o espaço público, como se relacionar com o meio ambiente e com os outros habitantes do planeta. A coleta do lixo, feita em sacos com a imagem impressa do sol nascente, foi uma lição de ética e de cidadania. Lembrei cena antológica de rara beleza do filme Dersu Uzala dirigido pelo cineasta japonês Akira Kurosawa, em 1975, baseado no diário de um capitão russo. Na torcida nipônica – diria Nelson Rodrigues – todos eram Dersu Uzala.
O chibé repartido
O filme conta a história de uma expedição científica do exército tzarista pela bacia do rio Usurri, entre 1902 e 1907, comandada pelo capitão Vladimir Arsenyev, com a finalidade de classificar as espécies existentes nas estepes da Sibéria e realizar trabalhos de topografia. O capitão faz amizade com um caçador nativo, Dersu Uzala, um velho sábio que trata o sol, as estrelas, a água, o fogo, o vento, a neve, as árvores e os animais como pessoas. Tal qual um tcheramoi guarani, ele ouve todas essas “pessoas” que vivem na taiga siberiana – a maior floresta fria do mundo - e conversa com elas. 
Akira Kurosawa vai mostrando como se tece a amizade do capitão russo com o caçador, que lhe serve de guia não apenas pelas montanhas da Mongólia, mas também pelos sendeiros da vida. Depois de uma tempestade de neve, os dois conseguem se refugiar numa cabana no meio da floresta, onde descansam. No dia seguinte, antes de partirem, Dersu, o homem da floresta, abastece o fogão com lenha, separa um pouco de sal e estoca alimentos não perecíveis na cabana. Divide assim o pouco que tem para surpresa do capitão russo, o homem da cidade, que lhe diz:
- Dersu, isso é um desperdício. É inútil deixar mantimentos aqui, nós nunca mais voltaremos a esse lugar.
Quase todo semestre passo esse filme em sala de aula e todas as vezes me comove a cena, quando o caçador, então, explica que não é para eles dois, mas para uma pessoa qualquer, um eventual viajante, desconhecido, que chegue ali cansado e com frio, em busca de abrigo, de calor e de alimento. Compartilhar o pão não necessariamente para retribuir o que eles tinham encontrado, mas pelo prazer da partilha.     
O capitão russo, um homem de ciência, civilizado, com escolaridade, fica no meio do tiroteio, perplexo e dividido entre, de um lado, o princípio da “farinha pouca meu pirão primeiro” que ele traz do mundo urbano e, de outro, o preceito do pirão compartilhado, que é único sinal humano de vida, como canta o poeta Aníbal Beça num haicai: “Apenas num gesto / o homem é capaz de vida - / chibé repartido”.
Não vai haver lixo
A ética da solidariedade, do desprendimento, do pensar no outro está presente tanto no comportamento do velho caçador desescolarizado, que vive no mundo da oralidade e que detém os conhecimentos da vida, quanto na coleta silenciosa do lixo realizada pelos torcedores nipônicos.
O cineasta japonês Akira Kurosawa rodou as cenas de Dersu Uzala em 1974, em condições adversas, depois de haver tentado o suicídio três anos antes, cortando a própria garganta e os pulsos numa forte crise de depressão. Estava desencantado com o ser humano. Nesse contexto, o filme teve o efeito daquele poema de Allen Ginsberg: uma florzinha solitária desabrochando em cima de um monte de merda. É uma reconciliação com a vida, um canto de esperança, que desperta sentimento similar ao provocado pelas imagens dos japoneses coletando o lixo no estádio.
- Eu sou bra-si-lei-ro, com mui-to or-gu-lho, com mui-to a-moooor – grita a nossa torcida embalada para a guerra. Resta saber – isso não é explicitado - do que é que sentimos orgulho. Numa sociedade patriarcal como a brasileira, parasitária, tatuada por quatro séculos de escravidão, estamos acostumados a emporcalhar tudo, ordenando que garis limpem nossa sujeira. Nossas ruas com bueiros entupidos e os banheiros e salas de aula de nossas universidades públicas são testemunhas disso. Lá, o exército do “pessoal de limpeza” trava diariamente uma batalha perdida, registrando o rotundo fracasso da escola.
- Somos milhões em ação. Todos juntos, vamos pra frente, Brasil. Salve a seleção! De repente é aquela corrente pra frente, parece que todo o Brasil deu a mão!
Sem patriotadas, o lema dos japoneses, talvez muito mais significativo do que “não vai haver copa”, foi o silencioso “não vai haver lixo”. A corrente nipônica pra frente nos deu uma lição, que já rendeu os primeiros frutos. Na Fifa Fun Fest segunda-feira, em Copacabana, no Rio, turistas alemães, espelhados no exemplo vindo do Oriente, não apenas recolheram o lixo da praia, mas incentivaram outros frequentadores a ajudá-los.
Esse gesto de extrema delicadeza e refinamento, embora solitário, mostra que civilização não é abrir estradas, construir usinas, erguer pontes e viadutos, fabricar aviões, automóveis e robôs, clonar seres vivos. É saber se relacionar com o outro: gente, planta, animal, meio ambiente. É a qualidade dos gestos que torna a condição humana possível. Enquanto houver alguém juntando o lixo e nos deixando envergonhados de nossa imundície, o mundo não está totalmente perdido. Uma florzinha brota no esterco.

Foi um ato singelo, mas que renova nossas esperanças na espécie humana e no futuro do planeta. A bola, efetivamente, é um reles detalhe. Torcida japonesa, por despertar o Dersu Uzala que existe dentro de cada um de nós, domô arigatô gozaimasu 

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86 Comentário(s)

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josé aranda gabilan comentou:
28/02/2016
Bessa, não sei se você verá este recado. Mas, se o vir, peço-te a grande gentileza de, pro e-mail (gabilan@fahz.com.br), dizer-me onde posso encontrar esse filme legendado. Ficarei eternamente grato ao amigo. Forte abraço m- José Aranda Gabilan.
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jose eduardo comentou:
08/09/2014
não terá comentario a escrita ´´e bela por sí
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Cecilia Ishida comentou:
26/07/2014
Realmente, eh um exemplo de vida a ser seguido, mas para isso, eh preciso formar o ser humano desde o berço, como fazem os japoneses, atraves de gestos e atitudes; na epoca do tsunami em Fukushima, uma policial coreana, encontrou um menino franzino de 8 anos na fila de distribuição de kit para o desjejum; era grande a fila; ela entregou ao pequeno, um lanche que tinha no bolso e disse: vah comendo, pq ateh chegar a sua vez, vai dar tempo; o menino agradeceu e saiu correndo lah para o inicio da fila, colocou o lanche na cesta de distribuição, retornou ao seu lugar e disse: deve ter alguem mais necessitado do que eu. ... Contato de Cecilia Ishida
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Fabio comentou:
14/07/2014
O exemplo que foi dado pela torcida do Japão, deveria ser seguida por habitantes de todo planeta, assim poderíamos ter primeiramente um mundo mais limpo não somente de lixo, mas de exemplo para futuras gerações, e, dessa forma poderíamos ter mais paz, mais justiça, menos delinquência enfim um mundo mais justo e perfeito. Gente com cultura e civilidade é outra coisa. (é bem melhor)
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Calil Daher comentou:
14/07/2014
Envergonhado por meus compatriotas, aplauso os "DERSU USALAS" japoneses que nos dão lição de cidadania até em terrs alheias.
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Emlie comentou:
11/07/2014
Acabei de visitar o Japao em Maio ultimo, realmente e um povo que pensa em nao imcomodar os outros, ninguem deixa lixo ou sujeira em nenhum lugar, nem pense em aproveitar os outros ou tapiar com pagamentos, trocos etc. E um povo que pensam em nao incodmodar o terceiro. Me sinto orgulhosa de ser uma descendente!!
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Jorge Carrano comentou:
10/07/2014
Recebi de meu sobrinho (via e-mail) este texto e apressei-me em vir aqui na fonte, porque me impressionou vivamente. A par da redação escorreita, trás em seu cerne o destaque da honra, da dignidade, do respeito pelo próximo, da civilidade, com pontuais comentários que indicam a cultura geral do seu autor. Se bem entendi trata-se de um professor. Meus parabéns! Propagarei e incentivarei sua repercussão na rede. Respeitosas saudações. Contato de Jorge Carrano
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Magdalena Góes comentou:
10/07/2014
Crônica bonita, comovente, que faz pensar e ter vontade de ser melhor
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Helena comentou:
10/07/2014
Muito menina ainda na escola, eu já ouvia falar da cultura milenar japonesa. Mais tarde minha professora de sociologia exaltava com fervor a grandiosidade dos conhecimentos milenar do Japão. Japoneses vocês marcaram o mais importante GOL dos 100 anos de Seleção Brasileira. Avante BRASILEIROS. Aprendamos a lição e VAMOS CUIDAR MELHOR DO NOSSO BRASIL
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Teruo comentou:
09/07/2014
Pensar sempre no próximo é um ato divino
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Hedy Muxfeldt Superti comentou:
08/07/2014
Esta lição que os Japoneses deram ao povo que assistia os jogos da copa é a mesma lição que muitos de nós praticamos ao redor das nossas casas. Mas ainda são poucos que imitam esta ação ou por machismo, por vergonha de ajuntar um papel na rua, por vergonha de chamar a atenção de alguém que desrespeita a civilidade, por vergonha mesmo de ser relaxado. E os alemães aprenderam logo a lição, por isto e por outras coisas mais, estão na final na disputa pela COPA MUNDIAL..Obrigada pelo exemplo que tivemos... agora é segui-lo !
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ON SALDANHA COSTA comentou:
08/07/2014
solidariedade, respeito e muito amor ao próximo. todos nós somos diferentes em ideias e comportamentos, além de termos distintas impressões digitais, mas temos as mesmas necessidades culturais, econômicas, afetivas e fisiológicas, portanto somos irmãos e irmãs planetários, ignorar tal fato é ignorar a sua própria escuridão mental e espiritual..termos consciência de que nós somos o espelho do outro faz uma enorme diferença para o mundo. gerson s costa costa Contato de ON SALDANHA COSTA
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Raimundinha comentou:
08/07/2014
Uma lição de vida para um povo que espera que tudo lhe caia nas mãos sem trabalho nenhum, estamos numa sociedade onde não se vê o outro, não se vê o meio ambiente, a natureza, parecemos robores em busca de de uma felicidade digital, onde o sentir é supérfluo, o gesto de bondade, solidariedade é inexistente, as famílias não se comprometem com seus idosos como como na minha geração, meus pais tiveram todo o nosso amor e acompanhamento na velhice e nós como será? as vezes me veem essa indagação, valemos o que pesamos não em termos de gordura corporal mais de conta bancária, de poder e não de ser.
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Dalberto comentou:
07/07/2014
Texto fantástico, assim como o exemplo que deveria ser seguido por todos, uma pena que o nosso povo de uma maneira geral não está nem ai pra esta atitude de cidadania, jogam lixo na rua a seu bel prazer, deixam dejetos dos cães também da mesma forma, em suma, nesta era de terceirização, eles terceirizam suas responsabilidades, os outros que limpem suas sujeiras, tenho 60 anos e espero ainda estar vivo para ver alguma mudança nestas atitudes.
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Antonio Jaime Nunes (Blog Amazonia) comentou:
07/07/2014
Inútil tentar comentar: o texto disse tudo! Tanto quanto o silencioso mas gritante banho de civilidade que os japoneses deram ao mundo, com seu estrondoso gesto de respeito ao ambiente e à coisa pública!
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Leonardo Boff (via FB) comentou:
07/07/2014
A lição deixada pelos torcedores japoneses na Copa no Brasil: DERSU UZALA NA COPA Do Amazonas nos chega esta belo texto de José Ribamar Bessa Freire (Diário do Amazonas de 22/06/2014) com o título: DERSU UZALA NA COPA Não somos ainda suficientemente civilizados para nos compararmos com os torcedores japoneses que passaram pela Copa. Perderm o jogo mas nos deixaram uma lição que é um ganho inestimável como exemplo daquilo que podemos e devemos ser e fazer quando se refere ao lixo e aos objetos descartáveis.Agradecemos ao jornalista Bessa Freire por este testmunho que estimulará, seguramente, a muitos brasileiros e brasileiras. Ao invés de gritar “não vai haver Copa” deveríamos, imitando os japoneses, dizer “Não vai haver lixo“: LBoff http://leonardoboff.wordpress.com/2014/07/06/os-torcedores-japoneses-na-copa-no-brasil-dersu-uzala-na-copa/
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elisabeth barolli comentou:
07/07/2014
Obrigada pela matéria. É muito bom quando a gente percebe que não está só...que podemos fazer coro com outros da mesma espécie.
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Laura Martins Diniz Baptista comentou:
06/07/2014
Gostei muitíssimo do texto, pois concordo plenamente com o que foi dito! Tomei a liberdade de compartilhar o site no Facebook, pois acho que todos deveriam conhecê-lo. Parabéns!
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Laura Martins Diniz Baptista comentou:
06/07/2014
Gostei muitíssimo do texto, pois concordo plenamente com o que foi dito! Tomei a liberdade de compartilhar o site no Facebook, pois acho que todos deveriam conhecê-lo. Parabéns!
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FATIMA ACAR comentou:
05/07/2014
Estou maravilhada com tudo o que li. O Dersu Uzala existe em cada ser humano, apenas pela ganância, descompromisso,falta de solidariedade deixamos que aquele fique adormecido e vamos vivendo sem nos preocuparmos com o outro.
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Linco Yura comentou:
04/07/2014
O gesto dos torcedores japoneses foi mto. bonito - espero realmente que todos se conscientize que está na hora de cada um fazer sua parte : respeitar o seu semelhante, respeitar o eco sistema, não jogar lixo nas ruas, não sujar os rios, não deixar entulhos na calçada do outro - só assim estaremos preservando o planeta em que vivemos :
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Tsikara Yoshimoto comentou:
03/07/2014
Eu contei um pouco da Cultura Japonesa com base nas histórias reais da Imigração Japonesa ao Brasil na Universidade Aberta à Maturidade na PUC e algumas senhoras ficaram brava comigo. Tsikara Yoshimoto Contato de Tsikara Yoshimoto
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filipe cortez comentou:
03/07/2014
Muito pertinente e de uma óbvia actualidade Obrigado Contato de filipe cortez
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Durcemar comentou:
02/07/2014
O Durmar, meu irmão de coração e de carne, me mandou o texto abaixo e me fez lembrar que assisto um filme hoje, amanhã não me lembro mais dos detalhes, do enredo, etc. Só me lembro se gostei ou não gostei. Quando alguém me pergunta de quais os filmes que mais gostei em toda minha vida, DERSU UZALA sempre me vem a cabeça em primeiro lugar. O texto me apresentou uma explicação do porque isto acontece. Me lembro de cenas lindas deste filme. O texto é inspirador, para refletir, para aprender, para praticar.
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Regina comentou:
02/07/2014
Obrigada, José Ribamar Bessa Freire. Texto irretorquível, poético, lindo e profundamente realista. Tenho um amigo no Japão que se surpreendeu com tanta admiração, pelas bandas de cá, pelo fato de japoneses estarem a limpar a Arena de Pernambuco, pós jogo. Limpando a sujeira. Ele se surpreendeu simplesmente porque, disse-me, isso É NORMAL no Japão. Após cada manifestação pública - não é só de futebol - os japoneses, antes de se retirarem do recinto onde se deu a manifestação, recolhem o lixo. E ainda vem comentários desavisados, de quem teria feito melhor se calando, para não dizer insanidades, desfazendo esse ato de cultura e higiene elevadas dos jogadores japoneses. Mas, como diz o texto: "Enquanto houver alguém juntando o lixo e nos deixando envergonhados de nossa imundície o mundo não está totalmente perdido. Uma florzinha brota no esterco." Embora, pelo visto e pelo comentário contrário, haja quem não se envergonhe da sujeira e, até, se sinta orgulhoso/a dela.
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Lucio Marcondes comentou:
02/07/2014
Liçoes de vida como esta deveria ser de nopssao cotidiano. Entretanto, acho que daqui a um século..ppfsqx
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Cyro Raphael comentou:
02/07/2014
O que comentar? Fabulosa. "Eu sou brasileiro com muito orgulho com muito amor", nunca explicitou o que de fato sentimos. Será que temos orgulho? Do que? Contato de Cyro Raphael
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Amadeu Guedes comentou:
01/07/2014
"A palavra empolga, o exemplo ensina." ( Joseph Joubert)
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Marina Lima comentou:
01/07/2014
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Roque Hammes · UNISC comentou:
01/07/2014
Adorei o artigo! É este um dos bons legados que a Copa do Mundo pode nos deixar. Publicado em http://correiodobrasil.com.br/destaque-do-dia/japao-na-copa-domo-arigato-gozaimasu/712969/
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Walter Effgen comentou:
01/07/2014
O que os japoneses fizeram foi dar um tapa na cara de todos os que estavam presente naquele jogo, aliás esta atitude está no DNA deles. Comentar a cronica não é possível pois ele em si é completa não cabendo nenhum retoque. Pena que outros povos inclusive nós brasileiros, não tomemos o exemplo deles para tornar as nossas cidades um lugar mais decente para viver.
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Oduwaldo Alvaro comentou:
01/07/2014
Parabéns pela escolha de Akira Kurosawa e o filme Dersu Uzalá, assisti este filme há muitos anos atrás, sempre me fascinou, escolhi como um dos melhores ensinamentos de vida, sabedoria pura, que não se consegue através dos livros e da ciência, um exemplo para a humanidade. Que bom se conseguíssemos ensinar aos nossos filhos e nossos jovens, o que é realmente ser solidário, ser humano e pensar no próximo sem pretender nada. Oduwaldo Alvaro, um velho arco, preocupado em arremessar suas flechas para o futuro.
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01/07/2014
AQUI, NO BRASIL, PELO MENOS UMA LUZ NO FIM DO TÚNEL./ SARNEY COMEÇOU E SE DEUS QUISER PARECE Q A FILHA VAI ACOMOPANHAR. SERÁ Q COMEÇAMOS COM ESSE PEQUENO DELEITE? QUIERA DEUS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Contato de HÉLCIO T C TAFÚRI
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30/06/2014
O niponismo, como amar ser brasileiro aprendemos em casa e com os amigos. É preciso ensinarmos em casa e darmos exemplos. Esta cronica na mais é do que muitos sabem elogiam mas poucos seguem este exemplo Contato de ROQUE TSUGUO NISHIDA
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WALDIR OLIVATO comentou:
30/06/2014
É DIFICIL TECER QUALQUER COMENTÁRIO. BASTOU LER, ENTENDER, REFLETIR E CONTI-NUAR ADMIRANDO OS JAPONESES QUE DE QUANDO EM QUANDO NOS DÁ LIÇÃO DE VIDA. PARABENS PELA CRÔNICA.
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Valdemar Kuniy comentou:
30/06/2014
Belíssima crônica, parabéns!!!!
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Hiroshi Oda comentou:
29/06/2014
Nós somos um povo manipulado por pessoas de carater duvidoso, todos aproveitam o sangue dos outros para viver como parasitas eles tem necessidade de tirar vantagem do outro seja quem for, muitas vezes de seus próprios pais, nós fomos corrompidos até a alma, só obedecemos o que nos interessa somos um grupo de puxa sacos desavergonhados, nossos lideres nos dominaram e nos fizeram acreditar que a esperteza é o grande valor do ser humano, a cultura a saúde são metas paras as discussões mais imbecis, estamos bloqueados em nossa cultura a escolaridade é uma vergonha, e toda necessidade do nosso povo é usado como grandes discursos dos pequenos homens da nossa lidarença, Tudo é manuseado porcamente pelos politicos e descaradamente , mas na verdade deveriamos exigir nossos direitos de cidadãos e fariamos da nossa sala de visitas um lugar agradável para humanos e não para porcos como se vê hoje em dia. Uso porcos palavra usada erradamente, os porcos são deliciosos a palavra correta seria porcoliticos.Some todos os movimentos em pról da humanidade todos tem um porcoliticos ensinando bons modos sujar explorar e vender , o importante é levar vantagens, O pior é que a maioria desses movimentos tem porcoliticos e porcospatores, vamos mudar????
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carlos sá pinto comentou:
29/06/2014
uma maravilha de exemplo a ser adotado por todos os seres humanos e que através destes pequenos gestos mostra a fraternidade e solidariedade humanas, sentimentos a que fatal e compulsoriamente teremos que alcançar nesta caminhada de progresso e evolução. Que bom que os primeiros sinais já se fazem sentir. Só o AMOR será capaz de nos resgatar. Contato de carlos sá pinto
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Iara lopes Crossetti comentou:
28/06/2014
E o maior legado que a copa nos deixa,um exemplo a seguir.Cronica maravilhosa!!!!
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Iram Oliveira comentou:
27/06/2014
É incrível. Por mais conhecimentos que tenhamos, a vida sempre nos mostra em sua simplicidade o quanto ainda precisamos aprender. Creio que nisso está o sentido do que seja "Despertar" para o budismo ou "Orai e vigiai" para os cristãos.Que bom acessar as suas crônicas, pois me reconstruo continuamente num preocesso incessante para tornar-me um ser humano melhor, como querendo ser o capim admirado pelo Mestre Dersu Uzala.
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Abtonio de Oliveira comentou:
27/06/2014
Realmente maravilhosa; um exemplo a ser seguido por toda a humanidade.
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Nonato comentou:
26/06/2014
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Avany de Lima Figueiredo comentou:
25/06/2014
Maravilhoso exemplo de civilidade nos deram os japoneses e lembrar-me da lição de solidariedade dada por Dersu Uzalla. O filme foi de um lirismo infinito e que a lição dos japoneses sirvam para nos ensinar a importância de recolher a nossa própria sujeira.
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Vânia Barbosa comentou:
25/06/2014
Excelente crônica.Assisti a esse filme várias vezes..Precisamos de mais Dersu Uzala.Parabens
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Rogério Viana Leite comentou:
25/06/2014
O texto é uma pérola e o conteúdo a joia perfeita. Os pequenos diamantes que que emolduram a pérola e encantam o mundo são os nossos irmãos nipônicos, com brilho incomparável. Odorôki dêssu!
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Rebeca Burchtein comentou:
25/06/2014
Enqto nao ensinarem nossas criancas, jah no estudo de base, na escola de base, como serem cidadaos, continuaremos a emporcalhar os estadios, as praias, o Brasil e o Planeta. Mas parabens pelo texto, jah tinha me esquecido do Derzu Uzala...ateh consegui ver uma palinha dele no YouTube. Contato de Rebeca Burchtein
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Ana Cretton comentou:
24/06/2014
Bessa, sua escrita, não me espanta, sempre enaltece aquilo que merece ser enaltecido. Dessa vez tecendo a atitude silenciosa dos japoneses com Dersu Uzala - inesquecível - e Nelson Rodrigues. Com muita maestria, chutando a bola e costurando os fios dessa meada, chamando nossa atenção pra aquilo que é pertinente!!! Obrigada, mais uma vez. Bj, Ana
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zineide Sarmento Pereira comentou:
24/06/2014
A vida é uma grande escola. Este pequeno gesto dos japoneses durante a copa, foi realmente um ato civilizatório para todas as multidões ali presente. .Este gesto realmente marcou o cotidiano brasileiro, que diariamente produz toneladas de lixo. Valeu Bessa Freire. Um grande abrarço!
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Lilian Nabuco comentou:
24/06/2014
Bessa - Foi brilhante a sua associação do gesto dos japoneses e depois dos alemães ao comovente e importante filme do Kurosawa "Derzu Uzala". Vale apenas registrar que a incivilidade, a falta de solidariedade e de ética está também dentro do campo. O embrutecimento e a falta de valores revelada em inúmeras cenas de jogadores empurrando com as mãos agressivamente seus adversários, dando rasteiras violentas, os derrubando ostensivamente para lhes tirar a bola, ultrapassa em muito o limite ético da descarga de certa agressividade socialmente permitida no esporte. Dentro de limites determinados pela civilidade ela é necessária na competição. Mas o que colaborou para meu espanto foi a indiferença dos locutores que narravam os jogos, e até de juízes que deixavam passar as agressões, e também do público que ouvi comentando os jogos nas ruas e nos bares. É como se no contexto geral da sociedade desumanizada este comportamento passou a ser encarado com naturalidade, afinal assim se está agindo na vida na luta pelos próprios interesses. Grande exemplo os japoneses e alemães deram aos jovens de hoje, em países como o nosso, em que a tecnologia, o consumo e a competição exacerbada, não permitiu que uma maioria incorporasse estes valores por meio da educação e dos exemplos. Neste sentido, fora do campo eles realmente ganharam de 10X0
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Alessandra Marques comentou:
23/06/2014
TOCA DOS CINEFILOS - Bessa, Tudo bem? Espero que sim. Seu artigo, Dersu Uzala na Copa, fez-me recordar da sua excelente aula em que passava o filme para a turma discutir e também de um site magnífico que ainda não indiquei para você. Como sou desatenta, volta e meia lembro que esqueci de indicá-lo para algum amigo. Explico o que tem a ver o seu artigo com o site. Trata-se de um site de filmes (postados, não precisa baixá-los, apenas clicar, aguardar uns minutos e assistir aos filmes), Toca dos Cinéfilos, que tem disponibilizado o Dersu Uzala. Há títulos do Kurosawa, Herzog, Scorsese e tantos outros grandes diretores, além de filmes de diversas origens, inclusive de países que desconhecemos a produção cinematográfica. O site é gratuito, os administradores apenas solicitam uma doação, não obrigatória e de quem puder, de qualquer valor para pagamento mensal do servidor. Acho justo. Bem, se ainda não conhece, espero que goste do site. Grande abraço, http://tocadoscinefilos.com.br/ Assistir Filmes Online Toca dos Cinéfilos tocadoscinefilos.com.br
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Giane comentou:
23/06/2014
Que bonito!!! Kurosawa foi um poeta da imagem e da narrativa. Sempre comovedor..
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Egberto Moura comentou:
23/06/2014
Obrigado, Bessa pela correção da crônica, como sempre apontando o dedo para a ferida, mas também mostrando o caminho da cura. É muito bom saber que depois de tudo que fizeram de mal durante a Segunda Guerra Mundial, os japoneses de hoje são verdadeiramente um outro povo, mantendo a tradição do que era bom, mas desprezando completamente o caráter destrutivo do Império do Sol. Esta comparação entre o passado ainda recente (quase 70 anos) do Japão, com o atual presente é que nos dá esperança que o Brasil também em relativo pouco tempo, possa também mudar. Por outro lado, é bom lembrar novamente de Dersu Uzala, um filme que paradoxalmente foi um grande sucesso na época. Um filme em que o silêncio dos dois companheiros era eloquente. Muita coisa era dita naqueles longos silêncios.
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23/06/2014
Parabéns Bessa. Belíssimo artigo. Belas lições. Contato de Weber Figueiredo RJ
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Weverton Andrade Silva comentou:
23/06/2014
É depois de publicado...todos acham exemplar, mas tomar iniciativa ninguém faz
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Weverton Andrade Silva comentou:
23/06/2014
É depois de publicado...todos acham exemplar, mas tomar iniciativa ninguém faz
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Nilton Cunha comentou:
23/06/2014
Caro Bessa, Me lembrei quando era garoto de um adesivo do Sujismundo (não tenho certeza da escrita) que dizia "Povo desenvolvido é povo limpo". Sem querer revelar a minha idade isto era à uns quarenta anos atrás e tenho a impresão que muito ha à fazer. Se cada um de nós tivéssemos gestos parecidos numa praia por exemplo, isto sensibilizaria talvez as pessoas que estivessen assitindo a cena. Lindo texto como de costume, Abraço Nilton Contato de Nilton Cunha
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Paula Minelly comentou:
23/06/2014
Alguns retardados ainda dizem que, se não sujarem os garis ficam sem trabalho . OJapão pode não ter o melhor futebol no pé, mas tem uma ótima educação que é o mais importante
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Daniele Rodrigues comentou:
23/06/2014
Muito bem mencionado... voltei no tempo e lembrei que aguardei uns cinco anos para assistir Dersu Uzala desde o seu lançamento no Brasil em VHS (acho que entre 86/87. Não encontrava à venda, nem para locação, cheguei a escrever para a Globo Filmes na época... rs. Também do mestre Akira Kurosawa, "Sonhos", que ao lado de Amarcord, do Fellini,ainda são os meus filmes preferidos.
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Nilda Alves comentou:
22/06/2014
O Kurosawa tentou o suicídio depois de tentar em um filme - Dodeskaden, no qual narra a industrialização do Japão - narrar o estraçalhamento das gentes dentro de uma favela japonesa, caminho obrigatório (em suas margens) dos escolares japoneses que passavam sem ver. Tenta expurgar isto com o filme; não conseguiu e tentou o suicidio; que felizmente também não conseguiu para fazer o seguinte do qual você nos deu uma linda interpretação. Abraços Nilda PS Este ano, a partir do filme "Sonhos" do Kurosawa - com que trabalhamos no grupo de pesquisa - estamos lançando um livro "Sonhos de escolas - conversas com Kurosawa", do qual te mando a Apresentação
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Karladriane comentou:
22/06/2014
Ótima crônica. É preciso ver o outro com novas lentes e aprender com a alteridade.
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Silvio Tendler comentou:
22/06/2014
Enquanto o prefeito Eduardo Paes inferniza a vida dos moradores com poluiçao sonora atré esse momento que escrevo )22/6/2014 as 21.01) mestre Bessa dá mais uma lição de vida. Obrigdo maestro. Abraços Silvio Tendler Contato de Silvio Tendler
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Ana Márcia Linhares comentou:
22/06/2014
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Hery DePauxis comentou:
22/06/2014
Outra aula gratuita de José Bessa. Mostra o nível de Civilização de Japoneses e de Dersu Uzala, que virou até verbete e provérbio na Europa. Me lembrei de um amigo brasileiro na Alemanha que,a casa de um alemão, para irem a um Congresso de Etnologia, saíram de casa cedo e quando chegou no local o alemão parou bem longe da entrada no enorme estacionamento. E meu amigo brasileiro perguntou "mas por que tu não para bem na porta?". E o amigo alemão respondeu "porque temos que deixar as vagas mais perto da entrada para os que em caso de alguma adversidade tenham que chegar atrasados".
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Olivia Maria Maia comentou:
22/06/2014
Ô coisa boa é, numa manhã de domingo ensolarado cá no Cerrado, ler uma crônica com tanta boniteza poética. Valeu moço! Abraço da “moça da floresta” rs. (Kleber, não sei se você conhece o belíssimo livro de crônicas do Bessa – “Essa Manaus que se vai” (2012), vale a pena. Mas concordo contigo que já estar mais que na hora de outro, né amigo, Bessa? Já estou no aguardo).
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Saliel Figueira comentou:
22/06/2014
EXCLENTE, este artigo, quizeramos que fosse lido, especialmente pelos "cariocas" que não cessão de atirar objetos ou papeis usados na rua ou nas praias. OORTUNO E MUITO OBRIGADO
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Cyrino comentou:
22/06/2014
Babá eu havia jurado que não mais conversaria sobre esse assunto de comportamentos de cidadania X de barbárie que vemos por todo lugar, sobretudo porque as minhas experiências no trato com isso são frustradas pela reação reducionista de achar que criticar, analisar, é falar mal da tua terra, mesmo quando o cara joga um coco pela janela do carro na estrada da ponta negra. Emudeci!!!! Mas não resisto a contar esta: Fui ver o jogo Brasil X Mexico na casa de um casal curitibano, amigos da minha filha que também mora aqui em Greensboro, NC. Fim do jogo, papo diverso e ele me diz que é funcionário da empresa Volvo aqui na Carolina do Norte. Entre tantas informações ele me conta de uma coisa surpreendente que ocorre no estacionamento da empresa lá na Suécia: os funcionários que chegam mais cedo na empresa estacionam seus carros nas vagas mais longe da porta de entrada para oportunizar aos que chegam atrasados de ganharem tempo ao estacionarem e não perderem o ponto. Hoyo, En kram
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Paula Fonseca comentou:
22/06/2014
Mesmo depois da 'aula' nao tive notícias de nenhum grupo de brasileiros que tivessem aderido a atitude, ainda que para atrair alguma atenção.... Parece que o exemplo nao serviu de muito...
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Kleber Gesteira comentou:
22/06/2014
Bessa, Você acertou de novo. Acho que vou deixar escrito "você acertou de novo" já pra semana que vem. Um grande abraço. Quando você vai lançar um livro de crônicas???? Já pensou em apresentar um trabalho com este num edital do FNDE??? Seria um grande serviço a favor da EDUCAÇÃO a distribuição desses textos pelas escolas do Brasil. Kleber Gesteira www.filmenimuendaju.blogspot.com Contato de Kleber Gesteira
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Agripa Faria Alexandre comentou:
22/06/2014
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Antonio Villela comentou:
22/06/2014
Enquanto isso vemos várias pessoas em nossas ruas, jogando lixo pela janela de seus carros de luxo em movimento.
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Simone Melo comentou:
22/06/2014
Fantástico , obrigada por ressaltar ainda mais o Dersu Uzala que existe por aqui
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Dufrayer comentou:
22/06/2014
Meu caro Ribamar Não li todas as suas crônicas, mas me arrisco a dizer que esta foi uma das melhores.
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Adriano De La Fuente comentou:
22/06/2014
Muito bela a crônica. Que de fato possamos renovar nossas expectativas diante dessa nação. Que o Dersu Uzala que existe dentro de cada brasileiro se externalize em ações como essa do povo japonês.
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Falcão Vasconcellos comentou:
21/06/2014
Bela poética essa sua crônica, Babá. A atitude demonstrada no ato praticado pela torcida, constitui-se em vigorosa e contundente lição de compromisso socioambiental. Ter ciência é elaborar a falta de conhecimento. Cada um/a fazendo diuturnamente sua parte, contribui para a elevação do nível de consciência individual e coletivo em termos socioambientais. Menção ao filme Dersu Uzala, do Kurosawa, realmente obra de rara beleza, reforça sobremaneira a necessidade de reivenções de nossa "humanidade", tão esgarçada e "desumanizada".
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Ana Stanislaw comentou:
21/06/2014
Adorei, sensível, comovente e inspirador como sempre! Parabéns Bessa.
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Ana comentou:
21/06/2014
Parabéns! É isso aí.
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Roberto Zwetsch comentou:
21/06/2014
Belíssimo exemplo e texto, Bessa. Vou compartilhar com minha turma na EST, na última aula do semestre, como "espiritualidade vivida". Abraço. Roberto Z. Contato de Roberto Zwetsch
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Eneida comentou:
21/06/2014
Olá querido Professor Bessa, Vale mesmo a pena cuidamos dos nossos gestos mais simples. Grata por renovar minha esperança no ser humano. Com carinho, Eneida Contato de Eneida
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Ana Maria P. Silva comentou:
21/06/2014
Bessa, obrigada por nos brindar com esta comovente reflexão. Já não estou me sentindo tão sozinha neste mundo de valores farinha pouca, meu pirão primeiro. Espero que a atitude dos japoneses desperte milhares de Dersu Uzala nas pessoas e que tenhamos um futuro mais promissor. Grande abraço. Contato de Ana Maria P. Silva
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vania novoa tadros comentou:
21/06/2014
Bessa, tu sempre reconhecendo como melhores os hábitos das culturas mais longe da tua. E os holandeses será que não praticaram nessa Copa do Mundo algum costume digno de servir de referência? Eu duvido que naquele país individualista como o Japão as pessoas saiam limpando o lixo público.
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Mauricio Matsutani comentou:
01/07/2014
Engano teu Vania. No Japão quem retira o lixo das salas de aulas são os próprios alunos. Se aprende desde sempre.
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Mauro comentou:
30/06/2014
Será que eu entendi certo,Vania Novoa Tadros, voce esta criticando a cronica do Sr. Bessa e a atitude dos torcedores?Recentemente uma emissora de TV exibiu uma reportagem que dizia , apesar de não ter lixeiras nas ruas, foi considerado o pais mais limpo. Isso responde a sua pergunta?Ao inves de questionar atitude dos outros,deveria simplesmente seguir. Desculpem meu desabafo.
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Nelson Peixoto (via FB) comentou:
21/06/2014
Artigo de extrema beleza e em tom profético que evoca possibilidades de fé na nossa humana e precária situação produtora de lixo sem dono!
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Oscar comentou:
21/06/2014
domô arigatô Bessa
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Oscar comentou:
21/06/2014
domô arigatô Bessa
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